{"id":2838,"date":"2024-08-12T00:00:00","date_gmt":"2024-08-12T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2838"},"modified":"2024-01-22T11:27:13","modified_gmt":"2024-01-22T11:27:13","slug":"santa-joana-francisca-de-chantal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-joana-francisca-de-chantal\/","title":{"rendered":"SANTA JOANA FRANCISCA DE CHANTAL"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Joana era filha de uma famoso pol&iacute;tico franc&ecirc;s. Casou-se com o bar&atilde;o de Chantal, cat&oacute;lico fervoroso, com quem levou uma vida profundamente religiosa e feliz. Na sua casa o clima religioso era constante. Diariamente era rezada uma missa, da qual todos os servidores dom&eacute;sticos participavam. Ocupou-se pessoalmente da educa&ccedil;&atilde;o religiosa dos servi&ccedil;ais, ajudando-os em todas as suas necessidades materiais. <\/p>\n<p>Joana ficou vi&uacute;va aos vinte e oito anos de idade, com os filhos para criar. Dedicou-se inteiramente &agrave; educa&ccedil;&atilde;o das suas crian&ccedil;as, abrindo espa&ccedil;o em seus hor&aacute;rios apenas para a ora&ccedil;&atilde;o e o trabalho. Nessa &eacute;poca conheceu Francisco de Sales, futuro santo da Igreja, e o escolheu para ser seu diretor espiritual. <\/p>\n<p>Passados nove anos de viuvez retirou-se em um convento. No ano seguinte, em 1610, junto com Francisco de Sales fundou a Congrega&ccedil;&atilde;o da Visita&ccedil;&atilde;o de Santa Maria, destinada &agrave; assist&ecirc;ncia aos doentes. <\/p>\n<p>Joana professou os votos e foi a primeira a vestir o h&aacute;bito da nova Ordem. Eleita a Madre Superiora, acrescentou Francisca ao nome de batismo e se dedicou exclusivamente &agrave; esta obra de caridade. Fundou mais setenta e cinco casas para suas religiosas com toda a sua fortuna. <\/p>\n<p>Depois de uma dura agonia motivada por uma febre, Joana morreu em 1641.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Santa Joana, modelo de esposa e m&atilde;e, desligou-se da fam&iacute;lia para tornar-se, em meio a grandes prova&ccedil;&otilde;es, exemplo de santidade na vida religiosa. A ela podem ser aplicados, com justi&ccedil;a, os grandes elogios que o Livro dos Prov&eacute;rbios faz &agrave; Mulher forte: &#8220;Quem achar&aacute; uma mulher forte? O seu valor excede tudo o que vem de longe, e dos &uacute;ltimos confins da Terra. Levantaram-se seus filhos, e aclamaram-na ditos&iacute;ssima; levantou-se seu marido, e louvou-a&#8221; (Prov., cap. 31, 10-28).<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Concedei-nos, &oacute; Deus, a sabedoria e o amor que inspirastes &agrave; vossa filha Santa Joana Francisca de Chantal, para que, seguindo seu exemplo de fidelidade, nos dediquemos ao vosso servi&ccedil;o, e vos agrademos pela f&eacute; e pelas obras. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Esp&iacute;rito Santo. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Joana era filha de uma famoso pol&iacute;tico franc&ecirc;s. Casou-se com o bar&atilde;o de Chantal, cat&oacute;lico fervoroso, com quem levou uma vida profundamente religiosa e feliz. Na sua casa o clima religioso era constante&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2840,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2838"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2838"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2838\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9891,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2838\/revisions\/9891"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2840"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2838"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2838"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2838"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}