{"id":427,"date":"2018-10-27T07:00:00","date_gmt":"2018-10-27T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/qual-o-significado-do-anel-de-tucum-usado-por-muitos-religiosos\/"},"modified":"2018-10-27T10:24:58","modified_gmt":"2018-10-27T10:24:58","slug":"qual-o-significado-do-anel-de-tucum-usado-por-muitos-religiosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/qual-o-significado-do-anel-de-tucum-usado-por-muitos-religiosos\/","title":{"rendered":"Qual o significado do anel de tucum usado por muitos religiosos?"},"content":{"rendered":"<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Historicamente falando, o <b>Anel de Tucum<\/b> nasce no tempo do Imp\u00e9rio do Brasil. Enquanto a realeza usava joias de metais e ouro, os escravos e \u00edndios, sem acesso a esses materiais, criaram o Anel do Tucum. Tucum \u00e9 uma Palmeira comum na Amaz\u00f4nia. Fizeram, ent\u00e3o, desse objeto r\u00fastico um s\u00edmbolo de amizade entre si, pactos matrimoniais e, tamb\u00e9m, de resist\u00eancia na luta por liberta\u00e7\u00e3o. Desse modo, o anel de Tucum era um s\u00edmbolo cuja linguagem, s\u00f3 eles conheciam. Um s\u00edmbolo secreto da amizade deles e de suas lutas cotidianas.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Mais tarde, os crist\u00e3os passam ater no Anel de Tucum um <b>s\u00edmbolo de f\u00e9 e compromisso<\/b>. Especialmente com a Teologia da Liberta\u00e7\u00e3o, nos anos 60,quando o apelo \u00e0s <b>causas dos mais pobres e abandonados<\/b> come\u00e7a a crescer, n\u00e3o s\u00f3 no Brasil como tamb\u00e9m em nossa Am\u00e9rica Latina. Tivemos, portanto, nesse per\u00edodo um grupo grande de pessoas dedicadas \u00e0 luta dos mais fracos, o que rendeu muitos testemunhos e mart\u00edrios.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><b>Dom Pedro Casald\u00e1liga<\/b> \u00e9 um exponente que nos retrata essas lutas.Esse ilustre Bispo Profeta, num Filme sobre o Anel de Tucum, nos apresenta o significado do anel com essas palavras: <i>\u201cAnel de Tucum \u00e9 sinal da alian\u00e7a com a causa ind\u00edgena e com as causas populares.Quem carrega esse anel significa que assumiu essas causas. E, as suas consequ\u00eancias\u201d. Dizendo isto, lan\u00e7a o convite: \u201cVoc\u00ea toparia levar um anel?Topa?\u201d.<\/i><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">As causas de ontem se encontram com as causas de hoje. Nossas lutas mudaram de cen\u00e1rios e nomes e os pobres ainda continuam exclu\u00eddos e oprimidos. Por isso, o anel de Tucum quer simbolizar uma f\u00e9 engajada, um compromisso com os pobres, com os sem voz e os sem vez, um compromisso com a<b> VIDA<\/b>!<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Jesus nos revela que Deus est\u00e1 ao lado dos pobres e quer promover sua dignidade, no rosto do pobre encontramos o rosto de Deus. <i>\u201cNa verdade vos digo: toda vez que fizestes isso a um desses mais pequenos dentre meus irm\u00e3os foi a mim que o fizestes!\u201d<\/i> (Mt 25, 40). Portanto, se nos comprometemos \u00e0s causas dos preferidos de Deus \u00e9 com Ele que nos comprometemos!<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\">Fonte: A12<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Historicamente falando, o Anel de Tucum nasce no tempo do Imp\u00e9rio do Brasil. Enquanto a realeza usava joias de metais e ouro, os escravos e \u00edndios, sem acesso a esses materiais, criaram o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":672,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/427"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=427"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/427\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7654,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/427\/revisions\/7654"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=427"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=427"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=427"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}