{"id":2803,"date":"2024-08-29T00:00:00","date_gmt":"2024-08-29T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2803"},"modified":"2024-01-22T11:26:10","modified_gmt":"2024-01-22T11:26:10","slug":"joana-mara-da-cruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/joana-mara-da-cruz\/","title":{"rendered":"JOANA MARA DA CRUZ"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Joana nasceu na Fran&ccedil;a, em 25 de outubro de 1792. Seu pai era um pescador e morreu no mar quando ela tinha quatro anos. Logo conheceu a pobreza e come&ccedil;ou a trabalhar como empregada num castelo. Com seu trabalho sustentava a fam&iacute;lia, mas encontrava tamb&eacute;m tempo para cuidar dos idosos abandonados e pobres, reservando para eles uma parte de seus rendimentos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aos vinte e cinco anos deixou sua cidade para ser enfermeira no hospital Santo Estev&atilde;o. Nesse meio tempo ingressou na Ordem terceira, fundada por S&atilde;o Jo&atilde;o Eudes. Sua voca&ccedil;&atilde;o de aux&iacute;lio aos idosos a conduziu at&eacute; a casa da senhora Lecogue, onde morou por doze anos, convertendo-se em uma amiga, mais do que uma enfermeira.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com a morte de senhora, Joana herdou suas poucas economias e mob&iacute;lia. Com estes poucos recursos alugou um apartamento onde passou a acolher idosos doentes e aandonados. Outras companheiras de Joana se uniram &agrave; ela na miss&atilde;o e surgiu o primeiro grupo formando uma Associa&ccedil;&atilde;o para os pobres. Em 1841, deixam o apartamento e alugam para uma pequena casa que lhes permite acolher doze idosos doentes e abandonados. Sozinha Joana inicia sua campanha junto &agrave; popula&ccedil;&atilde;o para recolher aux&iacute;lios, tarefa que cumprir&aacute; at&eacute; a morte. Mas logo sensibiliza uma rica comerciante e com essa ajuda consegue comprar um antigo convento.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este convento se tornou a casa m&atilde;e da nascente Congrega&ccedil;&atilde;o das Irm&atilde;zinhas dos Pobres, na qual Joana imprimiu seu pr&oacute;prio carisma: &#8220;a doa&ccedil;&atilde;o como apostolado de caridade para com quem sofre por causa da idade, da pobreza, da solid&atilde;o e outras dificuldades&#8221;. Joana morreu na Fran&ccedil;a, em 29 de agosto de 1879, mas pode ver sua obra de caridade espalhar-se rapidamente por toda a Europa.&nbsp;<\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;O carisma de santa Joana ainda continua atual. Numa sociedade que trata seus idosos como in&uacute;teis e incapazes, somos convidados, pela nossa op&ccedil;&atilde;o de f&eacute;, a reconhecer o valor das pessoas que est&atilde;o na terceira idade e zelar para que elas encontrem formas dignas de vida em comunidade.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Senhor Pai de bondade, dai-nos a gra&ccedil;a de seguir o zelo de santa Joana pelos idosos e respeitar as pessoas da terceira idade como verdadeiros filhos de Jesus Cristo. Que vive e reina para sempre.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Joana nasceu na Fran&ccedil;a, em 25 de outubro de 1792. Seu pai era um pescador e morreu no mar quando ela tinha quatro anos. Logo conheceu a pobreza e come&ccedil;ou a trabalhar como&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2806,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2803"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2803"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2803\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9908,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2803\/revisions\/9908"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2806"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2803"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2803"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2803"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}