{"id":2888,"date":"2024-07-18T00:00:00","date_gmt":"2024-07-18T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2888"},"modified":"2024-01-22T11:28:33","modified_gmt":"2024-01-22T11:28:33","slug":"santo-arnolfo-de-metz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santo-arnolfo-de-metz\/","title":{"rendered":"SANTO ARNOLFO DE METZ"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Arnolfo nasceu em Metz, na antiga G&aacute;lia, atual Fran&ccedil;a, no ano 582. A sua fam&iacute;lia era muito importante e fazia parte da nobreza. Ele estudou e casou-se com uma aristocrata, com a qual teve dois filhos. Nesta &eacute;poca, a regi&atilde;o da G&aacute;lia era dominada pelos francos e era dividida em diversos reinos que guerreavam entre si. <\/p>\n<p>Um dos reis da regi&atilde;o, conhecendo a fama da conduta crist&atilde; de Arnolfo o tornou como seu conselheiro. Confiou-lhe tamb&eacute;m a educa&ccedil;&atilde;o de seu filho Dagoberto, que se formou dentro dos costumes da piedade e do amor crist&atilde;o. Tal preparo fez de Dagoberto um dos reis cat&oacute;licos mais justos da Hist&oacute;ria. <\/p>\n<p>Pelo trabalho zeloso que exercia, foi nomeado bispo, mas n&atilde;o queria aceitar. Conta a tradi&ccedil;&atilde;o que lan&ccedil;ou um anel no rio, dizendo a Deus que se ele fosse digno do episcopado, fizesse o anel retornar. Alguns dias depois o anel foi encontrado no ventre de um peixe. <\/p>\n<p>Naquele tempo, as quest&otilde;es dos leigos e do celibato n&atilde;o tinham uma disciplina rigorosa e uniforme dentro da Igreja, que ainda seguia evangelizando a Europa. Por isso, mesmo casado, Arnolfo foi bispo e um de seus filhos tornou-se padre. <\/p>\n<p>Depois de algum tempo Arnolfo abandonou o bispado para ingressar num mosteiro. Desta maneira serena, Arnolfo viveu o resto de seus dias, dedicando-se &agrave;s ora&ccedil;&otilde;es, penit&ecirc;ncia e caridade. Morreu no dia 18 de julho de 641.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Arnolfo era um homem de f&eacute; inabal&aacute;vel, correto e justo. Numa &eacute;poca onde a disciplina da Igreja ainda estava sendo formada, Arnolfo soube conjugar sua vida p&uacute;blica com seus compromissos com a evangeliza&ccedil;&atilde;o. Foi um homem de seu tempo, preocupado com as pessoas e sempre procurou encontrar solu&ccedil;&otilde;es humanas e crist&atilde;s para os problemas deo seu povo. Que n&oacute;s tamb&eacute;m saibamos ocupar nosso lugar na sociedade, levando a todos os ambientes a boa nova de Jesus Cristo.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> Deus de amor e miseric&oacute;rdia, que cumulaste s&atilde;o Arnolfo com seus melhores dons, dai-nos seguir seu exemplo e imitar suas a&ccedil;&otilde;es, levando os homens e mulheres ao compromisso crist&atilde;o com as quest&otilde;es do tempo atual. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Arnolfo nasceu em Metz, na antiga G&aacute;lia, atual Fran&ccedil;a, no ano 582. A sua fam&iacute;lia era muito importante e fazia parte da nobreza. Ele estudou e casou-se com uma aristocrata, com a qual&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2889,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2888"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2888"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2888\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9867,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2888\/revisions\/9867"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2889"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2888"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2888"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2888"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}