São Francisco Xavier, presbítero

Oração do dia

Ó Deus, que, pela pregação de são Francisco Xavier, conquistastes para vós muitos povos do Oriente, concedei a todos os fiéis o mesmo zelo, para que a santa Igreja possa alegrar-se com o nascimento de novos filhos em toda a terra. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Leitura – Isaías 30,19-21.23-26

Leitura do livro do profeta Isaías.

Assim fala o Senhor: 30 19 “Sim, povo de Sião, que habitas em Jerusalém, não terás mais de que chorar. À voz de tua súplica ele te fará misericórdia; assim que a ouvir, ele te atenderá.

20 (Quando o Senhor vos tiver dado o pão da angústia e a água da tribulação) aquele que te instrui não se esconderá mais, e verás com teus olhos aquele que te ensina.

21 Ouvirás com teus ouvidos estas palavras retumbarem atrás de ti: É aqui o caminho, andai por ele, quando te desviares quer para a direita, quer para a esquerda.

23 (O Senhor) dará chuvas às sementes com que proverdes o solo e o pão que produzir a terra será nutritivo e saboroso. Naquele dia teu gado pastará em vastas pastagens;

24 os bois e os asnos, que trabalham a terra, comerão uma forragem salgada que será joeirada com a pá e com a peneira.

25 Então, em todo monte alto e em toda colina elevada haverá arroios de água corrente, no dia da grande mortandade, em que desabarão as fortalezas.

26 Então a luz da lua será viva como a do sol, e a do sol brilhará sete vezes mais (como a luz de sete dias), no dia em que o Senhor pensar a chaga de seu povo e curar as contusões dos golpes que recebeu”.

Palavra do Senhor.

Salmo Responsorial – 146/147A

Felizes são aqueles que esperam no Senhor!

Louvai o Senhor Deus, porque ele é bom;

Cantai ao nosso Deus, porque é suave:

Ele é digno de louvor, ele o merece!

O Senhor reconstruiu Jerusalém,

E os dispersos de Israel juntou de novo.

Ele conforta os corações despedaçados,

Ele enfaixa suas feridas e as cura;

Fixa o número de todas as estrelas

E chama a cada uma por seu nome.

É grande e onipotente o nosso Deus,

Seu saber não tem medida nem limites.

O Senhor Deus é o amparo dos humildes,

Mas dobra até o chão os que são ímpios.

Leitura –

Evangelho – Mateus 9,35-10,1.6-8

Aleluia, aleluia, aleluia.

É o Senhor nosso juiz e nosso rei.

O Senhor legislador nos salvará (Is 33,22).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

Naquele tempo, 9 35 Jesus percorria todas as cidades e aldeias. Ensinava nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino e curando todo mal e toda enfermidade.

36 Vendo a multidão, ficou tomado de compaixão, porque estava enfraquecida e abatida como ovelhas sem pastor.

37 Disse, então, aos seus discípulos: “A messe é grande, mas os operários são poucos.

38 Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe”.

10,1 Jesus reuniu seus doze discípulos. Conferiu-lhes o poder de expulsar os espíritos imundos e de curar todo mal e toda enfermidade.

6 “Ide antes às ovelhas que se perderam da casa de Israel.

7 Por onde andardes, anunciai que o Reino dos céus está próximo.

8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai!”

Palavra da Salvação.

Comentário ao Evangelho

A PRESENÇA DO REINO

A presença de Jesus na história humana reacendeu a esperança no coração do povo, esmagado pela doença e relegado à própria sorte por ter sido abandonado pelos líderes da nação. O anúncio da chegada do Reino representou uma mudança significativa na vida desta gente. A cura das doenças revelava a abundância de vida compartilhada por Deus com a humanidade sofredora.

O envio dos discípulos em missão teria como finalidade tirar o povo da situação de abandono, pois, doravante, este encontraria naqueles seus aliados.

O próprio Jesus foi um ferrenho aliado do povo, com o qual se fazia solidário. A missão dos discípulos consistiria em ampliar o raio desta solidariedade, estendendo-a a todos os pobres do mundo. Como Jesus, eles deveriam proclamar a chegada do Reino e até revelar sua presença com a expulsão dos espíritos impuros e a cura das doenças e enfermidades. E tudo isto, mediante um serviço caracterizado pela gratuidade. Ou seja, a presença dos discípulos, junto ao povo sofredor, deveria tão-somente levá-lo a desfrutar dos bens do Reino de Deus. Nada mais!

Portanto, os discípulos foram chamados a ser sinais da presença do Reino de Deus, a exemplo de Jesus. Onde quer que estivessem, o Reino se faria presente por meio deles.

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