{"id":2815,"date":"2024-08-23T00:00:00","date_gmt":"2024-08-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2815"},"modified":"2024-01-22T11:26:26","modified_gmt":"2024-01-22T11:26:26","slug":"santa-rosa-de-lima","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-rosa-de-lima\/","title":{"rendered":"SANTA ROSA DE LIMA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Isabel Flores de Oliva nasceu na cidade de Lima, capital do Peru, no dia 20 de abril de 1586. Por causa da beleza recebeu o apelido de Rosa. Seus pais eram ricos espanh&oacute;is, que se mudaram para a pr&oacute;spera col&ocirc;nia do Peru, mas os neg&oacute;cios declinaram e eles ficaram na mis&eacute;ria. <\/p>\n<p>Ainda crian&ccedil;a, Rosa teve grande inclina&ccedil;&atilde;o &agrave; ora&ccedil;&atilde;o e &agrave; medita&ccedil;&atilde;o. Na adolesc&ecirc;ncia decidiu entregar sua vida somente a Cristo e ingressou na Terceira Ordem Dominicana, tomando como exemplo de vida Santa Catarina de Sena. Dedicou-se ent&atilde;o ao jejum, &agrave;s severas penit&ecirc;ncias e &agrave; ora&ccedil;&atilde;o contemplativa. <\/p>\n<p>Aos vinte anos pediu e obteve licen&ccedil;a para emitir os votos religiosos em casa e n&atilde;o no convento e mudou o nome para Rosa de Santa Maria. <\/p>\n<p>Construiu uma pequena cela no fundo do quintal da casa de seus pais, levando uma vida de austeridade, de mortifica&ccedil;&atilde;o e de abandono &agrave; vontade de Deus. Aumentou os dias de jejum e dormia sobre uma t&aacute;bua com pregos. Passou a sustentar a fam&iacute;lia com as rendas e bordados que fazia. Vivendo em cont&iacute;nuo contato com Deus, atingiu um alto grau de vida contemplativa e experi&ecirc;ncia m&iacute;stica. <\/p>\n<p>Aos trinta e um anos de idade foi acometida por uma grave doen&ccedil;a que lhe causou sofrimentos e danos f&iacute;sicos. Morreu no dia 24 de agosto de 1617. O seu sepultamento parou toda a cidade de Lima.&nbsp;<\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Muitos milagres aconteceram por sua intercess&atilde;o ap&oacute;s sua morte. Rosa foi beatificada em 1667 e se tornou a primeira santa da Am&eacute;rica Latina ao ser canonizada em 1671 pelo Papa Clemente X. Dois anos depois, foi proclamada Padroeira da Am&eacute;rica Latina, com a festa lit&uacute;rgica marcada para o dia 23 de agosto. A devo&ccedil;&atilde;o de Santa Rosa de Lima se propagou rapidamente nos pa&iacute;ses latino-americanos, sendo venerada pelos fi&eacute;is como padroeira dos jardineiros e dos floristas.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;&Oacute; Deus, que inspirastes &agrave; Santa Rosa de Lima, inflamada de amor, deixar o mundo e vos servir atrav&eacute;s de uma vida simples e austera, concedei-nos, por sua intercess&atilde;o, seguir na terra os vossos caminhos e participar, junto com Santa Rosa e todos os santos, do vosso conv&iacute;vio no c&eacute;u. Por Cristo, nosso Senhor. Am&eacute;m!<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Isabel Flores de Oliva nasceu na cidade de Lima, capital do Peru, no dia 20 de abril de 1586. Por causa da beleza recebeu o apelido de Rosa. Seus pais eram ricos espanh&oacute;is,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2817,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2815"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2815"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2815\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9902,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2815\/revisions\/9902"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2817"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2815"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2815"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2815"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}