{"id":2942,"date":"2024-06-21T00:00:00","date_gmt":"2024-06-21T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2942"},"modified":"2024-01-22T11:34:46","modified_gmt":"2024-01-22T11:34:46","slug":"sao-luis-gonzaga","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-luis-gonzaga\/","title":{"rendered":"S\u00c3O LU\u00cdS GONZAGA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Lu&iacute;s nasceu no dia 09 de mar&ccedil;o de 1568 na It&aacute;lia. Era o primeiro dos sete filhos. Seu pai, que servia ao rei da Espanha, sonhava em ver seu herdeiro e sucessor ingressar nas fileiras daquele ex&eacute;rcito. Por isto, desde pequenino, Lu&iacute;s era visto vestido como soldado, marchando atr&aacute;s do batalh&atilde;o ao qual seu pai orgulhosamente servia. Quando tinha dez anos, foi enviado a Floren&ccedil;a na qualidade de pajem de honra do gr&atilde;o-duque de Toscana. Depois foi &agrave; Espanha, para ser pajem do Infante Dom Diego, per&iacute;odo em que aproveitou para estudar filosofia. Com doze anos, recebeu a Primeira Comunh&atilde;o diretamente das m&atilde;os de Carlos Borromeu, hoje Santo da Igreja. Desejava ingressar para a vida religiosa, mas seu pai demorou cerca de dois anos para se convencer de sua voca&ccedil;&atilde;o. Lu&iacute;s tinha quatorze anos quando venceu as resist&ecirc;ncias do pai, renunciou ao t&iacute;tulo a que tinha direito por descend&ecirc;ncia e &agrave; heran&ccedil;a da fam&iacute;lia e entrou para o noviciado romano dos jesu&iacute;tas. Passou a atender os doentes, principalmente durante as epidemias que atingiram Roma. Consta que, certa vez, Lu&iacute;s carregou nos ombros um moribundo que encontrou no caminho, levando-o ao hospital. Isso fez com que contra&iacute;sse a peste que assolava a cidade. Lu&iacute;s Gonzaga morreu com apenas vinte e tr&ecirc;s anos, em 1591. Foi proclamado padroeiro da juventude.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Antes de morrer, escreveu carinhosamente para sua m&atilde;e: &ldquo;Senhora minha m&atilde;e, aceiteis a minha morte como um dom precioso da gra&ccedil;a. Que a vossa ben&ccedil;&atilde;o de m&atilde;e me assista e me ajude a alcan&ccedil;ar com felicidade o porto dos meus desejos e esperan&ccedil;as. Escrevo-vos com tanto maior prazer quanto &eacute; certo que n&atilde;o me resta outra ocasi&atilde;o para vos testemunhar o respeito e o amor filial que vos devo.&rdquo;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Glorioso S&atilde;o Luis Gonzaga, que em t&atilde;o poucos anos de vidas tanto fizestes pela gl&oacute;ria da Igreja, volvei o vosso olhar para os jovens desta Terra a fim de que encontrem muitos como v&oacute;s, pastores que os levem para o caminho da virtude e os tire das ciladas do mundo. Concedei &agrave;s fam&iacute;lias deste mundo a consci&ecirc;ncia crist&atilde;. Enviai oper&aacute;rios para a messe do Senhor no despertar de verdadeiras voca&ccedil;&otilde;es sacerdotais. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Lu&iacute;s nasceu no dia 09 de mar&ccedil;o de 1568 na It&aacute;lia. Era o primeiro dos sete filhos. Seu pai, que servia ao rei da Espanha, sonhava em ver seu herdeiro e sucessor ingressar&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2944,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2942"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2942"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2942\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9846,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2942\/revisions\/9846"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2944"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2942"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2942"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2942"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}