{"id":777,"date":"2016-09-24T00:00:00","date_gmt":"2016-09-24T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/reflexao-do-evangelho-do-26-domingo-tc-uma-porta-e-um-grande-abismo\/"},"modified":"2016-09-24T00:00:00","modified_gmt":"2016-09-24T00:00:00","slug":"reflexao-do-evangelho-do-26-domingo-tc-uma-porta-e-um-grande-abismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/reflexao-do-evangelho-do-26-domingo-tc-uma-porta-e-um-grande-abismo\/","title":{"rendered":"Reflex\u00e3o do Evangelho do 26\u00ba Domingo TC &#8211; Uma porta e um grande abismo"},"content":{"rendered":"<p><font color=\"#428bca\">[imagem1]<\/font><\/p>\n<p><font color=\"#428bca\"><br \/><\/font><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:center;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:center;line-height:normal\"><b>&ldquo;Um pobre, chamado L&aacute;zaro, cheio de feridas, ficavasentado no ch&atilde;o junto &agrave; porta do rico&rdquo;(Lc 16,20)<\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" align=\"center\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:center;line-height:normal\"><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Lucas, mais uma vez, nos introduz no tema de ricose pobres, que, com esta par&aacute;bola, alcan&ccedil;a sua altura suprema. Trata-se de umapar&aacute;bola forte, clara e inquietante, que corta a respira&ccedil;&atilde;o e nos situa, apartir de Deus, na din&acirc;mica das rela&ccedil;&otilde;es humanas. Deixar que a par&aacute;bola seexplique, que nos fale, que nos questione e que ilumine nossa vida, essa &eacute; amelhor atitude diante dela.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Este &eacute; o tema: um rico petrificado e fechado em suariqueza, se apodrece com ela, ou seja, perde sua humanidade e se condena, n&atilde;oporque tenha feito coisas m&aacute;s, sen&atilde;o porque estava cego e n&atilde;o viu o pobre &agrave; suaporta. &Eacute;, sem d&uacute;vida, uma par&aacute;bola de nossa sociedade. Aqui &eacute; claro: h&aacute; um&ldquo;Mundo Epul&oacute;n&rdquo; que esbanja os bens reais da vida, enquanto &agrave; porta da casa seamontoam pobres e mais pobres. Nesta par&aacute;bola Jesus desmascara e denuncia, comolhar penetrante, a realidade cruel da Galileia e tamb&eacute;m a de nosso mundoatual.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">A primeira parte da narra&ccedil;&atilde;o fala de um &ldquo;rico&rdquo;poderoso. Suas &ldquo;vestes finas e elegantes&rdquo;, indica luxo e ostenta&ccedil;&atilde;o. S&oacute; pensaem banquetes suntuosos todos os dias. O rico n&atilde;o tem nome, pois n&atilde;o temidentidade humana. N&atilde;o &eacute; ningu&eacute;m. &ldquo;Era t&atilde;o pobre que s&oacute; tinha riqueza&rdquo;. Suavida, vazia de amor solid&aacute;rio, &eacute; um fracasso. Muito perto, junto &agrave; porta de suamans&atilde;o, est&aacute; estendido um &ldquo;mendigo&rdquo;. N&atilde;o est&aacute; coberto de linho e p&uacute;rpura, masde feridas repugnantes. N&atilde;o sabe o que &eacute; um festim; n&atilde;o lhe d&atilde;o nem do que caida mesa do rico para saciar sua fome. S&oacute; alguns cachorros de rua se aproximampara lamber suas feridas. N&atilde;o tem ningu&eacute;m. N&atilde;o possui nada. S&oacute; um nome cheio depromessas:<b>&nbsp;&ldquo;L&aacute;zaro&rdquo;, que significa &ldquo;Deus &eacute; ajuda&rdquo;.<\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">O pobre est&aacute; fora da porta, rodeado pelos cachorrosda rua, mas s&oacute; a uns passos da mesa do rico, que desperdi&ccedil;a comida em sua casa.O rico est&aacute; dentro de casa, poucos metros os separam, mas h&aacute; um abismo entreeles; n&atilde;o h&aacute; palavras, n&atilde;o acontece nenhuma forma de comunica&ccedil;&atilde;o entre eles.Est&atilde;o muito pr&oacute;ximos, s&oacute; os separa uma fr&aacute;gil porta, mas o rico n&atilde;o &ldquo;v&ecirc;&rdquo; opobre, n&atilde;o lhe interessa sua pobreza, n&atilde;o o olha, n&atilde;o o escuta&#8230;&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">A cena &eacute; insuport&aacute;vel. O rico tem tudo, sente-seseguro, n&atilde;o parece necessitar de ningu&eacute;m. Vive fechado em si mesmo. N&atilde;o v&ecirc; opobre que morre de fome junto &agrave; sua porta. L&aacute;zaro, por sua parte, vive emextrema necessidade, faminto, enfermo, exclu&iacute;do, ignorado por aqueles que lhepodiam ajudar.