• Colégio Salvatoriano Nossa Senhora de Fátima
  • Colégio Salvatoriano Imaculada Conceição
  • Colégio Salvatoriano Bom Conselho

CEPAJO

Diante da tomada de consciência social que a Igreja e as várias congregações católicas experimentaram à época, intensificou-se no Colégio o desejo de contribuir, de forma ainda mais abrangente com a comunidade. Sendo assim, o Colégio tomou conhecimento de que, no Bairro Monte Cristo, a aproximadamente 1500 metros, havia uma entidade mantida pela CAPEMI, denominada Lar Fabiano de Cristo em cujas dependências seria possível executar o projeto.

Em março de 1983, 25 crianças entre 7 e 12 anos foram inscritas no projeto, matriculadas no Colégio. O Colégio contratou a professora Miriam Wollinger, uma alfabetizadora com experiência de pastoral, e o professor Antonio Carlos da Cunha e elaborou, conjuntamente, um programam de alfabetização, procurando atender a realidade daquelas crianças e também algumas necessidades de suas famílias.

O trabalho no Lar Fabiano, apesar de apresentar muitos desafios, tornou-se próspero e conhecido na comunidade escolar. Mães voluntárias passaram a participar ativamente. Faziam-se presentes nas reuniões, davam palestras sobre higiene, educação familiar e outros assuntos de interesse da comunidade.

O trabalho no Lar Fabiano foi se ampliando, a fim de atender, não apenas a alfabetização, mas alunos da 1ª à 4ª série. O Lar Fabiano cedia duas salas para funcionamento das aulas e, em contrapartida, o Colégio matriculava na 1ª série as crianças. A parceria se estendeu por 17 anos (1983-1999) e nesse período o Colégio chegou a atender um número total de 627 crianças, gerando ótimos resultados no processo ensino-aprendizagem e na formação humana cristã.

Em setembro do ano de 1999, a mantenedora do Lar Fabiano de Cristo, solicitou que fosse encerrada a parceria em função das metas pretendidas pela Casa de Arnaldo S. Thiago, que necessitava do espaço disponível. Assim, no final do mesmo ano, foi encerrado o trabalho do Colégio Salvatoriano Nossa Senhora de Fátima na comunidade.

Desde o final da parceria om o Lar Fabiano, a Escola procurava uma oportunidade para estender os sus serviços a crianças cujos desafios financeiros e culturais fossem muito grandes. Foi nessa busca que, em 18 de outubro de 2000, alguns membros da Direção fizeram uma visita à Sociedade João Paulo II, no Bairro da Ponte do Imaruim, Palhoça, com a finalidade de verificar se ali haveria espaço físico para o desenvolvimento de um projeto filantrópico que atenderia uma turma de alunos da 1ª série de Ensino Fundamental da comunidade daquela região.

Após as tentativas entre ambas as Direções, 36 alunos foram matriculados iniciaram as aulas no dia 19 de fevereiro de 2001, tendo como professores a Irmã Zita Judith Bonai o Professor Rodrigo Luciano de Souza. Em 2002, já havia duas turmas; uma de 1ª série outra de 2ª, totalizado 60 alunos.

Para executar o Projeto Social de educação da Mantenedora atender às necessidades da comunidade, o Colégio criou, em 2005, um anexo da escola, localizado na Rua Coronel Caetano Costa, 501, no Bairro Coloninha, em Florianópolis, denominado CEPAJO (Centro Educacional Padre Jordan) – homenagem ao fundador da Congregação Salvatoriana.

O CEPAJO tem por finalidade atender alunos provenientes de famílias carentes da comunidade. O início das aulas aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2005, atendendo alunos de 1º, 2º e 3º série do Ensino Fundamental. A Unidade é coordenada pelo Colégio Salvatoriano Nossa Senhora de Fátima por meio de seus educadores e Irmãs.

O CEPAJO está em pleno funcionamento, atende atualmente, 8 turmas, manhã e tarde, de 1º ao 4º ano, gratuitamente. O principal objetivo desta Unidade Social Salvatoriana é oferecer um ensino de qualidade, por isso, todos os educadores recebem formação continuada mensalmente com os demais educadores salvatorianos do CSNSF.

Apostar numa educação libertadora é acreditar num contínuo processo de conscientização do valor do estudante como sujeito histórico, portanto, queremos formar sujeitos ativos e conscientes das relações sociais, buscando a construção de uma sociedade solidária, justa e participativa.