{"id":3000,"date":"2024-05-23T00:00:00","date_gmt":"2024-05-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=3000"},"modified":"2024-01-22T11:36:47","modified_gmt":"2024-01-22T11:36:47","slug":"sao-joao-batista-de-rossi","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-joao-batista-de-rossi\/","title":{"rendered":"S\u00c3O JO\u00c3O BATISTA DE ROSSI"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Jo&atilde;o Batista de Rossi nasceu no dia 22 de fevereiro de 1698 na It&aacute;lia. Aos dez anos foi trabalhar para uma fam&iacute;lia muito rica em G&ecirc;nova para poder estudar. Tr&ecirc;s anos depois, se transferiu definitivamente para Roma, morando na casa de um primo que j&aacute; era sacerdote e estudando no Col&eacute;gio Romano dos jesu&iacute;tas. L&aacute; se doutorou em Filosofia e Teologia. Jo&atilde;o Batista tinha uma excessiva carga de atividade evangelizadora junto aos jovens e &agrave;s pessoas abandonadas e pobres. Com isso, teve um esgotamento f&iacute;sico e psicol&oacute;gico que desencadearam os ataques epil&eacute;ticos e uma grave doen&ccedil;a nos olhos. Recebeu a un&ccedil;&atilde;o sacerdotal em 1721. O seu rebanho eram os mais pobres, doentes, encarcerados e pecadores. Tinha o dom do conselho, era atencioso e paciente com todos os fi&eacute;is, que formavam filas para se confessarem com ele. O tom de consola&ccedil;&atilde;o, exorta&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o com que tratava seus penitentes atra&iacute;a crist&atilde;os de toda a cidade e de outras vizinhan&ccedil;as. Aos sessenta e seis anos de idade, a doen&ccedil;a finalmente o venceu e ele morreu no dia 23 de maio de 1764, t&atilde;o pobre que seu enterro foi custeado pela caridade dos devotos.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;O santo de hoje &eacute; um exemplo concreto de algu&eacute;m que, mesmo sofrendo grandes males f&iacute;sicos, dedicou-se ao trabalho de evangeliza&ccedil;&atilde;o dos pobres e abandonados. &Agrave;s vezes, na nossa perfei&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de, n&oacute;s somos incapazes de estender sequer a m&atilde;o para os sofredores. Que a vida de S&atilde;o Jo&atilde;o de Rossi nos inspire a caridade e o amor aos mais sofredores.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;S&atilde;o Jo&atilde;o Batista de Rossi que fostes chamado a t&atilde;o sublime miss&atilde;o do sacerd&oacute;cio e que tivestes a gra&ccedil;a de servir a Deus nos irm&atilde;os mais abandonados, obtende de Deus a nosso favor, esse amor, essa fortaleza de esp&iacute;rito, esta perseveran&ccedil;a principalmente aos futuros sacerdotes e a todo o clero para que apenas a presen&ccedil;a de cada um deles possa ser o primeiro passo para a convers&atilde;o dos povos. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jo&atilde;o Batista de Rossi nasceu no dia 22 de fevereiro de 1698 na It&aacute;lia. Aos dez anos foi trabalhar para uma fam&iacute;lia muito rica em G&ecirc;nova para poder estudar. Tr&ecirc;s anos depois, se&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3001,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3000"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3000"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3000\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9809,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3000\/revisions\/9809"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3001"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3000"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3000"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3000"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}