{"id":751,"date":"2016-10-01T00:00:00","date_gmt":"2016-10-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/reflexao-do-evangelho-do-27-domingo-tempo-comum-somos-seres-de-gratuidade\/"},"modified":"2016-10-01T00:00:00","modified_gmt":"2016-10-01T00:00:00","slug":"reflexao-do-evangelho-do-27-domingo-tempo-comum-somos-seres-de-gratuidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/reflexao-do-evangelho-do-27-domingo-tempo-comum-somos-seres-de-gratuidade\/","title":{"rendered":"Reflex\u00e3o do Evangelho do 27\u00ba DOMINGO\tTempo Comum &#8211; Somos seres de gratuidade"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\" style=\"margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:7.5pt;margin-left:0cm;text-align:center;background:white\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">[imagem1]<\/span><\/p>\n<p align=\"center\" style=\"margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:7.5pt;margin-left:0cm;text-align:center;background:white\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\"><br \/><\/span><\/p>\n<p align=\"center\" style=\"margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:7.5pt;margin-left:0cm;text-align:center;background:white\"><span style=\"font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 11pt;\">Somos simples servidores; fizemos oque dev&iacute;amos fazer&rdquo; (Lc 17,10)<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">O evangelho de hoje (27&ordm; Dom TC) nos prop&otilde;euma atitude que, &agrave; primeira vista, parece inaceit&aacute;vel: o empregado n&atilde;o devereclamar quando, depois de todo o servi&ccedil;o no campo, em vez de ganhar elogio,ele ainda deve servir o jantar. Ele &eacute; um simples servidor do Reino, tem defazer seu servi&ccedil;o, sem discutir.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Mas a inten&ccedil;&atilde;o de Jesus &eacute; outra: Ele apontapara a dedica&ccedil;&atilde;o integral no servir. A par&aacute;bola desmascara a atitude daqueleque, no servi&ccedil;o do Reino, busca seus pr&oacute;prios interesses, alimenta sua vaidadee busca ser o centro das aten&ccedil;&otilde;es. Quem n&atilde;o gosta de receber elogios pelo seuservi&ccedil;o ao Reino?&nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">No entanto, trabalhar para buscar o louvor,o interesse pr&oacute;prio, o lucro, o reconhecimento, a fama, o poder&#8230; esvaziam osentido da miss&atilde;o em favor da evangeliza&ccedil;&atilde;o, pois s&atilde;o pr&oacute;prios de umamentalidade calculista e materialista da sociedade em que vivemos, que procuracompensa&ccedil;&atilde;o em tudo o que se faz. Na perspectiva de Deus, o fundamental &eacute;ativar o esp&iacute;rito de servi&ccedil;o e disponibilidade, que nunca poder&aacute; ser pago. Quemvive no esp&iacute;rito de comunh&atilde;o nunca achar&aacute; que est&aacute; fazendo demais para osoutros.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Generosidade, gratuidade, doa&ccedil;&atilde;o: palavrasquase desconhecidas do nosso vocabul&aacute;rio e em nosso contexto social. Mas s&atilde;oelas que nos levam em dire&ccedil;&atilde;o aos outros, libertando-nos de nosso pequeno eu.S&atilde;o elas que nos afastam da mesquinhez, da vaidade, do ego&iacute;smo, da busca do&ldquo;pr&oacute;prio amor, querer e interesse&rdquo;. Por serem mais afetivas, mais espont&acirc;neas,ligadas ao cora&ccedil;&atilde;o, elas revelam-se na a&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o de um mandato, deuma lei, de um interesse&#8230;, mas unicamente de acordo com as exig&ecirc;ncias doamor, da solidariedade&#8230;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">S&atilde;o elas que alargam o nosso cora&ccedil;&atilde;o at&eacute;dilatar-nos &agrave;s dimens&otilde;es do universo, rompendo nossos estreitos limites elan&ccedil;ando-nos a compromissos mais profundos. Sentimo-nos livres para qualquerdesafio e cada nova entrega &eacute; uma liberta&ccedil;&atilde;o maior: s&atilde;o novas oportunidades deservi&ccedil;o, de maior aproxima&ccedil;&atilde;o d&rsquo;Aquele&nbsp; que veio, n&atilde;o para ser servido,mas para servir e para dar sua vida pelo mundo.