{"id":2877,"date":"2024-07-23T00:00:00","date_gmt":"2024-07-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2877"},"modified":"2024-01-22T11:28:19","modified_gmt":"2024-01-22T11:28:19","slug":"santa-brigida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-brigida\/","title":{"rendered":"SANTA BR\u00cdGIDA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Br&iacute;gida nasceu princesa, em 1303, na Su&eacute;cia. Descendia de uma casa real muito piedosa, que se dedicava a construir mosteiros, igrejas e hospitais com a pr&oacute;pria fortuna. Al&eacute;m de manter muitas obras de caridade para a popula&ccedil;&atilde;o pobre, Br&iacute;gida, desde a inf&acirc;ncia, tinha o dom das revela&ccedil;&otilde;es divinas. <\/p>\n<p>Aos dezoito anos, ela se casou com o nobre crist&atilde;o e muito piedoso. O casal teve oito filhos, dentre os quais, a filha venerada como Santa Catarina da Su&eacute;cia. Era com rigor que eles cuidavam da educa&ccedil;&atilde;o religiosa e acad&ecirc;mica dos filhos, sempre no caminho para a santifica&ccedil;&atilde;o em Cristo. Freq&uuml;entava sempre as cortes luxuosas, mas n&atilde;o se corrompeu neste ambiente de riquezas. <\/p>\n<p>Acometido por uma doen&ccedil;a, o marido de Br&iacute;gida ingressou no mosteiro de Alvastra, onde vivia um dos seus filhos e l&aacute; morreu, em 1344. <\/p>\n<p>Vi&uacute;va, Br&iacute;gida decidiu se retirar definitivamente para a vida mon&aacute;stica para realizar um velho projeto de funda&ccedil;&atilde;o de uma ordem religiosa. No mosteiro viveu por vinte e quatro anos, trabalhando pela reforma dos costumes. Com o apoio do rei da Su&eacute;cia, construiu e instaurou setenta e oito mosteiros por toda a Europa. <\/p>\n<p>Ela morreu em 23 de julho de 1373, durante uma romaria &agrave; Terra Santa.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Santa Br&iacute;gida tinha uma personalidade carism&aacute;tica, pac&iacute;fica e m&iacute;stica. Exemplo de mulher preocupada com os mais abandonados, Br&iacute;gida n&atilde;o mediu esfor&ccedil;os para construir infra estruturas de abrigo para os sofredores, usando para isso sua pr&oacute;pria fortuna. Mesmo sendo uma princesa ela soube comportar-se como uma verdadeira serva de Deus e nunca apegou-se a sua condi&ccedil;&atilde;o de nobre. Que os crist&atilde;os mais abastados saibam oferecer aos mais pobres aux&iacute;lio concreto na hora do desespero e da dor.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Bendito sejais, &oacute; Deus, que concedestes a Santa Br&iacute;gida a gra&ccedil;a da firmeza da f&eacute; e das grandes iniciativas apost&oacute;licas. Dai-me ser sempre diligente e pronto para as grandes tarefas de apostolado e testemunho. Por Cristo Jesus, am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Br&iacute;gida nasceu princesa, em 1303, na Su&eacute;cia. Descendia de uma casa real muito piedosa, que se dedicava a construir mosteiros, igrejas e hospitais com a pr&oacute;pria fortuna. Al&eacute;m de manter muitas obras de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2879,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2877"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2877"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2877\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9872,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2877\/revisions\/9872"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2879"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2877"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2877"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2877"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}