{"id":2937,"date":"2024-06-23T00:00:00","date_gmt":"2024-06-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2937"},"modified":"2024-01-22T11:34:39","modified_gmt":"2024-01-22T11:34:39","slug":"sao-jose-cafasso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-jose-cafasso\/","title":{"rendered":"S\u00c3O JOS\u00c9 CAFASSO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Jos&eacute; Cafasso nasceu em Asti, na It&aacute;lia, em 1811. Foi contempor&acirc;neo de Jo&atilde;o Bosco. Ambos trabalharam, na mesma &eacute;poca, em favor do povo e dos menos favorecidos, material e espiritualmente. Era uma figura magra e encurvada devido a uma les&atilde;o na coluna. Cafasso dedicava-se &agrave; contempla&ccedil;&atilde;o e a ouvir seus fi&eacute;is em confiss&atilde;o, o que acabou levando-o aos c&aacute;rceres e pris&otilde;es. Estava determinado a ouvir os criminosos que queriam se confessar e depois consol&aacute;-los mesmo fora da confiss&atilde;o. Padre Cafasso freq&uuml;entou o curso de teologia de Turim e ordenou-se aos vinte e dois anos. Com sua voz mansa e suave era muito requisitado pelos companheiros de sacerd&oacute;cio que procuravam os seus conselhos. Padre Jos&eacute;, de fato, dedicava grande parte do seu minist&eacute;rio sacerdotal escutando confiss&otilde;es e confid&ecirc;ncias de todos os que freq&uuml;entavam a sua igreja, atra&iacute;dos pelas grandes qualidades humanas de intelig&ecirc;ncia e de bondade daquele pequeno padre que compreendia os problemas de todos e sabia falar tanto aos doutos como aos simples, &agrave;s almas devotas como &agrave;s dissipadas. Antes de morrer, Jo&atilde;o Cafasso doou tudo o que possu&iacute;a &agrave; Jo&atilde;o Bosco, para que ele continuasse sua obra no ensino e orienta&ccedil;&atilde;o dos jovens. Morreu jovem, com apenas quarenta e nove anos, no dia 23 de junho de 1860. Declarado santo em 1947, foi declarado o patrono dos encarcerados e dos condenados &agrave; pena capital.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;O t&iacute;tulo de &#8220;padroeiro dos encarcerados e dos condenados &agrave; pena capital&#8221; esclarece bem como viveu o seu apostolado. Suas visitas aos c&aacute;rceres eram o consolo dos presos e sua figura se tornou a presen&ccedil;a mais constante em todos os enforcamentos realizados em sua cidade. Mas sua ajuda n&atilde;o se limitava aos encarcerados, estendia-se &agrave;s fam&iacute;lias, ao socorro &agrave;s esposas e filhos para que n&atilde;o se desviassem do caminho de Cristo.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Deus, nosso Pai, pela intercess&atilde;o de Jo&atilde;o Cafasso, ensinai-nos a amabilidade, a alegria, o bom humor, pois um semblante am&aacute;vel, alegre e de bem com a vida tem for&ccedil;a divina que eleva o &acirc;nimo dos que est&atilde;o abatido e vale mais que mil conselhos e instru&ccedil;&otilde;es. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jos&eacute; Cafasso nasceu em Asti, na It&aacute;lia, em 1811. Foi contempor&acirc;neo de Jo&atilde;o Bosco. Ambos trabalharam, na mesma &eacute;poca, em favor do povo e dos menos favorecidos, material e espiritualmente. Era uma figura&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2939,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2937"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2937"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2937\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9848,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2937\/revisions\/9848"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2939"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2937"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2937"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2937"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}