{"id":2786,"date":"2024-09-06T00:00:00","date_gmt":"2024-09-06T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2786"},"modified":"2024-01-22T11:25:41","modified_gmt":"2024-01-22T11:25:41","slug":"sao-liberato-de-loro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-liberato-de-loro\/","title":{"rendered":"S\u00c3O LIBERATO DE LORO"},"content":{"rendered":"<p class=\"excerpt\">\n<p>Liberato nasceu no s&eacute;culo III na pequena vila de Loro, na It&aacute;lia. Era filho de um grande dono de terras. Mas o jovem Liberato ouvindo o chamado de Deus e por sua grande devo&ccedil;&atilde;o &agrave; Virgem Maria, abandonou toda a riqueza e conforto, para seguir a vida religiosa. <\/p>\n<p>Ordenado sacerdote e desejando consagrar sua vida &agrave; penit&ecirc;ncia e &agrave;s ora&ccedil;&otilde;es contemplativas se retirou ao pequeno convento de Sofiano. Ali vestiu o habito da Ordem dos frades menores de S&atilde;o Francisco, onde sua vida de virtudes lhe valeu a fama de santidade. <\/p>\n<p>No livro &#8220;Florzinhas de S&atilde;o Francisco&#8221; encontramos o seguinte relato sobre ele: &#8220;no Convento de Sofiano, o frade Liberato de Loro Piceno vivia em pela comunh&atilde;o com Deus. Ele possu&iacute;a um elevado dom de contempla&ccedil;&atilde;o e durante as ora&ccedil;&otilde;es chegava a se elevar do ch&atilde;o. Por onde andava os p&aacute;ssaros o acompanhavam, posando nos seus bra&ccedil;os, cabe&ccedil;a e ombros, cantando alegremente. Amigo da solid&atilde;o, raramente falava, mas quando perguntado, demonstrava a sabedoria dos anjos. Vivia alegre, entregue ao trabalho, penit&ecirc;ncia e &agrave; ora&ccedil;&atilde;o contemplativa&rdquo;. <\/p>\n<p>Quando atingiu a idade de quarenta e cinco anos, caiu gravemente enfermo, ficando entre a vida e a morte. No auge do sofrimento, sentia-se consolado por Jesus Cristo e por Maria, e nunca reclamou das dores que sentia. <\/p>\n<p>N&atilde;o sabemos ao cero o dia de seu falecimento. Somente no s&eacute;culo XIX, ap&oacute;s um complicado e atrapalhado processo de canoniza&ccedil;&atilde;o, &eacute; que o seu culto foi reconhecido pelo Papa Pio IX, que lhe deu a autoriza&ccedil;&atilde;o can&ocirc;nica de ser chamado de Santo.&nbsp;<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"reflection\">\n<p><strong><span class=\"title\">Reflex&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;A hist&oacute;ria de s&atilde;o Liberato mostra a simplicidade que deve orientar a vida crist&atilde;. Suas a&ccedil;&otilde;es sempre foram marcadas pelo amor a deus, ao pr&oacute;ximo e a natureza. Como um verdadeiro franciscano, Liberato abandonou tudo para poder aproximar-se verdadeiramente do Pai do C&eacute;u. O convite que nos fica &eacute; o de colocar Deus em primeiro lugar na nossa vida.<\/p>\n<\/p>\n<p class=\"pray\">\n<p><strong><span class=\"title\">Ora&ccedil;&atilde;o:<\/span><\/strong>&nbsp;Criador Do C&eacute;u e da Terra, Deus de amor e de bondade, concedei-nos, pelos m&eacute;ritos de s&atilde;o Liberato, alcan&ccedil;ar a simplicidade de vida necess&aacute;ria para bem viver minha voca&ccedil;&atilde;o neste mundo. Por Cristo nosso Senhor. Am&eacute;m.<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Liberato nasceu no s&eacute;culo III na pequena vila de Loro, na It&aacute;lia. Era filho de um grande dono de terras. Mas o jovem Liberato ouvindo o chamado de Deus e por sua grande&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2795,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2786"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2786"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2786\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9947,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2786\/revisions\/9947"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2795"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2786"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2786"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2786"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}