{"id":738,"date":"2016-10-08T00:00:00","date_gmt":"2016-10-08T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/gratidao-o-agradecimento-e-a-memoria-do-coracao\/"},"modified":"2016-10-08T00:00:00","modified_gmt":"2016-10-08T00:00:00","slug":"gratidao-o-agradecimento-e-a-memoria-do-coracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/gratidao-o-agradecimento-e-a-memoria-do-coracao\/","title":{"rendered":"Gratid\u00e3o: o agradecimento \u00e9 a mem\u00f3ria do cora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center; margin: 0cm 0cm 7.5pt; background: white;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">[imagem1]<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center; margin: 0cm 0cm 7.5pt; background: white;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\"><br \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center; margin: 0cm 0cm 7.5pt; background: white;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">&ldquo;&#8230;atirou-se aos p&eacute;s de Jesus, com o rosto por terra elhe agradeceu; e este era um samaritano&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">A tradi&ccedil;&atilde;o judaica transmite esteensinamento:<span class=\"apple-converted-space\"><i>&nbsp;<\/i><\/span><i>&ldquo;Aquele que desfruta de um bemqualquer neste mundo sem dizer antes uma ora&ccedil;&atilde;o de gratid&atilde;o ou uma ben&ccedil;&atilde;o,comete uma injusti&ccedil;a&rdquo;.<\/i>&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Aa&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as est&aacute; no cora&ccedil;&atilde;o mesmo da liturgia e da ora&ccedil;&atilde;o crist&atilde;s.<\/span><\/b><span class=\"apple-converted-space\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">&nbsp;<\/span><\/span><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">A sorte e afelicidade do crist&atilde;o consistem em poder dar gra&ccedil;as a Algu&eacute;m. O maior dramavivido por um ateu &eacute; n&atilde;o ter a Quem agradecer.<span class=\"apple-converted-space\">&nbsp;<\/span><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\">A pessoacompreende que &ldquo;tudo &eacute; dom e gra&ccedil;a de Deus&rdquo; e esquecer de agradecer &eacute; passar aolado daquilo que constitu&iacute; a beleza da vida. Agradecer &eacute; muito mais que dargra&ccedil;as.<\/b><span class=\"apple-converted-space\">&nbsp;<\/span>Implicareconhecimento e correspond&ecirc;ncia.&nbsp; &ldquo;Ali onde n&atilde;o h&aacute; gratid&atilde;o, o dom ficaperdido&rdquo; (Bruno Forte).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Lucas situa o relato de hoje no caminho desubida a Jerusal&eacute;m, no limite entre Galileia e Samaria, lugar chave de disputasreligiosas. Os leprosos que saem ao encontro de Jesus e gritam de longepedindo-lhe que os cure, s&atilde;o dez. Significativamente, a lepra n&atilde;o distingueentre judeus e gentios, galileus e samaritanos. Todos s&atilde;o irm&atilde;os namis&eacute;ria.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">No relato podemos identificar os mesmoscomponentes presentes em outras narra&ccedil;&otilde;es semelhantes de curas: apresenta&ccedil;&atilde;o dasitua&ccedil;&atilde;o de enfermidade (&ldquo;dez leprosos vieram ao seu encontro&rdquo;), peti&ccedil;&atilde;o decura (&ldquo;Jesus, Mestre, tem compaix&atilde;o de n&oacute;s!&rdquo;), interven&ccedil;&atilde;o de Jesus (&ldquo;Ideapresentar aos sacerdotes&rdquo;), cura (&ldquo;enquanto caminhavam, aconteceu que ficaramcurados&rdquo;) e rea&ccedil;&atilde;o diante do milagre.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">&Eacute; este &uacute;ltimo elemento que est&aacute; maisdesenvolvido na cena, e nele enfatiza-se o contraste da atitude de um dosleprosos (um samaritano que volta para agradecer a Jesus) com a dos outrosnove. Na realidade, os outros nove leprosos curados n&atilde;o fazem sen&atilde;o cumprir asinstru&ccedil;&otilde;es de Jesus: ir e apresentar-se aos sacerdotes. Mas s&oacute; um tem asuficiente finura espiritual para reconhecer profundamente o dom recebido e,deixando de lado as prescri&ccedil;&otilde;es legais, d&aacute; primazia &agrave; express&atilde;o deagradecimento.