{"id":3149,"date":"2024-03-01T00:00:00","date_gmt":"2024-03-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santo-albino\/"},"modified":"2024-01-22T11:42:23","modified_gmt":"2024-01-22T11:42:23","slug":"santo-albino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santo-albino\/","title":{"rendered":"SANTO ALBINO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Temos oito santos com o nome de Albino. Hoje celebramos Albino, bispo de Angers. Santo Albino nasceu em quatrocentos e sessenta e nove, em Vannes, na Bretanha. Era filho de uma fam&iacute;lia de nobres. <\/p>\n<p>Tornou-se monge, sendo mais tarde escolhido para abade do mosteiro de Tintillant. Por trinta e cinco anos dirigiu a abadia. Para tornar-se monge teve que abandonar t&iacute;tulos e uma rica heran&ccedil;a. <\/p>\n<p>J&aacute; era um sexagen&aacute;rio quando foi nomeado bispo de Angers, na Fran&ccedil;a. <\/p>\n<p>Foi sagrado por Mel&acirc;nio, bispo de Rennes. Fez-se o pai e irm&atilde;o dos pobres, dos humildes, dos injusti&ccedil;ados. Trabalhou incansavelmente pela moraliza&ccedil;&atilde;o dos costumes, opondo-se &agrave;s liga&ccedil;&otilde;es incestuosas dos ricos senhores que tomavam como esposas as pr&oacute;prias irm&atilde;s ou filhas. Para combater este costume condenado pela Igreja, S&atilde;o Albino convocou dois conc&iacute;lios regionais. <\/p>\n<p>A piedade popular atribui-lhe fatos miraculosos, como o desmoronamento das portas da pris&atilde;o, a liberta&ccedil;&atilde;o dos encarcerados e a morte de um soldado com um &uacute;nico sopro de sua boca. Foi, sem d&uacute;vida, um dos santos mais populares da Idade M&eacute;dia. <\/p>\n<p>Santo Albino faleceu no dia primeiro de mar&ccedil;o de quinhentos e cinq&uuml;enta. Seis anos depois de sua morte j&aacute; lhe foi constru&iacute;da uma igreja em Angers, e sua fama de santidade espalhou-se rapidamente. &nbsp;<\/p>\n<p><strong><span class=\"title\">REFLEX&Atilde;O<\/span><\/strong> &ldquo;Quem quiser me seguir tome sua cruz e ponha-se no caminho atr&aacute;s de mim&rdquo;. O convite de Jesus continua ressoando ainda hoje nos ouvidos mais atentos. Santo Albino soube ouvir e acolher o chamado de Jesus e deixou todas as riquezas para servir somente ao Reino de Deus. Cada um de n&oacute;s tamb&eacute;m &eacute; convidado ao seguimento de Jesus Cristo. Que Santo Albino auxilie-nos na dif&iacute;cil tarefa de tudo deixar por amor ao Cristo.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">ORA&Ccedil;&Atilde;O<\/span><\/strong> &Oacute; Deus, que aos vossos pastores associastes Santo Albino, animado de ardente caridade e da f&eacute; que vence o mundo, dai-nos, por sua intercess&atilde;o, perseverar na caridade e na f&eacute;, para participarmos de sua gl&oacute;ria. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Padre Evaldo C&eacute;sar de Souza, CSsR<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Temos oito santos com o nome de Albino. Hoje celebramos Albino, bispo de Angers. Santo Albino nasceu em quatrocentos e sessenta e nove, em Vannes, na Bretanha. Era filho de uma fam&iacute;lia de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3160,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3149"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3149"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3149\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9776,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3149\/revisions\/9776"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3160"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3149"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3149"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3149"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}