{"id":2921,"date":"2024-07-01T00:00:00","date_gmt":"2024-07-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2921"},"modified":"2024-01-22T11:34:15","modified_gmt":"2024-01-22T11:34:15","slug":"sao-galo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-galo\/","title":{"rendered":"S\u00c3O GALO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Filho de pais nobres e ricos, Galo nasceu na Fran&ccedil;a no ano 489. Na sua &eacute;poca era costume os pais combinarem os matrim&ocirc;nios dos filhos. Por isto, ele estava predestinado a se casar com uma jovem donzela de nobre estirpe. Mas Galo desde crian&ccedil;a j&aacute; havia dedicado sua alma &agrave; vida espiritual. Para n&atilde;o ter de obedecer &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o social, ele fugiu de casa, refugiando-se num convento. <\/p>\n<p>Ele era t&atilde;o dedicado &agrave;s cerim&ocirc;nias da Santa Missa que se especializou nos c&acirc;nticos. Contam os escritos que, al&eacute;m do talento para a m&uacute;sica, era tamb&eacute;m dotado de uma voz maravilhosa que encantava e atra&iacute;a fi&eacute;is para ouvi-lo cantar no coro do convento. <\/p>\n<p>Sua atua&ccedil;&atilde;o religiosa fez dele uma pessoa querida. Foi designado para atuar na corte de Teodorico. Em 527, quando morreu o bispo Quinciano, Galo era t&atilde;o querido e respeitado que o povo o elegeu para ocupar o posto. <\/p>\n<p>Se n&atilde;o bastasse sua humildade, piedade e caridade, para atender &agrave;s necessidades do seu rebanho Galo protagonizou v&aacute;rios prod&iacute;gios ainda em vida. Salvou sua cidade de um pavoroso inc&ecirc;ndio que amea&ccedil;ava transformar em cinzas todas as constru&ccedil;&otilde;es locais e livrou os habitantes de morrerem v&iacute;timas de uma peste que assolava a regi&atilde;o. <\/p>\n<p>Ele morreu em 01 de julho de 554, causando forte como&ccedil;&atilde;o na popula&ccedil;&atilde;o, que logo come&ccedil;ou a invoc&aacute;-lo como santo nas horas de dor e necessidade.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Destaca-se na pessoa de S&atilde;o Galo seu zelo pela liturgia da Igreja. Para ele, o zelo pelas celebra&ccedil;&otilde;es, tornando-as agrad&aacute;veis e profundas, era um meio de trazer mais pessoas para viver o mist&eacute;rio de Cristo. A igreja sempre deu &agrave; liturgia um lugar de destaque. Celebrar com dignidade e criatividade &eacute; parte essencial da vida crist&atilde;. Como a sua comunidade tem celebrado o mist&eacute;rio da morte e ressurrei&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo?<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Deus Pai de bondade, que criaste o ser humano para a felicidade e o dispuseste para cantar o seu louvor, alcan&ccedil;ai-nos, pela intercess&atilde;o de S&atilde;o Galo, uma f&eacute; capaz de louvar-te e agradecer-te todos os dias de nossa vida. Por Cristo nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Filho de pais nobres e ricos, Galo nasceu na Fran&ccedil;a no ano 489. Na sua &eacute;poca era costume os pais combinarem os matrim&ocirc;nios dos filhos. Por isto, ele estava predestinado a se casar&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2923,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2921"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2921"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2921\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9880,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2921\/revisions\/9880"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2923"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}