{"id":2846,"date":"2024-08-06T00:00:00","date_gmt":"2024-08-06T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2846"},"modified":"2024-01-22T11:27:31","modified_gmt":"2024-01-22T11:27:31","slug":"maria-francisca-rubatto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/maria-francisca-rubatto\/","title":{"rendered":"MARIA FRANCISCA RUBATTO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Ana Maria Rubatto nasceu em 14 de fevereiro de 1844, numa fam&iacute;lia simples e crist&atilde;. Desde a inf&acirc;ncia, fez voto de virgindade. Aos dezenove anos, ap&oacute;s algumas trag&eacute;dias familiares, foi para Turim, onde residia sua irm&atilde; mais velha. <\/p>\n<p>Durante cinco anos se dedicou &agrave;s obras de caridade, morando com uma senhora rica, que praticamente a adotou. Ap&oacute;s o falecimento da protetora, voltou para junto de sua irm&atilde;. <\/p>\n<p>No ver&atilde;o de 1883 uniu-se a um grupo de senhoras pias que se dedicavam &agrave;s obras de caridade. Nesse pequeno n&uacute;cleo iniciou uma vida comunit&aacute;ria religiosa, inspirando-se ao ideal de S&atilde;o Francisco de Assis, sob a dire&ccedil;&atilde;o de um frei capuchinho. <\/p>\n<p>Ana Maria tinha uma fant&aacute;stica capacidade organizadora de obras de caridade e sua voca&ccedil;&atilde;o mission&aacute;ria era emocionante, s&oacute; voltada para a salva&ccedil;&atilde;o das almas. O instituto tinha a finalidade de dar assist&ecirc;ncia aos enfermos e proporcionar a educa&ccedil;&atilde;o crist&atilde; da juventude. <\/p>\n<p>Ana Maria emitiu os segundos votos em 1886, tomando o nome de Maria Francisca de Jesus. Foi eleita a primeira Madre Superiora do Instituto, cargo que manteve at&eacute; a morte. O instituto cresceu, chegando ao Uruguai, Maranh&atilde;o e muitos outros lugares. <\/p>\n<p>Maria estava no Uruguai quando adoeceu. Morreu em 06 de agosto de 1904.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Maria Francisca foi uma excelente mission&aacute;ria, zelosa e preocupada com a proclama&ccedil;&atilde;o da Boa nova de Reino de Deus. Sempre bondosa e confiante, deixava para suas irm&atilde;s a marca da perseveran&ccedil;a mesmo nas dores. Ela dizia: &ldquo;Queridas filhas, procuremos fazer o bem, rezemos muito e suportemos com paci&ecirc;ncia as dificuldades da vida, a fim de que um dia possamos alcan&ccedil;ar o c&eacute;u e encontrarmos todos os nossos amados irm&atilde;os e irm&atilde;s&rdquo;.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Querido Deus, rico em miseric&oacute;ridia, que concedeste a Beata Maria Franscica Rubatto um grande amor a Jesus Sacramentado e aos homens e mulheres mais sofredores, concedei-nos, pela sua intercess&atilde;o, alcan&ccedil;ar as gra&ccedil;as de que necessitamos. Isso vos pedimos por Jesus Cristo, vosso filho e senhor Nosso. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ana Maria Rubatto nasceu em 14 de fevereiro de 1844, numa fam&iacute;lia simples e crist&atilde;. Desde a inf&acirc;ncia, fez voto de virgindade. Aos dezenove anos, ap&oacute;s algumas trag&eacute;dias familiares, foi para Turim, onde&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2854,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2846"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2846"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2846\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9916,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2846\/revisions\/9916"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2854"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2846"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2846"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2846"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}