&nbsp;<b>Sua &uacute;nica esperan&ccedil;a &eacute; Deus.<\/b>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Jesus n&atilde;o pronuncia diretamente nenhuma palavra decondena&ccedil;&atilde;o. Seu olhar penetrante est&aacute; desmascarando a cruel injusti&ccedil;a daquelasociedade. As classes mais poderosas e os estratos mais oprimidos parecempertencer &agrave; mesma sociedade, mas est&atilde;o separados por uma barreira invis&iacute;vel:essa porta que o rico n&atilde;o atravessa nunca para aproximar-se de L&aacute;zaro. Deus,que &eacute; Pai de todos, n&atilde;o pode aceitar essa cruel separa&ccedil;&atilde;o entre seusfilhos.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">A segunda parte da narra&ccedil;&atilde;o nos situa diante de umagrande mudan&ccedil;a de perspectiva. A reviravolta &eacute; total. Ambos morrem, a morte osiguala, de maneira que o tema das riquezas passa a um segundo plano. S&oacute;permanecem eles, suas vidas&#8230;, perdur&aacute;veis, de formas diferentes.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">O pobre se salva porque foi simplesmente pobre.Salva-se pela miseric&oacute;rdia de Deus, ou seja, por gra&ccedil;a (porque Deus &eacute; Deus).Por isso, a salva&ccedil;&atilde;o &eacute; dom, pura gra&ccedil;a. O rico se condena por si mesmo, porqueele escolheu, porque n&atilde;o foi capaz de ver\/descobrir\/ajudar os pobres queestavam ao seu lado. Nessa linha, a condena&ccedil;&atilde;o &eacute; a rejei&ccedil;&atilde;o da gra&ccedil;a da vida:n&atilde;o ter descoberto o outro.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">A conclus&atilde;o que se deduz da par&aacute;bola n&atilde;o &eacute; que ospobres do mundo devem manter-se como est&atilde;o, j&aacute; que esperam a gl&oacute;ria futuradepois da morte, mas que se abra a porta que separa o pobre do rico, de formaque possam comunicar-se.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Este relato n&atilde;o fala da condena&ccedil;&atilde;o e salva&ccedil;&atilde;ofutura, mas da nova forma de vida compartilhada que deve se estabelecer nestemundo. O relato n&atilde;o quer que o pobre e o rico continuem vivendo simplesmente emmundos que se encontram hermeticamente selados, afastados um de outro, sen&atilde;oque se encontrem, que o rico abra a porta e ofere&ccedil;a ao pobre um lugar em suamesa.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Durante o tempo de sua vida, o pobre mendigo e orico fechado em seu &ldquo;banquete&rdquo; ego&iacute;sta e em seu luxo n&atilde;o se relacionavam entresi, mas poderiam t&ecirc;-lo feito, pois L&aacute;zaro jazia diante da porta da casa dorico: uma porta evoca a possibilidade de comunica&ccedil;&atilde;o. Depois da morte n&atilde;o temcomo mudar as coisas.&nbsp;<b>O tempo de mudan&ccedil;a &eacute; este, esta vida<\/b>.&nbsp;Aquela barreira invis&iacute;vel na terra se converte agora em um abismo intranspon&iacute;vel.O objetivo da par&aacute;bola n&atilde;o &eacute; descrever o c&eacute;u nem o inferno, mas condenar aindiferen&ccedil;a dos ricos e poderosos.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Deus &eacute; o primeiro que deseja que vivamos bem, quesentemos &agrave; mesa e tenhamos o que comer, que nos vistamos com dignidade. Deus sealegra quando v&ecirc; a mesa cheia de alimentos e todas as cadeiras ocupadas, todoscom bom apetite, vivendo a partilha com o cora&ccedil;&atilde;o pleno de alegria efraternidade.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Onde est&aacute; ent&atilde;o o problema? Est&aacute; numa porta.&nbsp;Cresce cada vez mais o n&uacute;mero de portas que nos impedem ver, portas que nosdistanciam da fome, do sofrimento, da pobreza, da desnudez que h&aacute; do outrolado. A grande trag&eacute;dia est&aacute; no fato de levantar muros, cercas de prote&ccedil;&atilde;o,port&otilde;es eletr&ocirc;nicos, que nos impedem ver os rostos dos outros, que nos isolamdos outros, que nos fecham sobre n&oacute;s mesmos como se ningu&eacute;m mais existisse.