{"id":2994,"date":"2024-05-26T00:00:00","date_gmt":"2024-05-26T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2994"},"modified":"2024-01-22T11:36:35","modified_gmt":"2024-01-22T11:36:35","slug":"sao-filipe-neri","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-filipe-neri\/","title":{"rendered":"S\u00c3O FILIPE N\u00c9RI"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p class=\"excerpt\">\n<p>Nascido em Floren&ccedil;a, It&aacute;lia, em 21 de julho de 1515, Filipe N&eacute;ri pertencia a uma fam&iacute;lia rica. Junto com a irm&atilde; Elisabete, foi educado pela madrasta. Filipe surpreendia pela alegria, bondade, lealdade e intelig&ecirc;ncia. Cresceu na sua terra natal, estudando e trabalhando com o pai, sem demonstrar voca&ccedil;&atilde;o para vida rreligiosa, mesmo freq&uuml;entando regularmente a igreja. Em 1535, aceitou o convite para ser o tutor dos filhos de uma nobre e rica fam&iacute;lia, estabelecida em Roma. Nessa cidade foi estudar Filosofia e Teologia com os agostinianos. No tempo livre praticava a caridade junto aos pobres e necessitados, atividade que exercia com muito entusiasmo e alegria, principalmente com os pequenos &oacute;rf&atilde;os de filia&ccedil;&atilde;o ou de moral. Somente aos trinta e seis anos de idade ele se consagrou sacerdote, sendo designado para a igreja de S&atilde;o Jer&ocirc;nimo da Caridade. T&atilde;o grande era sua consci&ecirc;ncia dos problemas da comunidade que formou um grupo de religiosos e leigos para discutir os problemas, rezar, cantar e estudar o Evangelho. Filipe se preocupou com a integra&ccedil;&atilde;o das minorias e a educa&ccedil;&atilde;o dos meninos de rua. Com bom humor, ele dizia aos que reclamavam do barulho das crian&ccedil;as: &#8220;Contanto que os meninos n&atilde;o pratiquem o mal, eu ficaria contente at&eacute; se eles me quebrassem paus na cabe&ccedil;a&#8221;. Viveu at&eacute; o dia 26 de maio de 1595. S&atilde;o Filipe N&eacute;ri &eacute; chamado at&eacute; hoje de: Santo da alegria e da caridade.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;A alegria &eacute; a grande virtude dos santos. Uma alegria serena e confiante no amor do Cristo Ressuscitado. Ser alegre n&atilde;o significa dar risadas o dia todo, mas conservar o semblante calmo e tranq&uuml;ilo. A tristeza enfrequece o cora&ccedil;&atilde;o e provoca des&acirc;nimo. Pe&ccedil;amos ao bom Deus que nos alimente sempre com a virtude crist&atilde; da alegria.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;&Oacute; Pai, pela vossa miseric&oacute;rdia, S&atilde;o Felipe N&eacute;ri anunciou as insond&aacute;veis riquezas de Cristo. Concedei-nos, por sua intercess&atilde;o, crescer no vosso conhecimento e viver na vossa presen&ccedil;a segundo o Evangelho, frutificando em boas obras. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nascido em Floren&ccedil;a, It&aacute;lia, em 21 de julho de 1515, Filipe N&eacute;ri pertencia a uma fam&iacute;lia rica. Junto com a irm&atilde; Elisabete, foi educado pela madrasta. Filipe surpreendia pela alegria, bondade, lealdade e&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2995,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2994"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2994"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2994\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9806,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2994\/revisions\/9806"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2995"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}