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">A gratid&atilde;o parece apresentar-se aqui comoum plus, como algo que deveria brotar com naturalidade nas rela&ccedil;&otilde;es humanas ena vida de f&eacute;, e n&atilde;o como uma atitude estatisticamente minorit&aacute;ria (um entredez). &nbsp;&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">O samaritano sente que para ele come&ccedil;a umavida nova; de agora em diante, tudo ser&aacute; diferente: poder&aacute; viver de maneiramais digna e ditosa. Sabe a quem ele deve isso. Precisa encontrar-se comJesus.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Esta &eacute; a f&eacute; do samaritano que confia emJesus, que cr&ecirc; no agradecimento mais que nas leis do sistema religioso. Oagradecimento como atitude vital parece requerer, pois, uma especialsensibilidade espiritual, precisamente essa que encontramos nos santos e santas.Caberia perguntar-nos quais s&atilde;o as raz&otilde;es que nos dificultam esta viv&ecirc;ncia dagratid&atilde;o, quando&nbsp; esta deveria brotar de modo espont&acirc;neo e natural frentea tanto bem recebido.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">No in&iacute;cio de uma carta de S. In&aacute;cio a um deseus primeiros companheiros, Sim&atilde;o Rodrigues, lemos isto:<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">&ldquo;<i style=\"box-sizing: border-box;outline: none\">&Agrave; luz da divinabondade me parece que, embora outros possam pensar de modo diferente, aingratid&atilde;o &eacute; o mais abomin&aacute;vel dos pecados aos olhos de nosso Criador e Senhor,e de todas as criaturas capazes de aproveitar-se em sua divina e eterna gl&oacute;ria.J&aacute; que &eacute; esquecimento das gra&ccedil;as, bens e b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os recebidas; e al&eacute;m disso aquise encontra a causa e come&ccedil;o de todos os pecados e desgra&ccedil;as. Pelo contr&aacute;rio, agratid&atilde;o que reconhece as b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os e bens recebidos &eacute; estimada e amada n&atilde;o s&oacute; naterra sen&atilde;o tamb&eacute;m no c&eacute;u<\/i>&rdquo; (18 de mar&ccedil;o &ndash; 1542).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Na viv&ecirc;ncia crist&atilde;, a gratid&atilde;o nasce comnaturalidade e espontaneidade nos cora&ccedil;&otilde;es humildes, nas pessoas conscientes deque aquilo que recebem n&atilde;o &eacute; por m&eacute;rito ou retribui&ccedil;&atilde;o. Tudo &eacute;gratuidade.&nbsp;Elas adquirem a fina percep&ccedil;&atilde;o de que<span class=\"apple-converted-space\">&nbsp;<\/span><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\">tudo &eacute; Gra&ccedil;a,tudo &eacute; &ldquo;de gra&ccedil;a&rdquo;, s&atilde;o &ldquo;agraciadas&rdquo;, &ldquo;cheias de gra&ccedil;a&rdquo;&#8230; Precisamente porqueperceberam suas vidas como um presente, voltam-se para Deus, entregando-lhe&ldquo;tudo o que tem e possuem&rdquo;.&nbsp;<\/b><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Marcada pela gratid&atilde;o, a pessoa desejasempre corresponder o melhor, rejeitando todo tipo de mediocridade na entrega eno servi&ccedil;o. O agradecimento &eacute; uma atitude fundante e fecunda que possibilitaviver o cotidiano com outro &ldquo;sabor&rdquo;, com outro &ldquo;ar&rdquo;. Do agradecimento brota umestado interior de consola&ccedil;&atilde;o, de disponibilidade, de agilidade em dar resposta&agrave;s demandas da vida, de uma sensibilidade mais viva para perceber tudo aquiloque a vida cotidiana tem de dom e sem ansiedade&nbsp; por n&atilde;o recebercompensa&ccedil;&otilde;es ou recompensas.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">O agradecimento &eacute; a experi&ecirc;ncia humana quemais ativa a generosidade como atitude vital de nossa exist&ecirc;ncia de criaturasamadas e presenteadas por Deus.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Oagradecimento como atitude b&aacute;sica na vida &eacute; a tomada de consci&ecirc;ncia daquilo queestamos recebendo<\/span><\/b><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">, a acolhida dos bens que nos s&atilde;o dados e das pessoasque nos vem ao encontro; &eacute; viver n&atilde;o tanto dependente daquilo que cremos quemerecemos e n&atilde;o nos d&atilde;o, quanto daquilo que, sem haver merecido, nem esperado,nem pedido, recebemos e continuamos recebendo no dia-a-dia.