{"id":2954,"date":"2024-06-14T00:00:00","date_gmt":"2024-06-14T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2954"},"modified":"2024-01-22T11:35:37","modified_gmt":"2024-01-22T11:35:37","slug":"iolanda-da-polonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/iolanda-da-polonia\/","title":{"rendered":"IOLANDA DA POL\u00d4NIA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Iolanda nasceu no ano de 1235, era filha do rei da Hungria, que era da ordem terceira de S&atilde;o Francisco. Al&eacute;m disso, era sobrinha de Santa Isabel da Hungria, tamb&eacute;m da Ordem Terceira. Iolanda foi educada desde muito pequena pela irm&atilde;. Por tradi&ccedil;&atilde;o familiar e social da &eacute;poca, Iolanda deveria se casar com algu&eacute;m da terra e escolheu Boleslau, o Duque de Kalisz, conhecido como &#8220;o Pio&#8221;. Foi uma &eacute;poca de muita alegria para o povo polon&ecirc;s, que viu em Iolanda uma pessoa profundamente bondosa, justa e caridosa. Iolanda tinha ent&atilde;o tr&ecirc;s filhas, das quais duas se casaram e uma terceira retirou-se para o convento das clarissas. Iolanda e sua irm&atilde;, quando ficaram vi&uacute;vas, resolveram entrar tamb&eacute;m para a vida religiosa. As tr&ecirc;s damas crist&atilde;s viveram muitos anos em um mosteiro de clarissas, fazendo do sil&ecirc;ncio do claustro o terreno para um fecundo per&iacute;odo de medita&ccedil;&atilde;o e ora&ccedil;&atilde;o. Quando sua irm&atilde; morreu, em 1292, Iolanda mudou de mosteiro. No novo lar, ela foi superiora e a&iacute; mesmo faleceu, no dia 14 de junho de 1298.&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/h5>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\" style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span class=\"title\"> REFLEX&Atilde;O<\/span><\/strong> &Eacute; na Pol&ocirc;nia que sobrevive a devo&ccedil;&atilde;o a esta santa, cujo nome parece ser uma palavra de origem grega, que significa &ldquo;flor de violeta&ldquo;. Humilde e piedosa, Iolanda &eacute; um exemplo de mulher dedicada em fazer conhecido o nome de Jesus. Em toda sua vida sempre colocou em primeiro lugar os mais abandonados e como clarissa passou a vida em ora&ccedil;&atilde;o pela santifica&ccedil;&atilde;o da humanidade. Sejamos n&oacute;s tamb&eacute;m, hoje, ap&oacute;stolos da ora&ccedil;&atilde;o e da medita&ccedil;&atilde;o da palavra de Deus.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span class=\"title\">ORA&Ccedil;&Atilde;O<\/span><\/strong> Senhor Nosso, Pai de Bondade, a exemplo de Santa Iolanda, colocai a humildade em meu cora&ccedil;&atilde;o. Que eu saiba silenciar para melhor ouvir Vossa voz. Fazei que saiba me colocar humildemente diante do Crucificado para que Ele me fa&ccedil;a compreender o que fez por mim e continua a fazer na Eucaristia. Que eu saiba contemplar silenciosamente a Cruz para que o Esp&iacute;rito pouco a pouco me fa&ccedil;a descobrir a verdadeira ess&ecirc;ncia do Vosso amor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Iolanda nasceu no ano de 1235, era filha do rei da Hungria, que era da ordem terceira de S&atilde;o Francisco. Al&eacute;m disso, era sobrinha de Santa Isabel da Hungria, tamb&eacute;m da Ordem Terceira&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2959,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2954"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9839,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954\/revisions\/9839"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2959"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2954"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2954"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2954"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}