{"id":2765,"date":"2024-09-15T00:00:00","date_gmt":"2024-09-15T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2765"},"modified":"2024-01-22T11:25:11","modified_gmt":"2024-01-22T11:25:11","slug":"antonio-maria-schwartz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/antonio-maria-schwartz\/","title":{"rendered":"ANT\u00d4NIO MARIA SCHWARTZ"},"content":{"rendered":"<p>Antonio nasceu em uma fam&iacute;lia humilde e crist&atilde;, em 1852, na &Aacute;ustria. Aos quinze anos ficou &oacute;rf&atilde;o de pai, vivendo uma grave crise pessoal, que durou dois anos. Em 1869, recuperado, foi estudar na escola popular gratuita dos padres piaristas. Al&iacute; conheceu a obra do fundador S&atilde;o Jos&eacute; Calasanz, tornando-se um seu devoto extremado. Ainda jovem resolveu seguir a vida religiosa, e mesmo passando por momentos de grave enfermidade, conseguiu ordena-se sacerdote em 1875. <\/p>\n<p>O Padre Antonio Maria foi capel&atilde;o por quatro anos, depois viajou &agrave; Viena, para promover assist&ecirc;ncia espiritual aos doentes nos hospitais das Irm&atilde;s da Miseric&oacute;rdia. Al&eacute;m disso, lembrando-se de sua pr&oacute;pria inf&acirc;ncia, come&ccedil;ou a orientar na religi&atilde;o, os oper&aacute;rios e os jovens aprendizes em forma&ccedil;&atilde;o profissional. <\/p>\n<p>Neste per&iacute;odo sofreu outro per&iacute;odo conturbado de enfermidades, mas n&atilde;o desanimou. Em 1888 criou o &#8220;Artesanato crist&atilde;o&#8221;, um jornal para os artes&atilde;os e oper&aacute;rios, que escreveu durante um longo tempo sozinho. Tamb&eacute;m buscou e conseguiu os meios para construir a primeira &#8220;igreja para os oper&aacute;rios de Viena&#8221;. Foi nessa igreja que, para melhor assisti-los fundou, a &#8220;Congrega&ccedil;&atilde;o dos Pios Oper&aacute;rios&#8221;, adotando a regra de S&atilde;o Jos&eacute; de Calasanz, ainda hoje florescente. <\/p>\n<p>Morreu em 15 de setembro de 1929, em Viena, &Aacute;ustria. O Papa Jo&atilde;o Paulo II o proclamou Beato Antonio Maria Schwartz, em 1998, designando a data da morte para a homenagem lit&uacute;rgica. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o:<\/strong> Antonio Maria vivificou sua Obra com valentia crist&atilde; durante quarenta anos. O &#8220;Ap&oacute;stolo Oper&aacute;rio de Viena&#8221; que dividia opini&otilde;es permaneceu sempre fiel a si mesmo e &agrave; Igreja de Cristo. Seus passos foram corajosos para conseguir lugares de forma&ccedil;&atilde;o profissional para os jovens e para o justo repouso dominical dos oper&aacute;rios. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o:<\/strong> Deus Pai de Miseric&oacute;rdia, que a todos amais sem distin&ccedil;&atilde;o, dai-nos seguir o exemplo de Santo Antonio lutar pelos direitos e justi&ccedil;a dos trabalhadores. Fazei de n&oacute;s verdadeiros mission&aacute;rios entre os trabalhadores e, sobretudo, inspirai-nos palavras e a&ccedil;&otilde;es para confortar os desempregados e esquecidos pela sociedade. Por Cristo Nosso Senhor Am&eacute;m.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antonio nasceu em uma fam&iacute;lia humilde e crist&atilde;, em 1852, na &Aacute;ustria. Aos quinze anos ficou &oacute;rf&atilde;o de pai, vivendo uma grave crise pessoal, que durou dois anos. Em 1869, recuperado, foi estudar&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2780,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2765"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2765"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2765\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9934,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2765\/revisions\/9934"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2780"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2765"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2765"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2765"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}