{"id":3010,"date":"2024-05-18T00:00:00","date_gmt":"2024-05-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=3010"},"modified":"2024-01-22T11:37:01","modified_gmt":"2024-01-22T11:37:01","slug":"sao-felix-de-cantalicio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-felix-de-cantalicio\/","title":{"rendered":"S\u00c3O F\u00c9LIX DE CANTAL\u00cdCIO"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">F&eacute;lix nasceu na pequena prov&iacute;ncia agr&iacute;cola de Cantal&iacute;cio, It&aacute;lia, no ano 1515. Filho de uma fam&iacute;lia muito modesta de camponeses, teve de trabalhar desde a tenra idade, n&atilde;o podendo estudar. Na adolesc&ecirc;ncia trabalhou como pastor e lavrador numa rica propriedade. Alimentava sua voca&ccedil;&atilde;o &agrave; austeridade de vida, solidariedade ao pr&oacute;ximo, lendo a Vida dos Padres, o Evangelho e praticando a ora&ccedil;&atilde;o contemplativa, associada &agrave; penit&ecirc;ncia constante e a caridade crist&atilde;. Aos trinta anos de idade entrou para os capuchinhos. E, em 1545, depois de completar um ano de noviciado, emitiu a profiss&atilde;o dos votos religiosos no pequeno convento de Monte S&atilde;o Jo&atilde;o. Ele pertenceu &agrave; primeira gera&ccedil;&atilde;o dos capuchinhos. Nesse per&iacute;odo, trajando um h&aacute;bito velho e roto, trazendo sempre nas m&atilde;os um ros&aacute;rio e nas costas um grande saco, que fazia pender seu corpo cansado, ele sa&iacute;a para esmolar ajuda para o convento, pelas ruas da cidade eterna. Todas as pessoas, adultos, velhos ou crian&ccedil;as, pobres ou ricos o veneravam, tamanha era sua bondade e santidade. Em vida eram muitos os prod&iacute;gios, curas e profecias atribu&iacute;das &agrave; Frei F&eacute;lix. Quando ele morreu imensa prociss&atilde;o de fi&eacute;is desejava se despedir do amado frei.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Reflex&atilde;o:<\/strong> A bondade &eacute; uma forma de fazer transparecer em nossa vida o amor ao Cristo. Como um bom capuchinho, S&atilde;o F&eacute;lix viveu a bondade e o cuidado com os pobres e mais sofredores. Nunca fez nada de cara amarrada ou triste. Mesmo sofrendo sabia sorrir. Aprendamos dele a alegria em servir o pr&oacute;ximo e sejamos sempre prontos a espalhar a alegria que brota do amor ao evangelho.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> &Ograve; Deus, que &agrave; Igreja em S&atilde;o F&eacute;lix o exemplo de simplicidade evang&eacute;lica e de inoc&ecirc;ncia de vida, concedei que, seguindo os seus passos, cuidamos de amar somente a Cristo e de segui-lo com alegria. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, Nosso Irm&atilde;o, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: right;\">Colabora&ccedil;&atilde;o: Padre Evaldo C&eacute;sar de Souza, CSsR<\/h5>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>F&eacute;lix nasceu na pequena prov&iacute;ncia agr&iacute;cola de Cantal&iacute;cio, It&aacute;lia, no ano 1515. Filho de uma fam&iacute;lia muito modesta de camponeses, teve de trabalhar desde a tenra idade, n&atilde;o podendo estudar. Na adolesc&ecirc;ncia trabalhou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3012,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3010"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3010"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3010\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9814,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3010\/revisions\/9814"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3012"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3010"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3010"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3010"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}