{"id":2884,"date":"2024-07-20T00:00:00","date_gmt":"2024-07-20T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2884"},"modified":"2024-01-22T11:28:28","modified_gmt":"2024-01-22T11:28:28","slug":"santa-margarida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-margarida\/","title":{"rendered":"SANTA MARGARIDA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Margarida nasceu no ano 275, na Antioquia de Pis&iacute;dia. &Oacute;rf&atilde; de m&atilde;e desde pequena e filha de um sacerdote pag&atilde;o e id&oacute;latra, Margarida tinha tudo para jamais se aproximar de Deus. Mas algo divino aconteceu: o pai acabou confiando sua educa&ccedil;&atilde;o a uma ama extremamente cat&oacute;lica e a vida de Margarida seguiu outro caminho. <\/p>\n<p>Cresceu muito dedicada &agrave;s coisas do esp&iacute;rito. Mas o pai come&ccedil;ou a perceber que ela n&atilde;o ia aos cultos ou mesmo ao templo, para participar dos sacrif&iacute;cios aos deuses. Ele n&atilde;o suspeitava que ela participava escondida dos cultos crist&atilde;os at&eacute; o dia em que algu&eacute;m o alertou. <\/p>\n<p>Foi a&iacute; que come&ccedil;ou o supl&iacute;cio de Margarida. Ele exigiu que ela abandonasse o cristianismo. Como ela se recusou, primeiro lhe imp&ocirc;s um severo castigo, mandando a jovem para o campo trabalhar ao lado dos escravos. Depois, como nem a for&ccedil;a fazia a filha mudar de id&eacute;ia, entregou-a as autoridades para qeu fosse julgada. <\/p>\n<p>O mart&iacute;rio da jovem Margarida foi terr&iacute;vel. Diante das autoridades, negou-se a abandonar sua f&eacute;. Ome&ccedil;oram ent&atilde;o os supl&iacute;cios fisicos e psicol&oacute;gicos. Margarida foi a&ccedil;oitada, depois teve o corpo colocado sobre uma trave e rasgado com ganchos de ferro. Diz a tradi&ccedil;&atilde;o que a jovem ainda foi queimada viva, jogada num rio gelado e finalmente decapitada. <\/p>\n<p>Ela morreu no dia 20 de julho de 290, com a idade de quinze anos e a fama de sua santidade espalhou-se rapidamente pelo Oriente e pelo Ocidente.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Outra vez celebramos a mem&oacute;ria de uma m&aacute;rtir crist&atilde;. Desejosa de unir-se ao Cristo, Margarida suportou os maiores sofrimentos sem desanimar. Soube colocar seu amor a Deus em primeiro lugar. Tantas vezes n&oacute;s reclamamos diante de qualquer sofrimento e desanimamos no menor sinal de fracasso. Lembremos de santa Margarida e pe&ccedil;amos sua intercess&atilde;o nos momentos de dor.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Deus de amor e miseric&oacute;rdia, derramai sobre n&oacute;s, pela intercess&atilde;o de santa Margarida , as gra&ccedil;as necess&aacute;rias para enfrentarmos as dificuldades do dia a dia. Que o nosso sofrimento se una ao do Cristo Crucificado e nos aproxime cada vez mais das gl&oacute;rias do Reino do C&eacute;u. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Margarida nasceu no ano 275, na Antioquia de Pis&iacute;dia. &Oacute;rf&atilde; de m&atilde;e desde pequena e filha de um sacerdote pag&atilde;o e id&oacute;latra, Margarida tinha tudo para jamais se aproximar de Deus. Mas algo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2885,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2884"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2884"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2884\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9869,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2884\/revisions\/9869"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2885"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2884"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2884"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2884"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}