{"id":2801,"date":"2024-08-30T00:00:00","date_gmt":"2024-08-30T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2801"},"modified":"2024-01-22T11:26:07","modified_gmt":"2024-01-22T11:26:07","slug":"santos-felix-e-adauto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santos-felix-e-adauto\/","title":{"rendered":"SANTOS F\u00c9LIX E ADAUTO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Poucos s&atilde;o os registros encontrados sobre F&eacute;lix e Adauto, que s&atilde;o celebrados juntos, no dia de hoje. As tradi&ccedil;&otilde;es mais antigas dos primeiros tempos do cristianismo nos narram que eles foram perseguidos, martirizados e mortos pelo imperador Diocleciano, no ano 303. <\/p>\n<p>A mais conhecida diz que, Felix era um padre e tinha sido condenado &agrave; morte por aquele imperador. Mas quando caminhava para a execu&ccedil;&atilde;o, foi interpelado por um desconhecido. Afrontando os soldados do ex&eacute;rcito imperial, o estranho se declarou espontaneamente crist&atilde;o e pediu para ser sacrificado junto com ele. Os soldados n&atilde;o questionaram. Logo ap&oacute;s decapitarem Felix, com a mesma espada decapitaram o homem que tinha tido a ousadia de desafiar o decreto do imperador Diocleciano. <\/p>\n<p>Nenhum dos presentes sabia dizer a identidade daquele homem. Por isto, ele foi chamado somente de Adauto, que significa &#8220;aquele que recebeu junto com F&eacute;lix a coroa do mart&iacute;rio&#8221;. Ainda segundo estas narrativas eles foram sepultados numa cripta do cemit&eacute;rio de Comodila, pr&oacute;xima da bas&iacute;lica de S&atilde;o Paulo fora dos muros. O Papa Sir&iacute;cio transformou o lugar onde eles foram enterrados numa bas&iacute;lica. <\/p>\n<p>O cemit&eacute;rio de Comodila e o t&uacute;mulo de Felix e Adauto foram reencontrados no ano de 1720, mas vieram a ruir logo em seguida, sendo novamente esquecidos e suas ru&iacute;nas abandonadas. S&oacute; em 1903 a pequena bas&iacute;lica foi definitivamente restaurada descobrindo-se um dos mais antigos afrescos crist&atilde;os, no qual aparece S&atilde;o Pedro recebendo as chaves na presen&ccedil;a dos Santos Paulo, Estev&atilde;o, F&eacute;lix e Adauto.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<h4>&nbsp;<\/h4>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;A mem&oacute;ria dos m&aacute;rtires crist&atilde;os continua a alimentar a vida e a espiritualidade da Igreja. Honrar os gestos de entrega dos homens e mulheres que deram sua vida em favor do Cristo nos faz verdadeiros crist&atilde;os, conscientes de que a nossa hist&oacute;ria foi constru&iacute;da com o sangue de muitas pessoas.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Concedei-nos, &Oacute; Deus Onipotente, a gra&ccedil;a de sermos sempre firmes na f&eacute;, e pela intercess&atilde;o de S. F&eacute;lix e de Santo Adauto, dai-nos, Senhor, a gra&ccedil;a que vos pedimos. Por Cristo Nosso Senhor, am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Poucos s&atilde;o os registros encontrados sobre F&eacute;lix e Adauto, que s&atilde;o celebrados juntos, no dia de hoje. As tradi&ccedil;&otilde;es mais antigas dos primeiros tempos do cristianismo nos narram que eles foram perseguidos, martirizados&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2805,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2801"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2801"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2801\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9909,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2801\/revisions\/9909"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2805"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2801"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2801"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2801"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}