{"id":3125,"date":"2024-03-14T00:00:00","date_gmt":"2024-03-14T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-matilde\/"},"modified":"2024-01-22T11:41:41","modified_gmt":"2024-01-22T11:41:41","slug":"santa-matilde","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-matilde\/","title":{"rendered":"SANTA MATILDE"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Santa Matilde nasceu em 895. Casou-se aos 14 anos com Henrique, rei da Germ&acirc;nia, com quem teve dois filhos: Oton e Henrique. <br \/>Matilde aprendeu a ler e escrever depois de casada. Utilizava seu patrim&ocirc;nio em favor dos necessitados, sendo tamb&eacute;m bastante atuante nas quest&otilde;es pol&iacute;ticas. Em 936 morre Henrique, seu marido, e Oton &eacute; coroado imperador em Roma. <br \/>Santa Matilde dizia aos filhos: &#8220;Meus queridos filhos, gravai bem no vosso cora&ccedil;&atilde;o o temor de Deus. Ele &eacute; o Rei e Senhor verdadeiro, que d&aacute; poder e dignidade perec&iacute;veis. Feliz aquele que prepara sua eterna salva&ccedil;&atilde;o&#8221;. <br \/>A partir da morte do marido o seu calv&aacute;rio come&ccedil;ou, ao ponto de ser tra&iacute;da pelos filhos, com a falsa acusa&ccedil;&atilde;o de que estaria esbanjando os bens com os pobres. Ela foi exilada e seus bens confiscados. <br \/>Mais tarde, seus filhos a anistiaram e lhe devolveram os bens. Santa Matilde empregou seu patrim&ocirc;nio na constru&ccedil;&atilde;o de hospitais, mosteiros e igrejas. <br \/>Retirou-se para um convento onde faleceu a 14 de mar&ccedil;o de 968, sendo sepultada ao lado do marido. <br \/>A imagem de Santa Matilde traz uma igreja e uma carteira nas m&atilde;os, representando a caridade para com os pobres.&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/h5>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\" style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span class=\"title\"> REFLEX&Atilde;O<\/span><\/strong> Santa Matilde destacou-se pela sua caridade sem limites. Tudo fazia em favor dos mais pobres, utilizando para isso as riquezas de que dispunha. Seus gestos neste mundo abriram para ela a heran&ccedil;a eterna e o reino do C&eacute;u. Nem sempre somos capazes de dividir o que temos e muitas vezes acumulamos mais do que necessitamos para uma vida digna. Que tal deixar que o esp&iacute;rito da caridade e do despojamento tome conta de n&oacute;s?<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span class=\"title\">ORA&Ccedil;&Atilde;O<\/span><\/strong> Senhor Jesus, a falta de solidariedade &eacute; o grande mal da humanidade. Perdoai-nos por nos fecharmos em n&oacute;s mesmos, por nos preocuparmos somente com o que nos rodeia, nos negando-nos a estender a m&atilde;o at&eacute; mesmo &agrave;queles que nos s&atilde;o mais caros. Pelos m&eacute;ritos de Santa Matilde, nobreza de pessoa e de alma, n&oacute;s Vos rogamos a gra&ccedil;a de bem administrarmos os talentos e bens que de nosso Pai Celeste recebemos. Am&eacute;m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Padre Evaldo C&eacute;sar de Souza, CSsR<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Matilde nasceu em 895. Casou-se aos 14 anos com Henrique, rei da Germ&acirc;nia, com quem teve dois filhos: Oton e Henrique. Matilde aprendeu a ler e escrever depois de casada. Utilizava seu&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3128,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3125"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3125"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3125\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9763,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3125\/revisions\/9763"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3128"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3125"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3125"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3125"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}