{"id":2789,"date":"2024-09-04T00:00:00","date_gmt":"2024-09-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2789"},"modified":"2024-01-22T11:25:47","modified_gmt":"2024-01-22T11:25:47","slug":"santa-rosalia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-rosalia\/","title":{"rendered":"SANTA ROS\u00c1LIA"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Ros&aacute;lia nasceu no ano 1125, filha de um rico senhor e vivia numa corte muito importante da &eacute;poca. Durante a adolesc&ecirc;ncia foi ser dama da corte da rainha Margarida, esposa do rei Guilherme I da Sic&iacute;lia. Por&eacute;m, nada disso a atra&iacute;a ou estimulava. Sabia que sua voca&ccedil;&atilde;o era servir a Deus e ansiava pela vida mon&aacute;stica. <\/p>\n<p>Aos catorze anos, levando consigo apenas um crucifixo, abandonou de vez a corte e se refugiou solit&aacute;ria numa caverna. Ficava pr&oacute;ximo do convento dos beneditinos que possu&iacute;a uma pequena igreja anexa. Assim mesmo vivendo isolada, podia participar as fun&ccedil;&otilde;es lit&uacute;rgicas e receber orienta&ccedil;&atilde;o espiritual. <\/p>\n<p>Os beneditinos puderam acompanhar e testemunhar com seus registros a vida erem&iacute;tica de Ros&aacute;lia, que viveu em ora&ccedil;&atilde;o, solid&atilde;o e penit&ecirc;ncia. Muitos habitantes do povoado subiam o Monte, atra&iacute;dos pela fama de santidade da ermit&atilde;. <\/p>\n<p>V&aacute;rios milagres foram atribu&iacute;dos a intercess&atilde;o de Santa Ros&aacute;lia, como a extin&ccedil;&atilde;o da peste que no s&eacute;culo XII devastava a Sic&iacute;lia. No dia 04 de setembro de 1160, Ros&aacute;lia morreu, na sua gruta de Monte Pellegrino em Palermo. O seu culto se difundiu enormemente entre os fi&eacute;is que invocavam como padroeira de Palermo&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Deus realmente nos fala no sil&ecirc;ncio. A vida de santa Ros&aacute;lia nos confirma que a solid&atilde;o pode ser uma forma privilegiada de encontrar-se com Deus. Num mundo marcado pelo movimento e pelo barulho constante, fica-nos o desafio de encontrar momentos de sil&ecirc;ncio para a contempla&ccedil;&atilde;o do Mist&eacute;rio de Deus.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Senhor Pai de amor, pela intercess&atilde;o de santa Ros&aacute;lia, que despojastes de todas as vaidades v&atilde;s deste mundo para vos dedicar inteiramente a uma vida de penit&ecirc;ncia e ora&ccedil;&otilde;es, dai-me o esp&iacute;rito da piedade, ora&ccedil;&atilde;o constante e que nos momentos de solid&atilde;o e prova&ccedil;&otilde;es possa eu portar-me dignamente para poder um dia merecer os momentos felizes e eternos. Por Cristo Nosso Senhor. Am&eacute;m<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ros&aacute;lia nasceu no ano 1125, filha de um rico senhor e vivia numa corte muito importante da &eacute;poca. Durante a adolesc&ecirc;ncia foi ser dama da corte da rainha Margarida, esposa do rei Guilherme&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2796,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2789"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2789"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2789\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9951,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2789\/revisions\/9951"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2796"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2789"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2789"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2789"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}