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">&nbsp;&ldquo;Somos simples servidores&rdquo;. Emalgumas tradu&ccedil;&otilde;es da b&iacute;blia encontramos: &ldquo;Somos servos in&uacute;teis&rdquo;. Tal tradu&ccedil;&atilde;o &eacute;muito limitada, pois fomenta a acomoda&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de contradit&oacute;ria, pois servoin&uacute;til n&atilde;o serve. Servindo com simplicidade, n&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o de compensa&ccedil;&otilde;es ego&iacute;stas,mas em fun&ccedil;&atilde;o da retid&atilde;o, da fidelidade e da gratuidade, seremos indispens&aacute;veispara o projeto de Deus.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Esta &eacute; a grandeza e recompensa do servidorno grande trabalho que realiza em favor do Reino: ultrapassar-se sempre, mas noamor; o &ecirc;xito? entregue-o a Deus! Afinal, &eacute; o Senhor quem realiza em n&oacute;s oquerer e o fazer, para al&eacute;m de nossa boa disposi&ccedil;&atilde;o (Fil. 2,13).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">A grandeza, a dignidade, a capacidaderedentora de toda atividade em favor dos outros&nbsp; prov&eacute;m do fato de servivido numa profunda uni&atilde;o pessoal com Cristo e com o desejo intenso de quenossa a&ccedil;&atilde;o esteja em sintonia com a vontade e a gl&oacute;ria do Pai, e n&atilde;o com asnossas buscas de compensa&ccedil;&otilde;es.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">O chamado de Jesus &eacute; para &ldquo;colaborar&rdquo;, paratrabalhar com Ele; e deste chamado ningu&eacute;m &eacute; exclu&iacute;do, porque Ele abriu essapossibilidade para todos (&ldquo;chama todos e cada um em particular&rdquo;). Qualquer queseja o trabalho , ele se define pelo afeto pessoal a Jesus, pela identifica&ccedil;&atilde;ocom seu projeto libertador. Por isso, &eacute; decisivo algumas indica&ccedil;&otilde;es que contribuempara fazer do servi&ccedil;o ao Reino uma &ldquo;experi&ecirc;ncia espiritual&rdquo;: a pureza demotiva&ccedil;&otilde;es (por que fa&ccedil;o isso? para quem fa&ccedil;o?), a capacidade de &ldquo;contemplar&rdquo;,o crescer em gratuidade e a relativiza&ccedil;&atilde;o de compensa&ccedil;&otilde;es, o deixar-se ajudar,a capacidade de agradecer&#8230;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">A atitude de gratid&atilde;o (consci&ecirc;ncia vivadaquilo que cada dia nos &eacute; dado gratuitamente) nos motiva a viver o trabalhocomo servi&ccedil;o, libertando-o radicalmente de suas dimens&otilde;es de rotina, de carga,e esvaziando-o de toda pretens&atilde;o ego&iacute;sta.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Quando vivemos nosso trabalho a partir dagratid&atilde;o, o esfor&ccedil;o que o mesmo trabalho exige brota de um modo mais natural,mais espont&acirc;neo&#8230;; por isso, &ldquo;cansa&rdquo; menos, &ldquo;desgasta&rdquo; menos&#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Se vivemos a partir da gratid&atilde;o, ficamosmenos &ldquo;dependentes&rdquo; da compensa&ccedil;&atilde;o que os outros poderiam dar &agrave; nossa entregaou ao nosso servi&ccedil;o. Como dizia S. In&aacute;cio aos estudantes de Coimbra, &ldquo;s&atilde;ooutros os soldos&rdquo; que nos compensam.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Uma tenta&ccedil;&atilde;o sutil, presente em todos n&oacute;s,&eacute; esperar reconhecimento e at&eacute; elogios das pessoas pelo servi&ccedil;o prestado. Quemcai nesta tenta&ccedil;&atilde;o, passa a necessitar deste tipo de gratifica&ccedil;&atilde;o para manterseu entusiasmo e seu &eacute;lan apost&oacute;lico. Fica a impress&atilde;o que, no apostolado, aoinv&eacute;s de buscar agradar a Deus, busca-se recompensas humanas. Quando n&atilde;o h&aacute;elogios e reconhecimentos expl&iacute;citos, interpreta-se isso como uma ingratid&atilde;o euma falta de valoriza&ccedil;&atilde;o, provocando uma baixa na pr&oacute;pria motiva&ccedil;&atilde;o eentrega.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">A verdadeira maturidade espiritual coincidecom o sentido da gratuidade, ou seja, ajustar-se ao modo de agir de Deus,superando todo autocentramento e todo voluntarismo; quem assim vive experimentao consolo de sentir-se amado, perdoado e chamado por Deus, pois &ldquo;o ser humano &eacute;fundamentalmente um ser de gratuidade&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">A gratuidade s&oacute; pode ser vivida equilibradamente&nbsp;em toda sua profundidade e intensidade por aquele que&nbsp; &eacute; plenamenteconsciente de sua pobreza e indignidade radical, por aquele que, por ter-sesentido pecador e amado ao mesmo tempo, n&atilde;o deseja ser nem melhor nem maisperfeito, sen&atilde;o mais filho(a) de Deus pelo compromisso e doa&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">E, precisamente movido pelo amor filial,deseja ativar todos os seus talentos e recursos, at&eacute; o extremo de suaspossibilidades, com o desejo de s&oacute; agradar a Deus que tanto lhe ama. Agratuidade, portanto, &eacute; o fruto maduro, resultado espont&acirc;neo do consolo doperd&atilde;o e do amor, que habilita o ser humano a entrar no fluxo da a&ccedil;&atilde;o salv&iacute;ficado pr&oacute;prio Deus.