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7º dia de falecimento da Ir. Delvina Caon

Celebramos hoje, 29 de maio, o 7º dia de falecimento da Ir. Delvina Caon. Façamos memória da sua bela história de vida e missão através de sua biografia, em forma de gratidão e prece.

BIOGRAFIA DA IR. DELVINA CAON

Ir. Delvina Caon nasceu no dia 15 de abril de 1925 na cidade de Guaporé/RS e era a quinta filha do casal Luiz Caon e Maria Poloni Caon. Recebeu o sacramento do Batismo no dia 18 de maio de 1925 em Guaporé/RS e fez sua Primeira Eucaristia em 20 de janeiro de 1935, em Tangará/SC.

No ambiente familiar recebeu e cultivou o dom da fé cristã, que foi berço de sua vocação e também de suas irmãs Zelinda Caon (in memorian) e de Olinda Caon aqui presente, ambas, Irmãs Salvatorianas. Ir. Delvina Caon ao escutar o chamado de Deus, colocou-se disponível e aberta para responder com fé e amor a sua vocação à vida religiosa e ingressou na Congregação no dia 09 de dezembro de 1946, em Videira/SC, onde após o período de formação à Vida Consagrada Salvatoriana professou os primeiros votos no dia 02 de fevereiro de 1949 e os votos perpétuos no dia 02 de fevereiro de 1955.

Nas suas atividades apostólicas atuou em diversos serviços do Seminário de Indianápolis/SP, Seminário de Jundiaí/SP, Comunidade Salvatoriana em Tangará/SC, Comunidade Salvatoriana em Joaçaba/SC. Seminário em Videira/SC, Comunidade Mãe do Bom Conselho em Passo Fundo/RS, Seminário Palotino em Curitiba/PR, Comunidade Salvatoriana em Clevelândia/PR. Comunidade Salvatoriana em Passo Fundo/RS, Comunidade Salvatoriana Noviciado em Lages/SC, Comunidade Salvatoriana em Painel/SC, Maria Rosa em Lages/SC, São José em Davi Canabarro/RS, Mãe do Salvador em Campo Alegre/SC e nestes últimos anos, na comunidade Maria de Nazaré, em Campo Alegre/SC.

Mulher de profunda oração, silêncio, escuta, amor às missões e às vocações. Diariamente se mantinha fiel em priorizar o tempo para rezar. . Ela tinha uma rotina: oração-horta-oração. Todos os dias depois da oração comunitária, ela ia para a horta e quando o sol era muito quente, a irmã ia para a capela para sua oração pessoal. Ir. Delvina cultivava o jardim e horta.Gostava de dar as mudas, oferecer sementes, ensinar a cultivar… conversava com os vizinhos, os ouvia segurando a enxada… seus olhos brilhavam de contentamento ao ver tudo bonito.

Ir. Delvina cultivava profunda espiritualidade mariana com devoção à Nossa Senhora Caravaggio e fielmente rezava o terço.

Tinha um carinho especial pela missão em Moçambique e, sabiamente encontrou um jeito de viver em comunhão com as irmãs e formandas através dos terços. Podemos dizer que simplicidade e arte se juntaram na pessoa da Ir. Delvina e suas mãos habilidosas confeccionavam lindos terços. Soube ressignificar e dar sentido ao seu espirito apostólico missionário e foi além-fronteiras.

Amava o que fazia expressando gratidão, alegria e bem querer às pessoas. Mulher conselheira, acolhedora, mulher com muitos talentos culinários e artísticos, de amor a natureza e o cultivo de hortaliças. Sempre buscava força em Deus e dizia: «Tudo posso Naquele que me conforta.»(Fil 4,13) – Viveu a exemplo de Pe. Jordan, que confiava na divina providência.

Aos 94 anos de idade e 70 anos de vida consagrada salvatoriana, devido a parada cardiorrespiratória, bradicardia e insuficiência cardíaca congestiva(ICC), Deus a chamou para junto de si no dia 23 de maio de 2019 e foi sepultada dia 24 de maio de 2019 em Campo Alegre/SC. Bendigamos a Deus pelas manifestações de amor concretizadas na sua história a serviço do Reino de Deus.

Ir. Delvina! Obrigada pelo seu testemunho de fé e amor ao Divino Salvador. Juntamente com todas as salvatorianas e salvatorianos que lhe precederam no céu, interceda por nossa vida e missão. Descanse em paz!

                                      À Ir. Delvina Caon

Deus te

Espera com

Laços de amor, para a

Vida nova e sem

Igual, no Reino

Novo de justiça plena e

Amor.

Conosco ficará

A saudade, do sorriso meigo, da presença marcante e

O legado de servir com amor, sendo mãe misericordiosa que a

Nós deixou.

Del – Deus

Vina – Divino

 (Acróstico elaborado pela Ir. Cleia Bueno)

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