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175 anos de nascimento do Bem-aventurado Francisco Jordan

A ti, Padre Jordan, a minha gratidão!

Vieste de mansinho, entraste e sonhaste a nossa caminhada, 

E, no campo da história foste florescendo e recriando.    

Nada te impediu de escutar a voz interior,  

Em tempos de pobreza e em riscos de guerra

Rezas! Confias e esperas na providência do Pai!      

Atento a tudo o que ocorre ao teu redor.                                                                                            

Volves o teu olhar confiante ao mundo inteiro,   

E percebes a realidade sofrida do teu povo.   

Lutar pelo presente, eis a tua opção!

Paras! Contemplas! E deixas Deus falar.   

Amas, e rompes as barreiras do silêncio.

Devolvendo à Palavra a síntese da fidelidade.

Reanimando o Movimento na “cultura do teu tempo”,

Ensinas a todos/as a buscar o Reino de Deus.

Francisco! Eis o mistério do teu nome.

Realizas com a natureza um ciclo vital.

Aprendes com o Santo de Assis a olhar a criação,   

Não deixando passar a promoção da vida.

Concebes o risco da jornada, mas    

Insistes em tua inspiração que vai te envolvendo 

Sempre mais, na confirmação do segredo do teu “Sim”.  

Carregas no teu coração o ardor missionário  

Onde quer que andes; és construtor da solidariedade.

Maria é tua mãe confidente e companheira.

A escolheste como, “Rainha dos Apóstolos e Mãe do Salvador”, 

Roga a nós, por tuas filhas e filhos peregrinos,

Indicando o caminho profundo da Salvação.

Ainda que, este tempo sombrio não nos agracie.

Dá o alimento que fecunda uma Vida Religiosa autêntica.

Aproximando-nos da confiança, do anúncio e profetismo.

Com ousadia dás aos pobres consciência e instrução,

Resposta a isto, é abraçar os sacrifícios e acolher a luz divina. 

Uma cruz, trazes impresso no teu ser e,   

Zelas com igual ternura os marginalizados e excluídos.

Justiça apontas a cada um/a de nós,

Olhando o Salvador na sua infinita misericórdia.

Reata em nossa Família Salvatoriana o vínculo do amor,

Da unidade, na busca de caminhos novos,

Até que consumamos nossas forças e energias,   

Num “fiat” derradeiro de entrega e paz.

Ir. Zelita Maria de Melo

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