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">E esta convers&atilde;o &agrave; gratuidade possui umadupla dimens&atilde;o:<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&#8211; &eacute; abandono da confian&ccedil;a em si mesmo e esvaziamento do culto ao pr&oacute;prio eu.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><font face=\"Calibri, sans-serif\"><span style=\"font-size: 11pt;\">A pessoa que confia em seu pr&oacute;prio esfor&ccedil;opara se projetar e brilhar, sem abrir espa&ccedil;o &agrave; gra&ccedil;a de Deus, v&ecirc;-se condenada &agrave;esterilidade, experimenta a aridez interior, a insatisfa&ccedil;&atilde;o de quem se empenha&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 14.6667px;\">inutilmente<\/span><span style=\"font-size: 11pt;\">, a ang&uacute;stia de quem se esfor&ccedil;a sem conseguir a alegria da comunh&atilde;o,e o desamparo de quem se v&ecirc; triste, s&oacute; e desolado.&nbsp;<\/span><\/font><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Eis o que significa &ldquo;gratuidade&rdquo;:<span class=\"apple-converted-space\">&nbsp;<\/span><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\">cair na contade que tudo &eacute; dom e gra&ccedil;a de Deus,<\/b><span class=\"apple-converted-space\">&nbsp;<\/span>que as boas obras, por m&iacute;nimas quesejam, s&atilde;o um presente que Deus lhe concede poder realiz&aacute;-las, que todotrabalho que se fa&ccedil;a (mais ou menos importante, mais p&uacute;blico ou mais escondido,com ou sem compensa&ccedil;&otilde;es&#8230;) &eacute; uma maneira pessoal de co-laborar com Aquele quefez de sua vida uma entrega por pura gratuidade.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Textob&iacute;blico:&nbsp;&nbsp; Lc. 17, 5-10<\/span><\/b><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Na ora&ccedil;&atilde;o: &ldquo;Quantas d&aacute;divas! Sobrevivemos ecrescemos gra&ccedil;as a um cem n&uacute;mero de valiosos dons; e a natureza &eacute; um cantopermanente ao Criador que nela se anuncia e espelha &ndash; ela &eacute; desdobramento de umamor sem limites.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Ao ver-se beneficiado, h&aacute; quem exclame:&ldquo;N&atilde;o precisava tanto!&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Seja voc&ecirc; assim. Voc&ecirc; participa dessamisteriosa gratuidade.&nbsp; Abra os olhos para essa diversidade a lembrar queas portas para ser e amar est&atilde;o sempre abertas. Familiarizado com a d&aacute;diva,seja eco permanente da gratid&atilde;o&rdquo; (Frei Cl&aacute;udio Van Balen).<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">&#8211; Seu &ldquo;servi&ccedil;o apost&oacute;lico&rdquo; na comunidade:pura gratuidade ou busca de compensa&ccedil;&otilde;es e elogios?<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\">Pe.Adroaldo Palaoro sj<\/span><\/b><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:\" calibri\",\"sans-serif\"\"=\"\"><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p>&nbsp;<\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p><br \/><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p><br \/><\/o:p><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><o:p><br \/><\/o:p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] Somos simples servidores; fizemos oque dev&iacute;amos fazer&rdquo; (Lc 17,10) &nbsp;&nbsp; O evangelho de hoje (27&ordm; Dom TC) nos prop&otilde;euma atitude que, &agrave; primeira vista, parece inaceit&aacute;vel: o empregado n&atilde;o devereclamar quando, depois&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1409,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/751"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=751"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/751\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1409"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=751"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=751"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=751"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}