{"id":2909,"date":"2024-07-07T00:00:00","date_gmt":"2024-07-07T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2909"},"modified":"2024-01-22T11:29:13","modified_gmt":"2024-01-22T11:29:13","slug":"sao-vilibaldo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-vilibaldo\/","title":{"rendered":"S\u00c3O VILIBALDO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Vilibaldo nasceu em 22 de outubro de 700, na Inglaterra. Seu pai era o rei Ricardo I. Ainda crian&ccedil;a ele foi confiado aos monges beneditinos, que cuidaram se sua forma&ccedil;&atilde;o intelectual e religiosa. Foi ali, entre eles, que decidiu ser tamb&eacute;m um monge. <\/p>\n<p>Em 720 saiu do mosteiro e na companhia de seu pai e seu irm&atilde;o seguiu para uma longa peregrina&ccedil;&atilde;o cuja meta final era Jerusal&eacute;m. A viagem foi interrompida em 722, quando seu pai, o rei, morreu na It&aacute;lia. Assim, ele e o irm&atilde;o resolveram ficar em Roma. Dois anos depois, sozinho, continuou a peregrina&ccedil;&atilde;o percorrendo toda a Palestina. Cinco anos depois, em 729, retornou para Roma. <\/p>\n<p>O Papa Greg&oacute;rio II o enviou para o Mosteiro de Montecassino, a primeira comunidade beneditina da Europa. Vilibaldo deu ent&atilde;o novo f&ocirc;lego &agrave; este celeiro de homens dedicados &agrave; santifica&ccedil;&atilde;o, restabelecendo as regras beneditinas, de acordo com o estilo de vida espiritual institu&iacute;do pelo fundador S&atilde;o Bento. &Agrave; esta obra dedicou outros dez anos de sua vida. <\/p>\n<p>Novamente foi &agrave; Roma e da&iacute; partiu para evangleizar a Germ&acirc;nia. Em 740, Vilibaldo recebeu a ordem sacerdotal definitiva para ser consagrado bispo na Alemanha. Tornou-se um bispo itinerante, colocando-se frente a frente com os fi&eacute;is que aos poucos iam se convertendo ao cristianismo. <\/p>\n<p>Morreu no dia 07 de julho de 787, num mosteiro na Alemanha.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Vilibaldo, homem de sangue nobre e zelo incompar&aacute;vel pelo Evangelho, soube escolher a melhor parte da vida. Deixou tudo o que tinha para ser mission&aacute;rio crist&atilde;o. Viveu plenamente seu minist&eacute;rio sacerdotal e dedicou tempo e esfor&ccedil;o na convers&atilde;o dos povos do norte da Europa. Viver a vida como mission&aacute;rio &eacute; o apelo que a Igreja faz para todos os batizados. Buscai primeiro o reino de Deus e tudo mais vir&aacute; por acr&eacute;scimo.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;&Oacute; Deus, que aos vossos pastores associastes S&atilde;o Vilibaldo, animado de ardente caridade e da f&eacute; que vence o mundo, da&iacute;-nos, por sua intercess&atilde;o, perseverar na caridade e na f&eacute;, para participarmos de sua gl&oacute;ria. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vilibaldo nasceu em 22 de outubro de 700, na Inglaterra. Seu pai era o rei Ricardo I. Ainda crian&ccedil;a ele foi confiado aos monges beneditinos, que cuidaram se sua forma&ccedil;&atilde;o intelectual e religiosa&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2914,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2909"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2909"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2909\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9886,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2909\/revisions\/9886"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2914"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2909"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2909"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2909"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}