{"id":2934,"date":"2024-06-25T00:00:00","date_gmt":"2024-06-25T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2934"},"modified":"2024-01-22T11:34:33","modified_gmt":"2024-01-22T11:34:33","slug":"sao-prospero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-prospero\/","title":{"rendered":"S\u00c3O PR\u00d3SPERO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Pr&oacute;spero nasceu no final do s&eacute;culo IV na Fran&ccedil;a. Estudou na sua cidade natal e logo se tornou escritor e te&oacute;logo. Ele n&atilde;o se ordenou sacerdote, embora tenha vivido no mosteiro de Marselha como um irm&atilde;o leigo. N&atilde;o foi m&aacute;rtir e nem patrocinou prod&iacute;gio algum. Entretanto, a Igreja o venera como &#8220;Professor da F&eacute;&#8221;. Pr&oacute;spero viu se difundir a doutrina her&eacute;tica apregoada por Pel&aacute;gio, que negava o pecado original e a necessidade da Gra&ccedil;a Divina para a salva&ccedil;&atilde;o humana. Portanto, o homem seria capaz de se salvar apenas praticando o bem e segundo a sua pr&oacute;pria vontade, pois a Gra&ccedil;a Divina era importante, mas n&atilde;o indispens&aacute;vel. Pr&oacute;spero, desde o seu ingresso no mosteiro, tomou parte ativa na luta contra os erros doutrinais divulgados por Pel&aacute;gio. Ele defendeu e trabalhou pessoalmente com santo Agostinho, pois tinham o mesmo entendimento que ele sobre a Gra&ccedil;a Divina. Pr&oacute;spero se transferiu para Roma em 435, onde continuou com suas obras. Escreveu um coment&aacute;rio sobre os Salmos e sobre seu mestre Agostinho. A partir de 440, Pr&oacute;spero foi convocado pelo papa Le&atilde;o Magno para ser seu secret&aacute;rio, exercendo a fun&ccedil;&atilde;o at&eacute; depois de 463, quando faleceu. Deixou um grande n&uacute;mero de escritos teol&oacute;gicos eclesi&aacute;sticos, sempre em resposta &agrave;s diversas cal&uacute;nias e obje&ccedil;&otilde;es &agrave; r&iacute;gida doutrina de Agostinho.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Nosso querido santo sempre valorizou em seus escritos o matrim&ocirc;nio crist&atilde;o como fonte de santifica&ccedil;&atilde;o para os c&ocirc;njuges. No escrito &ldquo;De um esposo &agrave; sua mulher&rdquo;, Pr&oacute;spero escreveu: &#8220;Se o orgulho me elevar, corrija-me! Seja a minha consola&ccedil;&atilde;o nos sofrimentos. Demos ambos exemplos de uma vida santa e verdadeiramente crist&atilde;. Cumpramos os nossos deveres. Levante-me, se por ventura eu cair. Esforce-se por se levantar, quando eu a corrigir. N&atilde;o nos contentemos com ser um s&oacute; corpo, sejamos tamb&eacute;m uma s&oacute; alma&#8221;.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Senhor Pai de Bondade, pela intercess&atilde;o de S&atilde;o Pr&oacute;spero, aben&ccedil;oai e proteger todos as fam&iacute;lias que t&ecirc;m no Cristo a luz de suas vidas. Dai aos esposos serem zelosos com suas mulheres e filhos. Derramai sobre as mulheres o carinho pelos esposos e o cuidado pelos filhos. E aos filhos, inspirai o respeito e amor aos pais. Por Cristo nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pr&oacute;spero nasceu no final do s&eacute;culo IV na Fran&ccedil;a. Estudou na sua cidade natal e logo se tornou escritor e te&oacute;logo. Ele n&atilde;o se ordenou sacerdote, embora tenha vivido no mosteiro de Marselha&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2935,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2934"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2934"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2934\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9835,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2934\/revisions\/9835"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2935"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2934"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2934"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2934"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}