{"id":3040,"date":"2024-05-03T00:00:00","date_gmt":"2024-05-03T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=3040"},"modified":"2024-01-22T11:37:50","modified_gmt":"2024-01-22T11:37:50","slug":"sao-filipe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-filipe\/","title":{"rendered":"S\u00c3O FILIPE"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Filipe nasceu em Betsaida, na Galil&eacute;ia, foi um dos primeiros disc&iacute;pulos de Jesus. Seu nome ocupa sempre o quinto lugar nas listas dos ap&oacute;stolos e &eacute; mencionado mais de uma vez no Evangelho. Os poucos elementos fornecidos pelo Evangelho, nos permite esbo&ccedil;ar o perfil espiritual do ap&oacute;stolo Filipe, homem simples e aberto, prim&aacute;rio e sincero que gozou da intimidade espont&acirc;nea com Jesus. Ele era da mesma cidade de Pedro e Andr&eacute;, e talvez fosse tamb&eacute;m pescador. As Sagradas Escrituras nos contam que Filipe, ap&oacute;s ter sido chamado diretamente por Jesus, ao encontrar Natanael lhe comunica a not&iacute;cia: &#8220;Achamos aquele de quem Mois&eacute;s escreveu na lei e que os profetas anunciaram: &eacute; Jesus de Nazar&eacute;, filho de Jos&eacute;&#8221; (Jo 1, 45-46). Em outra passagem, Jo&atilde;o nos conta que foi Filipe quem perguntou a Jesus, no dia do milagre da multiplica&ccedil;&atilde;o dos p&atilde;es, como faria para alimentar tanta gente com t&atilde;o poucos p&atilde;es. A &uacute;ltima interven&ccedil;&atilde;o dele aconteceu durante a &uacute;ltima Ceia. Os ap&oacute;stolos escutavam atentos as palavras de despedida do Mestre, quando Filipe lhe pediu um esclarecimento: &#8220;Senhor, mostra-nos o Pai e isto nos basta&#8221;. Jesus respondeu: &#8220;Filipe h&aacute; tanto tempo que convivo convosco e ainda n&atilde;o me conheceis? Quem me viu, viu o Pai. N&atilde;o cr&ecirc;s que eu estou no Pai e o Pai est&aacute; em mim?&#8221; (Jo 14,8). Nada sabemos dele depois da Ressurrei&ccedil;&atilde;o. Segundo a tradi&ccedil;&atilde;o ele foi enviado para pregar o Evangelho na &Aacute;sia Menor. Filipe foi respons&aacute;vel pela convers&atilde;o de muitos pag&atilde;os ao cristianismo. Conta uma tradi&ccedil;&atilde;o que ele morreu crucificado de cabe&ccedil;a para baixo, aos 87 anos no tempo do imperador Domiciano. As suas rel&iacute;quias teriam sido transportadas a Roma e colocadas juntas com as de S&atilde;o Tiago Menor, na igreja dos santos Ap&oacute;stolos. Este seria o motivo pelo qual a Igreja latina festeja os dois ap&oacute;stolos no mesmo dia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Reflex&atilde;o:<\/strong> No escudo que simboliza S&atilde;o Filipe aparecem dois p&atilde;es e uma cruz. Os p&atilde;es lembram o coment&aacute;rio de Filipe para Jesus, diante da multid&atilde;o, para qual Jesus multiplicou os p&atilde;es. A cruz lembra o seu mart&iacute;rio. O apostolado de Filipe foi fecundo e fiel. Filipe acompanhou Jesus durante sua vida e depois da ressurrei&ccedil;&atilde;o fez-se mission&aacute;rio na &Aacute;frica e &Aacute;sia. Recorremos hoje a S&atilde;o Filipe, pedindo que ele nos inspire o zelo mission&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> &Oacute; Deus, que a vossa Igreja exulte sempre no constante louvor dos Santos Filipe e Tiago Menor, para que, sustentada por sua doutrina e intercess&atilde;o, seja fiel a seus ensinamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Padre Evaldo C&eacute;sar de Souza, CSsR<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filipe nasceu em Betsaida, na Galil&eacute;ia, foi um dos primeiros disc&iacute;pulos de Jesus. Seu nome ocupa sempre o quinto lugar nas listas dos ap&oacute;stolos e &eacute; mencionado mais de uma vez no Evangelho&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3041,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3040"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3040"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3040\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9829,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3040\/revisions\/9829"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3041"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3040"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3040"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3040"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}