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Esse &ldquo;agradecer&rdquo; de fundo, esse viver&ldquo;agradecidamente&rdquo; n&atilde;o nos &eacute; favorecido pela cultura consumista que nos incita aestar sempre mais dependentes daquilo que n&atilde;o temos que daquilo que nos &eacute; dadocom abund&acirc;ncia; uma cultura que fomenta e aviva uma eterna insatisfa&ccedil;&atilde;o,matando a capacidade de &ldquo;recordar tantos benef&iacute;cios recebidos pela cria&ccedil;&atilde;o,reden&ccedil;&atilde;o e dons particulares&rdquo; (S. In&aacute;cio).&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">O que &eacute; que se encontra &ldquo;de gra&ccedil;a&rdquo;? Onde?Quem pratica essa aventura da &ldquo;m&atilde;o aberta&rdquo;, da largueza de cora&ccedil;&atilde;o? H&aacute; aqueles quen&atilde;o conhecem a palavra &ldquo;gratuito&rdquo; e, por isso, s&atilde;o petrificados frente &agrave;gratid&atilde;o. S&atilde;o surdos e mudos para o &ldquo;muito obrigado&rdquo;.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Agratid&atilde;o &eacute; alegria, a gratid&atilde;o &eacute; amor<\/span><\/b><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">. &Eacute; por isso que ela se aproxima dacaridade, que seria como uma gratid&atilde;o sem causa, uma gratid&atilde;o incondicional.Que virtude mais leve, mais luminosa, mais humilde, mais feliz!!! Gratid&atilde;o =desfrutar a eternidade no cotidiano da vida.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Textob&iacute;blico:&nbsp; Lc 17,11-19<\/span><\/b><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\"><\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Naora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/b><span class=\"apple-converted-space\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">&nbsp;<\/span><\/span><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">&Eacute; importante cuidarde nossa gratid&atilde;o, mant&ecirc;-la viva e ativa. N&atilde;o &eacute; natural que percamos a mem&oacute;ria,a consci&ecirc;ncia do muito que temos recebido e continuamos recebendo, comopossibilidades de vida e de sentido, como dons e capacidades, como criatividadee sonhos&#8230;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Cabe a n&oacute;s, como seguidores de Jesus,pensar e falar agradecidamente, ter gestos de gratuidade. Ser agradecido seaprende agradecendo e tudo se pacifica quando o gratuito marca nosso ser porinteiro. A vida nova vem da Vida recebida e partilhada; ela nos coloca acima do&ecirc;xito e do fracasso, pois est&aacute; no n&iacute;vel da gratuidade.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">&#8211; Diante d&rsquo;Aquele de quem tudo procede,fa&ccedil;a mem&oacute;ria de todos os dons recebidos, deixando brotar do seu cora&ccedil;&atilde;o umaatitude de cont&iacute;nua a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 7.5pt; text-align: justify; background: white; box-sizing: border-box; outline: none;\"><b style=\"box-sizing: border-box;outline: none\"><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\">Pe.Adroaldo Palaoro sj<\/span><\/b><span style=\"font-size:11.0pt;font-family:&quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;\"><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align:justify\"><o:p><br \/><\/o:p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[imagem1] &ldquo;&#8230;atirou-se aos p&eacute;s de Jesus, com o rosto por terra elhe agradeceu; e este era um samaritano&rdquo; A tradi&ccedil;&atilde;o judaica transmite esteensinamento:&nbsp;&ldquo;Aquele que desfruta de um bemqualquer neste mundo sem dizer antes&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":962,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/738"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=738"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/738\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/962"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=738"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=738"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=738"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}