{"id":2904,"date":"2024-07-10T00:00:00","date_gmt":"2024-07-10T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2904"},"modified":"2024-01-22T11:29:02","modified_gmt":"2024-01-22T11:29:02","slug":"santa-veronica-giuliani","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-veronica-giuliani\/","title":{"rendered":"SANTA VER\u00d4NICA GIULIANI"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Ver&ocirc;nica nasceu dia 27 de dezembro de 1660. Era a &uacute;ltima de sete irm&atilde;s. Foi educada na vida crist&atilde; pela m&atilde;e. Aos quatro anos Ver&ocirc;nica recebeu um estigma nas costas. <\/p>\n<p>Aos dezessete anos, Ver&ocirc;nica entrou para o convento das clarissas. Viveu na sua cela, no sil&ecirc;ncio e ora&ccedil;&atilde;o. Devota da Paix&atilde;o de Cristo, tinha experi&ecirc;ncias m&iacute;sticas de profunda dor e devo&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Sobre seu estigma ela contou: &#8220;Eu vi sair de suas santas chagas cinco raios resplandecentes, e todos vieram perto de mim. Em quatro estavam os pregos, e no outro estava a lan&ccedil;a, como de ouro, toda candente e me passou o cora&ccedil;&atilde;o de fora a fora. Quando vi estes estigmas exteriores chorei muito e roguei ao Senhor que se dignasse escond&ecirc;-los aos olhos de todos&#8221;. <\/p>\n<p>Estas experi&ecirc;ncias n&atilde;o foram compreendidas e Ver&ocirc;nica foi mantida reclusa no convento. A jovem chegou a ser impedida de ter conversas com as pr&oacute;prias companheiras de claustro. Inspirada pelo Esp&iacute;rito Santo, Ver&ocirc;nica escreveu seus sentimentos espirituais, os quais formaram 40 volumes de uma profunda literatura m&iacute;stica. <\/p>\n<p>Ver&ocirc;nica passou sua vida em ora&ccedil;&atilde;o e contempla&ccedil;&atilde;o do mist&eacute;rio do Cristo crucificado. No convento foi cozinheira, dispenseira, arrumadeira, enfermeira, padeira e mestra de novi&ccedil;as. Foi tamb&eacute;m abadessa. Suas virtudes marcaram sua vida e deram a ela a heran&ccedil;a no Reino dos C&eacute;us. <\/p>\n<p>Morreu dia 10 de junho de 1727 com 67 anos.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;A vida de Santa Ver&ocirc;nica foi regada de espiritualidade. Entregou-se toda ao amor do cora&ccedil;&atilde;o do Cristo, sofrendo por ele in&uacute;meras prova&ccedil;&otilde;es. Tamb&eacute;m tinha intenso amor ao cora&ccedil;&atilde;o de Maria. Uniu, numa vida reclusa, o amor de Cristo e a presen&ccedil;a da Virgem Maria, numa disponibilidade absoluta a vontade de Deus. Que o exemplo de Ver&ocirc;nica nos leve tamb&eacute;m a buscar o amor de Deus em nossa vida.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Amada santa Ver&ocirc;nica intercedei junto a Deus Pai, em nome de Seu Filho amado, para que a Vida, a Paix&atilde;o e a Morte do Senhor n&atilde;o nos seja nunca em v&atilde;o. Que procuremos corresponder com prontid&atilde;o os Seus chamados &agrave; santidade. Levai a Deus nosso pedido de perd&atilde;o pelos pecados de omiss&atilde;o, indiferen&ccedil;a e nos conceda a gra&ccedil;a de corresponder, em plenitude, a todos os Seus ensinamentos. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ver&ocirc;nica nasceu dia 27 de dezembro de 1660. Era a &uacute;ltima de sete irm&atilde;s. Foi educada na vida crist&atilde; pela m&atilde;e. Aos quatro anos Ver&ocirc;nica recebeu um estigma nas costas. Aos dezessete anos,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2905,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2904"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2904"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2904\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9889,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2904\/revisions\/9889"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2905"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2904"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2904"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2904"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}