{"id":3030,"date":"2024-05-08T00:00:00","date_gmt":"2024-05-08T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=3030"},"modified":"2024-01-22T11:37:34","modified_gmt":"2024-01-22T11:37:34","slug":"sao-vitor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-vitor\/","title":{"rendered":"S\u00c3O V\u00cdTOR"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">V&iacute;tor era africano. Foi batizado ainda crian&ccedil;a e quando ficou adulto ingressou no ex&eacute;rcito do imperador Maximiano. O destacamento em de V&iacute;tor se estabeleceu em Mil&atilde;o, na It&aacute;lia. Entretanto o imperador exigia que todos os soldados, antes de irem para a batalha, oferecessem sacrif&iacute;cios aos deuses pag&atilde;os do imp&eacute;rio. Os que se recusavam eram condenados &agrave; morte. Pois V&iacute;tor se recusou, mantendo e reafirmando sua f&eacute; crist&atilde;. Ele foi levado ao tribunal e interrogado. Confessou a f&eacute;, apesar de manter fidelidade militar ao imperador. Mesmo assim foi encarcerado, permanecendo por seis dias sem comida ou &aacute;gua. Essa cadeia onde ficou, ao lado da Porta Romana, at&eacute; hoje &eacute; tristemente conhecida como o c&aacute;rcere de S&atilde;o V&iacute;tor. Findo esse prazo V&iacute;tor foi arrastado pelas ruas da cidade. Foi severamente flagelado, mas manteve-se firme. Levado de volta ao c&aacute;rcere, teve as feridas cobertas por chumbo derretido, mas o soldado africano saiu ileso do pavoroso castigo. Rapidamente V&iacute;tor se recuperou e, na primeira oportunidade, fugiu da cadeia. Acabou descoberto, levado a uma floresta pr&oacute;xima e decapitado. Era dia 08 de maio de 303. No lugar de sua sepultura foi erguida uma igreja. Ali&aacute;s h&aacute; em Mil&atilde;o, v&aacute;rias outras igrejas e monumentos erguidos em sua homenagem. V&iacute;tor &eacute; um dos Santos mais amados e venerados pelos habitantes de Mil&atilde;o. &Eacute; invocado como o padroeiro dos prisioneiros e exilados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Reflex&atilde;o:<\/strong> Convido voc&ecirc; para que hoje pensemos em todos os homens e mulheres que s&atilde;o prisioneiros e est&atilde;o encarcerados. Sabemos que nosso sistema penitenci&aacute;rio n&atilde;o possibilita a recupera&ccedil;&atilde;o de ningu&eacute;m. Ao contr&aacute;rio, &eacute; uma escola de crime. Tamb&eacute;m rezamos pelos agentes penitenci&aacute;rios, desde policiais at&eacute; os carcereiros, para que aprendam a cuidar da vida humana independente da situa&ccedil;&atilde;o em que ela se encontra. Todos, algozes e criminosos, merecem ser embebidos pela justi&ccedil;a e dignidade de filhos de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> S&atilde;o V&iacute;tor, quanto sofrestes para testemunhar vossa f&eacute; em Cristo! Pe&ccedil;o-Vos, ap&oacute;s louvar vossas virtudes t&atilde;o preciosas, que intercedais junto a Deus para que haja uma grande mudan&ccedil;a em nossos sistemas penitenci&aacute;rios. Que a ociosidade seja completamente extinta. Concede a gra&ccedil;a da convers&atilde;o aos delegados e policiais, para que aprendam a adquirir uma escala de valores realmente crist&atilde;, e que a criminalidade seja substitu&iacute;da pela paz. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Padre Evaldo C&eacute;sar de Souza, CSsR<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>V&iacute;tor era africano. 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