Reinauguração do Centro histórico das Irmãs Salvatorianas
Fez parte da celebração festivado Ano Jubilar da presença da Família Salvatoriana no Brasil, a reinauguração do CentroHistórico das Irmãs Salvatorianas, realizada no dia 27 de novembro, emVideira/SC. Neste espaço tem materiais representando um pouco do muito queaconteceu nesses 80 anos de história das Irmãs Salvatorianas. “Tudo o quepodemos ver aqui, evoca em nós uma memória afetiva e agradecida. São coisas quese transformaram em sacramentais ou, em relíquias”, enfatizou Ir. Inês Boesing.

Foram convidadas a desamarrar afita as Irmãs Terezinha Fontana de Araújo, Provincial de São Paulo, e as Irmãsda nossa Província-Mãe, Renate Schürmeyer e Miriam Rauhut. Após, o Padre ÁlvaroMacagnan, Provincial dos Salvatorianos do Brasil, abençoou o Centro Histórico, invocandoa bênção também sobre toda a família Salvatoriana presente.

Em seguida, todo o povo reunidopôde circular pelo Centro Histórico, que é este espaço sagrado das IrmãsSalvatorianas, pois além de ser um lugar carregado de muita sensibilidadee beleza, perpassa nele também uma mística e espiritualidade.

Discurso da reinauguração do Centro Histórico

Estamos aqui para reinaugurar oCentro Histórico das Irmãs Salvatorianas.
Aqui estamos porque queremoscultivar nossa memória histórica, pois a memória gera fidelidade!
Fidelidade à missão recebida deJesus Salvador através do caminho que Padre Jordan e Maria dos Apóstolostraçaram para nós, Família Salvatoriana. Fidelidade ao objetivo primeiro davinda das Irmãs Salvatorianas para o Brasil, há 80 anos atrás.
Neste espaço temos materiaisrepresentando um pouco do muito que aconteceu nesses 80 anos de história.
É uma história muito bonita!Muita coisa aconteceu, grandes feitos foram realizados, muitas vidas foramsalvas, muitas pessoas orientadas para o caminho do seguimento de JesusSalvador na vida cristã e/ou salvatoriana. É uma história densa e longa. Demuitas situações e acontecimentos já não temos mais presentes entre nós astestemunhas oculares e por isso guardamos cuidadosamente documentos, objetos,fotos, imagens e outros… que fazem parte desta história.
Tudo o que podemos ver aqui,evoca em nós uma memória afetiva e agradecida. São coisas que se transformaramem sacramentais ou, em relíquias.
Podemos considerar relíquia muitodo que veremos neste Centro porque são coisas preciosas às quais dedicamosgrande estima e por isso queremos guardá-las cuidadosamente, religiosamente.
A memória é um dos alicerces quedá sentido à vida. Entendemos que preservar a memória é manter viva aCongregação e, uma forma de continuarfortalecendo suas bases.
É preciso ter presente aspessoas, pois a nossa história é uma construção que traz em si as marcas detodas as pessoas que dela fazem e fizeram parte.
Preservar a memória não é sóresgatar o passado. É também compreender as diferenças e reconhecer os limitesde cada período da história. É ter referenciais consistentes para construir opresente e projetar o futuro. É descobrir valores e renovar os vínculos. Érefletir sobre a história, não apenas como quem recorda, mas como quem buscaconstruir uma nova história.
Agradecemos o empenho de todas aspessoas que se dedicaram à reorganização deste espaço histórico.
Primeiramente à querida Ir.Laurita Gheller que fez o trabalho inicial de coleta e organização do materialhistórico para o então chamado Centro Cultural Histórico, que foi inauguradoaos 30 de setembro de 2009.
Agradecemos às Irmãs destaComunidade Imaculada Conceição, especialmente à Ir. Noemi Berlanda quecontinuou cuidando desse espaço quando a Ir. Laurita não pôde mais fazê-lo pormotivos de saúde.
Este é também o momento deagradecer à arquiteta Lilian Serpa que projetou o novo espaço com muitasensibilidade e beleza e, porque não dizer, perpassado de uma mística e espiritualidade.
Agradecemos aostrabalhadores/funcionários da empresa VT Construtora e Engenharia, quetrabalharam duramente para dar conta e deixar tudo pronto para hoje.
Que Deus os abençoegenerosamente!
Videira, 27 denovembro de 2016
Ir. Inês Boesing – Coordenadora Provincial
