{"id":3257,"date":"2025-01-07T00:00:00","date_gmt":"2025-01-07T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-raimundo-de-penafort\/"},"modified":"2024-01-22T11:46:02","modified_gmt":"2024-01-22T11:46:02","slug":"sao-raimundo-de-penafort","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-raimundo-de-penafort\/","title":{"rendered":"S\u00c3O RAIMUNDO DE PE\u00d1AFORT"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">Raimundo era um fidalgo espanhol descendente dos reis de Arag&atilde;o. Nasceu em 1175 e desde muito pequeno interessou-se pela vida religiosa e pelos estudos. Foi um &oacute;timo professor de artes e direito e nunca deixou de cuidar das pessoas mais pobres.&nbsp;<\/p>\n<p>Em 1220 foi ordenado sacerdote e vig&aacute;rio geral da diocese de Barcelona. Depois foi convocado para servir em Roma a pedido do Papa Greg&oacute;rio IX, do qual foi confessor cerca de oito anos. Estando ao lado do papa o exortava para que recebesse os pobres com a mesma dignidade com que acolhia os mais ricos.&nbsp;<\/p>\n<p>N&atilde;o aceitou ser ordenado bispo por considerar-se indigno do cargo. Na mesma &eacute;poca ajudou Pedro Nolasco, que tamb&eacute;m seria santo, a redigir as constitui&ccedil;&otilde;es da nascente Ordem da M&ecirc;rc&ecirc;s para a Reden&ccedil;&atilde;o dos Cativos.&nbsp;<\/p>\n<p>Com a chegada dos dominicanos em Barcelona, Raimundo volta para sua terra natal e torna-se um religioso, chegando depois a ser superior da Ordem na Espanha. Neste cargo foi zeloso e amigo de todos seus s&uacute;ditos.&nbsp;<\/p>\n<p>Por inspira&ccedil;&atilde;o, aos setenta anos, Raimundo voltou ao ensino. Fundou dois semin&aacute;rios onde o ensino era dado em hebraico e &aacute;rabe, para atrair judeus e mouros ao Cristianismo. Raimundo de Penhaforte morreu com cem anos, em janeiro de 1275.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>REFLEX&Atilde;O<\/strong>&nbsp;Amor a Deus, prepara&ccedil;&atilde;o pessoal e zelo pelo pr&oacute;ximo foram marcas registradas da vida de Raimundo Penhaforte. Estes tr&ecirc;s elementos juntos s&atilde;o certamente a base de uma vida crist&atilde; digna e frutuosa. Que tal fazer de nossa vida uma profunda experi&ecirc;ncia de amor a Deus e aos irm&atilde;os?<\/p>\n<\/p>\n<p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>ORA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>&nbsp;Senhor, que destes a S&atilde;o Raimundo de Penhaforte a virtude de uma admir&aacute;vel miseric&oacute;rdia para com os pecadores e os prisioneiros, dignai-Vos, por sua intercess&atilde;o, quebrar as cadeias dos nossos pecados para podermos cumprir livremente a vossa vontade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Verdana, sans-serif; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Pe. Evaldo C&eacute;sar de souza, CSsR<\/span><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Raimundo era um fidalgo espanhol descendente dos reis de Arag&atilde;o. Nasceu em 1175 e desde muito pequeno interessou-se pela vida religiosa e pelos estudos. Foi um &oacute;timo professor de artes e direito e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3270,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3257"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3257"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3257\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9715,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3257\/revisions\/9715"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3270"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3257"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3257"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3257"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}