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Diz o ditado que &ldquo;comer demasiado mel nos fazperder o sabor&rdquo;; o demasiado bem-estar nos impede ver o mal-estar dos outros; ofato de n&atilde;o carecer de nada, nos faz insens&iacute;veis diante daqueles que carecem detudo; a abund&acirc;ncia pode ser um obst&aacute;culo para sensibilizar-nos frente &agrave;car&ecirc;ncia dos demais.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">Ao ler o Evangelho, nos damos conta de que Jesus,que n&atilde;o tinha nada, era muito sens&iacute;vel &agrave;queles que careciam de tudo; em suavida n&atilde;o havia nada que lhe impedisse ver a pobreza e o sofrimento dos outros.Isso despertava n&rsquo;Ele a compaix&atilde;o, o &ldquo;sentir-com&rdquo; os outros. O que os olhos n&atilde;oveem n&atilde;o chega aos nossos sentimentos. O que os olhos n&atilde;o veem n&atilde;o chega aonosso cora&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><b>Claro que n&atilde;o basta ver. &Eacute; preciso que o cora&ccedil;&atilde;oseja impactado. &Eacute; preciso que a realidade nos doa no cora&ccedil;&atilde;o. &Eacute; preciso que arealidade nos comova. N&atilde;o basta saber que existem os pobres; n&atilde;o bastam asestat&iacute;sticas sobre a pobreza no mundo. &Eacute; preciso dar um rosto ao enfermo, ao desnudo,ao faminto. A dor sem rosto n&atilde;o nos diz nada. A nudez sem rosto n&atilde;o nos afeta;a fome sem rosto n&atilde;o nos impacta.&nbsp;<\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">&Eacute; preciso escancarar as portas dos nossospreconceitos, da nossa insensibilidade, dos nossos pr&eacute;-ju&iacute;zos&#8230;, portas quenos fazem acostumar a ver famintos, necessitados, explorados&#8230; Tudo isso podenos tornar insens&iacute;veis. O que Jesus lamenta &eacute; nossa insensibilidade e nossaindiferen&ccedil;a frente &agrave;queles que passam pen&uacute;ria. Esta &eacute; sua condena&ccedil;&atilde;o radical:uma barreira de indiferen&ccedil;a, cegueira e crueldade separa o mundo dos ricos domundo dos famintos. A riqueza pode ser um grande estorvo no cora&ccedil;&atilde;o; a p&uacute;rpurae o linho podem ser um esc&acirc;ndalo em um mundo de pobreza; os grandes banquetespodem ser um insulto em um mundo onde impera a fome.&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><b>Texto b&iacute;blico:&nbsp; Lc 16,19-31<\/b>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><b>Na ora&ccedil;&atilde;o:<\/b>&nbsp;qu&ecirc;impactos tem no seu cora&ccedil;&atilde;o o mundo da exclus&atilde;o e da viol&ecirc;ncia?<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\">&#8211; Qu&ecirc; atitudes voc&ecirc; assume para diminuir ainsultante riqueza de uns poucos e a escandalosa mis&eacute;ria de muitos?&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><b>Pe. Adroaldo Palaoro sj<\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><b><br \/><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><b><br \/><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom:6.25pt;text-align:justify;line-height:normal\"><b><br \/><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &nbsp; &ldquo;Um pobre, chamado L&aacute;zaro, cheio de feridas, ficavasentado no ch&atilde;o junto &agrave; porta do rico&rdquo;(Lc 16,20) Lucas, mais uma vez, nos introduz no tema de ricose pobres, que, com esta par&aacute;bola,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1608,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/777"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=777"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/777\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1608"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=777"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=777"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=777"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}