{"id":2977,"date":"2024-06-03T00:00:00","date_gmt":"2024-06-03T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2977"},"modified":"2024-01-22T11:36:11","modified_gmt":"2024-01-22T11:36:11","slug":"santos-carlos-lwanga-e-companheiros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santos-carlos-lwanga-e-companheiros\/","title":{"rendered":"SANTOS CARLOS LWANGA E COMPANHEIROS"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>O catolicismo penetrou vagarosamente na &Aacute;frica. Em Uganda, temos o testemunho de Carlos Lwanga e seus companheiros. Este homem era pajem do rei Muanga e professava a f&eacute; crist&atilde;. Entretanto, o rei decidiu acabar com a presen&ccedil;a crist&atilde; em Uganda. Ele pr&oacute;prio matou um pajem crist&atilde;o, usando este sinal como aviso aos outros que professavam a f&eacute;. Sendo chefe dos pajens, Carlos Lwanga reuniu todos eles e fez com que rezassem juntos, batizou os que ainda n&atilde;o haviam recebido o batismo e se prepararam para um final tr&aacute;gico. Nenhum destes jovens, cuja idade n&atilde;o passava de vinte anos, alguns com at&eacute; treze anos de idade, arredou p&eacute; de suas convic&ccedil;&otilde;es e foram todos encarcerados na pris&atilde;o em Namugongo.<\/p>\n<p>Carlos Lwanga morreu primeiro, queimado vivo, dando a chance de que os demais evitassem a morte renegando sua f&eacute;. De nada adiantou e os demais crist&atilde;os tamb&eacute;m foram mortos, sob torturas brutais e alguns queimados vivos. Vinte e dois pajens foram condenados &agrave; morte e cruelmente executados. Os vinte e dois m&aacute;rtires de Uganda foram beatificados em 1920. Carlos Lwanga foi declarado o &#8220;padroeiro da juventude africana&#8221; em 1934.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;O povo africano talvez tenha sido o &uacute;ltimo a receber a evangeliza&ccedil;&atilde;o crist&atilde;, mas j&aacute; possui seus m&aacute;rtires homenageados na hist&oacute;ria da Igreja Cat&oacute;lica. A maior dificuldade foi mostrar a diferen&ccedil;a entre os mission&aacute;rios e os colonizadores. Aos poucos, com paci&ecirc;ncia, muitos nativos africanos foram catequizados. A f&eacute; crist&atilde; cresceu no continente negro e hoje o cristianismo desponta como uma das grandes religi&otilde;es daquele continente.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Deus todo-poderoso, que destes aos m&aacute;rtires Santos Carlos Lwanga e companheiros a gra&ccedil;a de sofrer pelo Cristo, ajudai tamb&eacute;m a nossa fraqueza, para que possamos viver firmes em nossa f&eacute;, como eles n&atilde;o hesitaram em morrer por vosso amor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O catolicismo penetrou vagarosamente na &Aacute;frica. Em Uganda, temos o testemunho de Carlos Lwanga e seus companheiros. Este homem era pajem do rei Muanga e professava a f&eacute; crist&atilde;. Entretanto, o rei decidiu&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2980,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2977"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2977"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2977\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9853,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2977\/revisions\/9853"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2980"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2977"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2977"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2977"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}