{"id":3232,"date":"2025-01-21T00:00:00","date_gmt":"2025-01-21T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-ines\/"},"modified":"2024-01-22T11:45:17","modified_gmt":"2024-01-22T11:45:17","slug":"santa-ines","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-ines\/","title":{"rendered":"SANTA IN\u00caS"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">In&ecirc;s pertencia &agrave; uma rica, nobre e crist&atilde; fam&iacute;lia romana. Isso lhe possibilitou receber uma bela educa&ccedil;&atilde;o. Tinha apenas 13 anos quando foi denunciada como crist&atilde;. Tudo porque n&atilde;o aceitou casar-se com o prefeito de Roma.&nbsp;<\/p>\n<p>A narra&ccedil;&atilde;o que nos chegou conta que o rapaz tentou a todo custo casar-se com In&ecirc;s, mas nada convencia In&ecirc;s. Um dia tentou agarr&aacute;-la a for&ccedil;a e acabou sendo atingido por um raio. O pai do rapaz suplicou a In&ecirc;s que recuperasse a vida do filho. In&ecirc;s, armada de f&eacute;, rezou e trouxe de novo respira&ccedil;&atilde;o ao rapaz.&nbsp;<\/p>\n<p>Diante disso, o rapaz converteu-se, mas o pai, endurecido de cora&ccedil;&atilde;o, passou a perseguir In&ecirc;s. Acabou presa, mas nem sob tortura renegou a f&eacute; em Cristo. Arrastada violentamente at&eacute; a presen&ccedil;a de um &iacute;dolo pag&atilde;o, para que o adorasse, In&ecirc;s se manteve firme em suas ora&ccedil;&otilde;es &agrave; Cristo. Depois foi levada &agrave; uma casa de prostitui&ccedil;&atilde;o, para que fosse possu&iacute;da &agrave; for&ccedil;a, mas ningu&eacute;m ousou tocar sequer num fio de seu cabelo.&nbsp;<\/p>\n<p>Num ato de desespero, o prefeito mandou decapitar a jovem menina, que tornou-se uma das m&aacute;rtires mais conhecidas do cristianismo. Na arte, Santa In&ecirc;s &eacute; comumente representada com uma ovelha, e uma palma, sendo que a ovelha sugere sua castidade e inoc&ecirc;ncia.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp;REFLEX&Atilde;O<\/strong>&nbsp;A santidade &eacute; o ideal do crist&atilde;o. Todos somos chamados a ser santos, realizando em nossas vidas o projeto sonhado por Deus. A exemplo de santa In&ecirc;s fa&ccedil;amos gestos e palavras de amor ao pr&oacute;ximo, sobretudo os mais abandonados.<\/p>\n<\/p>\n<p><p style=\"text-align: justify;\"><strong>ORA&Ccedil;&Atilde;O<\/strong>&nbsp;Senhor nosso Deus, que deste Santa In&ecirc;s como modelo e guia a numerosas virgens, concedei que conservemos sempre bem vivo aquele esp&iacute;rito ser&aacute;fico, que ela ensinou com sabedoria e confirmou com magn&iacute;ficos exemplos de santidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Pe. Evaldo C&eacute;sar de souza, CSsR<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4 style=\"text-align: right;\">&nbsp;<\/h4><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>In&ecirc;s pertencia &agrave; uma rica, nobre e crist&atilde; fam&iacute;lia romana. Isso lhe possibilitou receber uma bela educa&ccedil;&atilde;o. Tinha apenas 13 anos quando foi denunciada como crist&atilde;. Tudo porque n&atilde;o aceitou casar-se com o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3240,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3232"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3232"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3232\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9710,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3232\/revisions\/9710"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3232"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3232"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3232"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}