{"id":3236,"date":"2025-01-18T00:00:00","date_gmt":"2025-01-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-margarida-da-hungria\/"},"modified":"2024-01-22T11:45:27","modified_gmt":"2024-01-22T11:45:27","slug":"santa-margarida-da-hungria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-margarida-da-hungria\/","title":{"rendered":"SANTA MARGARIDA DA HUNGRIA"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">Margarida era uma princesa, filha do rei da Hungria, de origem bizantina. Ela nasceu em 1242, logo foi batizada, pois os reis eram fervorosos crist&atilde;os. Aos dez anos, o casal real a entregou para viver e ser preparada para os votos religiosos.<\/p>\n<p>Dois anos depois, fez a profiss&atilde;o de f&eacute; de religiosa e em 1261, tomou o v&eacute;u definitivo, entregando seu cora&ccedil;&atilde;o e sua vida a servi&ccedil;o do Senhor. Tinha especial devo&ccedil;&atilde;o pela Eucaristia e Paix&atilde;o de Cristo. Ela foi um exemplo de humildade e virtude para as outras religiosas. Rezava sempre e fazia muitas penit&ecirc;ncias.&nbsp;<\/p>\n<p>Margarida, ainda que fosse princesa, n&atilde;o teve uma forma&ccedil;&atilde;o intelectual primorosa. Sua instru&ccedil;&atilde;o se limitou ao conhecimento prim&aacute;rio da escrita e da leitura. Ela pedia que lhe lessem as Sagradas Escrituras e confiava sua dire&ccedil;&atilde;o espiritual ao seu confessor.&nbsp;<\/p>\n<p>Amava a pobreza e nada poss&uacute;ia de seu. Sua vida contemplativa a fez receber o dom das vis&otilde;es. Ela se tornou uma das grandes m&iacute;sticas medievais da Europa, respeitada e amada pelas comunidades religiosas, pela corte e popula&ccedil;&atilde;o. Morreu em 18 de janeiro de 1270.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>REFLEX&Atilde;O<\/strong>&nbsp;O desejo de servir a Deus pela pobreza e dedica&ccedil;&atilde;o ao pr&oacute;ximo santificou e santifica muitos homens e mulheres ao longo dos anos. A vida de Santa Margarida &eacute; um belo exemplo de como pelo amor a Deus nossa vida pode alcan&ccedil;ar a mais completa felicidade, ainda que cercada de sofrimentos e dores.<\/p>\n<\/p>\n<p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>ORA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>&nbsp;&Oacute; Deus de miseric&oacute;rdia e de bondade, compadecei-vos de todos os que sofrem, os que choram, os que passam por duras prova&ccedil;&otilde;es. Eu vos pe&ccedil;o, Senhor, fortalecei-os na f&eacute;, para que busquem vossa vontade e estejam dispostos a acolh&ecirc;-la. Am&eacute;m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Verdana, sans-serif; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Pe. Evaldo C&eacute;sar de souza, CSsR<\/span><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Margarida era uma princesa, filha do rei da Hungria, de origem bizantina. Ela nasceu em 1242, logo foi batizada, pois os reis eram fervorosos crist&atilde;os. Aos dez anos, o casal real a entregou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3239,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3236"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3236"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3236\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9700,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3236\/revisions\/9700"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3239"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3236"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3236"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3236"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}