{"id":3022,"date":"2024-05-12T00:00:00","date_gmt":"2024-05-12T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=3022"},"modified":"2024-01-22T11:37:21","modified_gmt":"2024-01-22T11:37:21","slug":"joana-de-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/joana-de-portugal\/","title":{"rendered":"JOANA DE PORTUGAL"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Santa Joana nasceu no dia 6 de fevereiro de 1452. Filha primog&ecirc;nita do rei D. Afonso V, rei de Portugal, possu&iacute;a grande beleza e personalidade marcante. Desejosa de se consagrar a Deus na Ordem dominicana, precisou vencer a resist&ecirc;ncia do pai que desejavam um casamento vantajoso para ela. Aos dezenove anos de idade, Joana habilmente convenceu seu pai de oferecer &agrave; Deus sua &uacute;nica filha em agradecimento &agrave;s muitas e recentes vit&oacute;rias que ele tinha conquistado. O comovente pedido da filha fez Afonso V perceber que o seu chamado &agrave; vida religiosa era verdadeiro e consentiu que a princesa entrasse no Mosteiro. Levava vida penitente, passando as noites em ora&ccedil;&atilde;o. Jejuava freq&uuml;entemente e como ins&iacute;gnia real usava uma coroa de espinhos. Os pobres, os enfermos, os presos, os religiosos viam nela a sua protetora e amparo. Conservava um livro onde ela anotava os nomes de todos os necessitados, o grau de pobreza de cada um e o dia em que deveria ser dada a esmola. Viveu despojada de tudo at&eacute; a morte, no dia 12 de maio de 1490. Em vida amada pelo povo por sua santidade, ap&oacute;s sua morte a princesa Joana passou a ser venerada e cultuada pelos milagres que ocorriam por sua intercess&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Reflex&atilde;o:<\/strong> Deus nos chama para coisas grandes e importantes. Para cada um de n&oacute;s Deus reserva surpresas durante a vida. Quando percebemos que o maior dom de Deus &eacute; buscar a verdadeira felicidade, n&oacute;s somos capazes de deixar de lado as gl&oacute;rias e riquezas, e correr ao encontro do Reino de Deus. Buscai primeiro o Reino de Deus e tudo mais ser&aacute; acrescentado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> Santa Joana de Portugal, v&oacute;s que tudo tivestes para imperar como soberana entre honras e riquezas, v&oacute;s que escolhestes os pobres como um de vossos maiores amores, v&oacute;s que em tudo procurastes proceder como Jesus, eu vos louvo profundamente pela vida que abra&ccedil;astes e vos pe&ccedil;o com todo o cora&ccedil;&atilde;o, que intercedais por mim a Deus, para que tamb&eacute;m eu e toda a humanidade possamos ter este grande desejo de santidade acima de todas as coisas. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Padre Evaldo C&eacute;sar de Souza, CSsR<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Joana nasceu no dia 6 de fevereiro de 1452. Filha primog&ecirc;nita do rei D. Afonso V, rei de Portugal, possu&iacute;a grande beleza e personalidade marcante. Desejosa de se consagrar a Deus na&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3023,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3022"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3022"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3022\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9820,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3022\/revisions\/9820"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3023"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3022"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3022"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3022"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}