{"id":2831,"date":"2024-08-15T00:00:00","date_gmt":"2024-08-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2831"},"modified":"2024-01-22T11:26:56","modified_gmt":"2024-01-22T11:26:56","slug":"sao-tarcisio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-tarcisio\/","title":{"rendered":"S\u00c3O TARC\u00cdSIO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Tarc&iacute;sio foi um m&aacute;rtir da Igreja dos primeiros s&eacute;culos, v&iacute;tima da persegui&ccedil;&atilde;o do imperador Valeriano, em Roma, It&aacute;lia. Ele era ac&oacute;lito do Papa Xisto II, servindo ao altar nos servi&ccedil;os secund&aacute;rios, acompanhando o Santo Papa na celebra&ccedil;&atilde;o eucar&iacute;stica. <\/p>\n<p>Durante o per&iacute;odo das persegui&ccedil;&otilde;es, os crist&atilde;os eram presos, processados e condenados a morrer pelo mart&iacute;rio. Nas pris&otilde;es, eles desejavam receber o conforto final da Eucaristia. O Papa Sisto II queria levar o P&atilde;o Sagrado a mais um grupo de m&aacute;rtires que esperavam a execu&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o sabia como. <\/p>\n<p>Foi quando Tarc&iacute;sio pediu ao Santo Papa que o deixasse tentar, pois n&atilde;o entregaria as h&oacute;stias a nenhum pag&atilde;o. Ele tinha doze anos de idade. Comovido, o Papa S isto II o aben&ccedil;oou e lhe deu uma caixinha de prata com as h&oacute;stias. Mas Tarc&iacute;sio n&atilde;o conseguiu chegar &agrave; cadeia. <\/p>\n<p>No caminho foi identificado e como se recusou a dizer e entregar o que portava, foi abatido e apedrejado at&eacute; morrer. Depois de morto, foi revistado e nada acharam do Sacramento de Cristo. Seu corpo foi recolhido por um soldado, simpatizante dos crist&atilde;os, que o levou &agrave;s catacumbas, onde foi sepultado. <\/p>\n<p>Seu corpo repousa na Bas&iacute;lica de s&atilde;o Silvestre, em Roma.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Tarc&iacute;sio foi declarado padroeiro dos coroinhas ou ac&oacute;litos, que servem ao altar. Mais uma vez encontramos a import&acirc;ncia da Eucaristia na vida do crist&atilde;o e vemos que os santos existem n&atilde;o para serem adorados, mas para nos lembrar que eles tamb&eacute;m tiveram f&eacute; em Deus. Eles s&atilde;o um exemplo de f&eacute; e esperan&ccedil;a que deve permanecer sempre com as pessoas. Ent&atilde;o, a exemplo de S&atilde;o Tarc&iacute;sio, estejamos sempre dispostos a ajudar, a servir. Se cada um fizer a sua parte realmente nos tornaremos um s&oacute; em Cristo.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Senhor Deus de bondade, olhai pelos nossos jovens e aben&ccedil;oai-os com a luz do seu amor. Que pela intercess&atilde;o de S&atilde;o Tarc&iacute;sio sejam os jovens conduzidos pelos caminhos da bondade e da justi&ccedil;a e se esforcem em realizar a vontade de Deus. Isso vos pedimos por Cristo nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tarc&iacute;sio foi um m&aacute;rtir da Igreja dos primeiros s&eacute;culos, v&iacute;tima da persegui&ccedil;&atilde;o do imperador Valeriano, em Roma, It&aacute;lia. Ele era ac&oacute;lito do Papa Xisto II, servindo ao altar nos servi&ccedil;os secund&aacute;rios, acompanhando o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2833,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2831"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2831"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2831\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9894,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2831\/revisions\/9894"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2833"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2831"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2831"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2831"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}