{"id":3212,"date":"2024-01-30T00:00:00","date_gmt":"2024-01-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-jacinta-de-marescotti\/"},"modified":"2024-01-22T11:44:13","modified_gmt":"2024-01-22T11:44:13","slug":"santa-jacinta-de-marescotti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-jacinta-de-marescotti\/","title":{"rendered":"SANTA JACINTA DE MARESCOTTI"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Jacinta era uma nobre da fam\u00edlia Marescotti, da alta aristocracia romana. Sua fam\u00edlia tinha fortes v\u00ednculos com a vida crist\u00e3 e esta heran\u00e7a ela recebeu de seus pais.&nbsp;<\/p>\n<p>Jacinta foi batizada com o nome de Clarice. Recebeu uma educa\u00e7\u00e3o refinada. Ainda menina, foi entregue pelos pais a religiosas franciscanas, mas ela n\u00e3o demonstrava desejo de ser religiosa.&nbsp;<\/p>\n<p>Muito bonita, culta e independente, Jacinta levava uma vida cheia de luxo e vaidades. Sonhava com um matrim\u00f4nio e n\u00e3o com a vida religiosa. Sua primeira decep\u00e7\u00e3o foi quando sua irm\u00e3 mais nova se casou com um marqu\u00eas, que ela pretendia conquistar. Jacinta assumiu uma atitude mais altiva e insolente, freq\u00fcentando todas as divers\u00f5es que a sociedade oferecia.&nbsp;<\/p>\n<p>Jacinta, mesmo dentro do convento, vivia de vaidade. N\u00e3o respeitou o voto de pobreza, vivendo num quarto decorado com luxo e usando roupas de seda. Mas Deus havia reservado o momento certo para a convers\u00e3o definitiva de Jacinta.&nbsp;<\/p>\n<p>A not\u00edcia do assassinato de seu pai e em seguida, uma grave doen\u00e7a, levaram Jacinta a mudar de vida. sinceramente se arrependeu, pedindo perd\u00e3o a toda a comunidade. A partir da\u00ed tornou-se exemplo her\u00f3ico de mortifica\u00e7\u00e3o e pobreza.&nbsp;<\/p>\n<p>Faleceu em 30 de janeiro de 1640.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp;REFLEX\u00c3O<\/strong>&nbsp;Jacinta disse certa vez que o tipo de gente que mais a agradava eram os desprezados, os destitu\u00eddos de orgulho e de prepot\u00eancia. Para ela o verdadeiro sinal do Esp\u00edrito de Deus era carregar sua cruz sem lam\u00farias, enfrentar o sofrimento e perseverar firmemente na ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>ORA\u00c7\u00c3O<\/strong>&nbsp;\u00d3 Deus, que prometestes habitar nos cora\u00e7\u00f5es puros, dai-nos, pela intercess\u00e3o de Santa Jacinta de Marescotti, viver de tal modo que possais fazer em n\u00f3s a vossa morada. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp\u00edrito Santo. Am\u00e9m.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><span style=\"font-size: 8pt; line-height: 115%; font-family: Verdana, sans-serif; background-image: initial; background-attachment: initial; background-size: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-position: initial; background-repeat: initial;\">Colabora\u00e7\u00e3o: Pe. Evaldo C\u00e9sar de souza, CSsR<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jacinta era uma nobre da fam\u00edlia Marescotti, da alta aristocracia romana. Sua fam\u00edlia tinha fortes v\u00ednculos com a vida crist\u00e3 e esta heran\u00e7a ela recebeu de seus pais.&nbsp; Jacinta foi batizada com o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3222,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3212"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3212"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3212\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17384,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3212\/revisions\/17384"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3222"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3212"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3212"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3212"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}