{"id":2986,"date":"2024-05-30T00:00:00","date_gmt":"2024-05-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2986"},"modified":"2024-01-22T11:36:24","modified_gmt":"2024-01-22T11:36:24","slug":"santa-joana-d-arc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-joana-d-arc\/","title":{"rendered":"SANTA JOANA D&#8217;ARC"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Joana nasceu na regi&atilde;o francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412. Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta. Assinava seu nome utilizando uma cruz. Aos treze anos, come&ccedil;ou a viver experi&ecirc;ncias m&iacute;sticas. Os pais acharam que estava louca. A Fran&ccedil;a vivia a guerra dos cem anos com a Inglaterra. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus ex&eacute;rcitos para tomar de vez o trono. Joana, nas suas ora&ccedil;&otilde;es, recebia mensagens que exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de &Oacute;rleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII. O rei s&oacute; concordou em seguir os conselhos de Joana quando percebeu que ela realmente era um sinal de Deus. Deu-lhe a chefia de seus ex&eacute;rcitos. Joana vestiu armadura de a&ccedil;o, empunhou como &uacute;nica arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes &agrave; luta pela p&aacute;tria e por Deus. Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o pa&iacute;s da submiss&atilde;o. Carlos VII foi ent&atilde;o coroado na catedral de Reims, como era tradi&ccedil;&atilde;o na realeza francesa. Quanto a Joana, foi ferida, tra&iacute;da e vendida para os ingleses, que decidiram julg&aacute;-la por heresia. Num processo religioso, grotesco, completamente ilegal, foi condenada &agrave; fogueira como &#8220;feiticeira, blasfema e her&eacute;tica&#8221;. Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431. Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo Papa Calisto III, que constatou a injusti&ccedil;a e a reabilitou. Joana d&#8217;Arc foi canonizada em 1920 pelo Papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da Fran&ccedil;a.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Joana entrou para a hist&oacute;ria como mito. Aquela jovem camponesa de 20 anos incompletos, tendo como arma principal sua f&eacute;, tornou-se respeitada como uma grande l&iacute;der. Joana D&#8217;Arc &eacute; considerada a maior hero&iacute;na nacional da Fran&ccedil;a. Seu nome, imagem e hist&oacute;ria est&atilde;o presentes em todo o pa&iacute;s. Mesmo tendo sido uma guerreira, ela jamais deixou de praticar sua f&eacute; em Jesus Cristo.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;&Oacute; Deus, que nos alegrais com a comemora&ccedil;&atilde;o de Santa Joana d&#8217;Arc, concedei que sejamos ajudados pelos seus m&eacute;ritos e iluminados pelos seus exemplos de castidade e fortaleza. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Joana nasceu na regi&atilde;o francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412. Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta. Assinava seu nome utilizando uma cruz. Aos treze anos, come&ccedil;ou a viver&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2988,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2986"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2986"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2986\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9802,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2986\/revisions\/9802"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2988"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2986"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2986"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2986"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}