{"id":3244,"date":"2025-01-15T00:00:00","date_gmt":"2025-01-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-mauro-amaro\/"},"modified":"2024-01-22T11:45:36","modified_gmt":"2024-01-22T11:45:36","slug":"sao-mauro-amaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-mauro-amaro\/","title":{"rendered":"S\u00c3O MAURO (AMARO)"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">Hoje celebramos a festa de Santo Amaro, tamb&eacute;m conhecido como s&atilde;o Mauro. Ele nasceu na cidade de Roma, filho de um senador, no ano de 512. Aos doze anos, teve um sonho, onde Deus o chamava a santidade. Resolveu ent&atilde;o entrar num mosteiro beneditino. Foi o pr&oacute;prio S&atilde;o Bento que ajudou a forma&ccedil;&atilde;o de Amaro e de seu primo Pl&aacute;cido, tamb&eacute;m canonizado pela Igreja.&nbsp;<\/p>\n<p>Conta-nos uma lend&aacute;ria tradi&ccedil;&atilde;o que um dia, ao caminhar pelo jardim, S&atilde;o Bento teve uma vis&atilde;o do jovem Pl&aacute;cido se afogando. Imediatamente chamou Amaro e pediu-lhe para socorr&ecirc;-lo. Amaro se concentrou de tal maneira e agiu t&atilde;o rapidamente, que nem percebeu que andava sobre as &aacute;guas daquele riacho, depois puxou o primo pelos cabelos e o levou para a terra firme.&nbsp;<\/p>\n<p>Amaro se tornou o disc&iacute;pulo predileto de S&atilde;o Bento e o acompanhou para o mosteiro de Montecassino, quando l&aacute; se fixaram, sendo nomeado o primeiro superior e administrador. Os registros mostram que Amaro era um homem virtuoso, modelo de obedi&ecirc;ncia, humildade e caridade.&nbsp;<\/p>\n<p>O primeiro mosteiro beneditino em terras francesas tamb&eacute;m foi fundado por Amaro. Foi neste lugar que Amaro morreu, depois que contraiu a peste. Ele agonizou durante cinco meses, morrendo santamente em 15 de janeiro de 584.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>REFLEX&Atilde;O<\/strong>&nbsp;Amaro ou Mauro &eacute; uma palavra que significa Amargo. O significado de seu nome condiz bem com os trope&ccedil;os e dificuldades que encontrou ao longo de sua vida. Era de tamanha docilidade e virtude que seus mestres o recomendavam como exemplo a outros monges.<\/p>\n<\/p>\n<p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>ORA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>&nbsp;&Oacute; Deus, concedei-nos, pelo exemplo de Santo Amaro a gra&ccedil;a de imit&aacute;-lo em toda a sua vida, para que possamos ser firmes nos caminhos do Cristo pobre, humilde e obediente. Possamos, tamb&eacute;m, seguir nossa voca&ccedil;&atilde;o com fidelidade e chegar &agrave; perfei&ccedil;&atilde;o que nos propusestes em Vosso Filho. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Verdana, sans-serif; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Pe. Evaldo C&eacute;sar de souza, CSsR<\/span><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hoje celebramos a festa de Santo Amaro, tamb&eacute;m conhecido como s&atilde;o Mauro. Ele nasceu na cidade de Roma, filho de um senador, no ano de 512. Aos doze anos, teve um sonho, onde&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3251,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3244"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3244"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3244\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9697,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3244\/revisions\/9697"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3251"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3244"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3244"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3244"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}