{"id":3034,"date":"2024-05-06T00:00:00","date_gmt":"2024-05-06T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=3034"},"modified":"2024-01-22T11:37:39","modified_gmt":"2024-01-22T11:37:39","slug":"sao-domingos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-domingos\/","title":{"rendered":"S\u00c3O DOMINGOS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">S&aacute;vio Domingos S&aacute;vio nasceu em 2 de abril de 1842, em Riva, na It&aacute;lia. Era filho de pais muito pobres, um ferreiro e uma costureira, crist&atilde;os muito devotos. Ao fazer a primeira comunh&atilde;o, com sete anos, jurou para si mesmo o que seria seu modelo de vida: &#8220;Antes morrer do que pecar&#8221;. Cumpriu-o integralmente enquanto viveu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos registros da Igreja, encontramos que, com dez anos, chamou para ele pr&oacute;prio a culpa de uma falta que n&atilde;o cometera, s&oacute; porque o companheiro de escola que o fizera tinha maus antecedentes e poderia ser expulso do col&eacute;gio. J&aacute; para si, Domingos sabia que o perd&atilde;o dos superiores seria mais f&aacute;cil de ser alcan&ccedil;ado. Em outra ocasi&atilde;o, colocou-se entre dois alunos que brigavam e amea&ccedil;avam atirar pedras um no outro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Atirem a primeira pedra em mim&#8221; disse, acabando com a briga.&nbsp;Esses fatos n&atilde;o passaram despercebidos pelo seu professor e orientador espiritual, Jo&atilde;o Bosco, que a Igreja declarou santo, que encaminhou o rapaz para a vida religiosa. No dia 8 de dezembro de 1954, quando foi proclamado o dogma da Imaculada Concei&ccedil;&atilde;o, Domingos S&aacute;vio se consagrou &agrave; Maria, come&ccedil;ando a avan&ccedil;ar para o caminho da santidade. Em 1856, fundou entre os amigos a &#8220;Companhia da Imaculada&#8221;, para uma a&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica de grupo, onde rezavam cantando para Nossa Senhora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas Domingos S&aacute;vio tinha um sentimento: n&atilde;o conseguiria tornar-se sacerdote. Estava t&atilde;o certo disso que, quando caiu doente, despediu-se definitivamente de seus colegas, prometendo encontr&aacute;-los quando estivessem todos na eternidade, ao lado de Deus. Ficou de cama e, ap&oacute;s uma das muitas visitas do m&eacute;dico, pediu ao pai para rezar com ele, pois n&atilde;o teria tempo para falar com o p&aacute;roco. Terminada a ora&ccedil;&atilde;o, disse estar tendo uma linda vis&atilde;o e morreu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Era o dia 9 de mar&ccedil;o de 1857. Domingos S&aacute;vio tinha dois sonhos na vida, tornar-se padre e alcan&ccedil;ar a santidade. O primeiro n&atilde;o conseguiu porque a terr&iacute;vel doen&ccedil;a o levou antes, mas o sonho maior foi alcan&ccedil;ado com uma vida exemplar. Curta, pois morreu com quinze anos de idade, mas perfeita para os par&acirc;metros da Igreja, que o canonizou em 1957. Nessa solenidade, o papa Pio XII o definiu como &#8220;pequeno, por&eacute;m um grande gigante de alma&#8221; e o declarou padroeiro dos cantores infantis. Suas rel&iacute;quias s&atilde;o veneradas na bas&iacute;lica de Nossa Senhora Auxiliadora, em Torino, It&aacute;lia, n&atilde;o muito distantes do seu professor e bi&oacute;grafo s&atilde;o Jo&atilde;o Bosco. A sua festa foi marcada para o dia 6 de maio.<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Padre Evaldo C&eacute;sar de Souza, CSsR<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S&aacute;vio Domingos S&aacute;vio nasceu em 2 de abril de 1842, em Riva, na It&aacute;lia. Era filho de pais muito pobres, um ferreiro e uma costureira, crist&atilde;os muito devotos. 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