{"id":2758,"date":"2024-09-21T00:00:00","date_gmt":"2024-09-21T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2758"},"modified":"2024-01-22T11:24:53","modified_gmt":"2024-01-22T11:24:53","slug":"sao-mateus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-mateus\/","title":{"rendered":"S\u00c3O MATEUS"},"content":{"rendered":"<p>Segundo a tradi&ccedil;&atilde;o evang&eacute;lica Mateus (ou Levi) era um cobrador de impostos e por isso n&atilde;o era bem visto pela sociedade, sendo considerado um pecador. Um dia, depois de falar a povo, Jesus passa por Mateus, olha com firmeza nos seus olhos e disse: &#8220;Segue-me&#8221;. Mateus imediatamente levantou-se, abandonou seu rendoso neg&oacute;cio, mudou de vida, de nome e seguiu Jesus. <\/p>\n<p>Daquele dia em diante Mateus tornou-se um dos maiores seguidores e ap&oacute;stolos de Cristo, acompanhando-o em todas as suas caminhadas e prega&ccedil;&otilde;es pela Palestina. Mateus nasceu em Cafarnaum. N&atilde;o se conhece a data do seu nascimento. Seu pai, Alfeu, deu-lhe o nome de Levi. Sua cidade natal era cortada pelas principais estradas da Palestina, ponto de converg&ecirc;ncia e centro comercial da regi&atilde;o. <\/p>\n<p>Mateus marcou a virada de sua vida com um banquete que ofereceu aos amigos. Nele compareceu Jesus, alguns fariseus e outras classes dominantes. Diziam sobre Jesus: &#8220;Como &eacute; que vosso Mestre se senta a mesa com os pecadores?&rdquo; Tais cr&iacute;ticas mereceram as famosas palavras de Jesus Cristo: &#8220;N&atilde;o s&atilde;o os saud&aacute;veis, mas sim os doentes, que necessitam do m&eacute;dico. N&atilde;o vim a chamar os justos, sen&atilde;o os pecadores.&#8221; <\/p>\n<p>Diz S&atilde;o Clemente que Mateus era um santo de penit&ecirc;ncia e mortifica&ccedil;&otilde;es. Alimentava-se de ervas, frutas e ra&iacute;zes. Sofreu maus tratos e foi hostilizado na Ar&aacute;bia e na P&eacute;rsia. Teve os olhos arrancados e foi colocado na pris&atilde;o onde aguardaria sua execu&ccedil;&atilde;o. Na pris&atilde;o, onde estava acorrentado, recebe o milagre divino da restitui&ccedil;&atilde;o dos seus olhos e da sua liberta&ccedil;&atilde;o. Alcan&ccedil;a a Eti&oacute;pia, onde prega a doutrina crist&atilde; pela &uacute;ltima vez. &Eacute; repelido e encontra forte oposi&ccedil;&atilde;o dos guias religiosos pag&atilde;os et&iacute;opes. Logo em seguida &eacute; martirizado. <\/p>\n<p>No ano de 930 as rel&iacute;quias mortais do ap&oacute;stolo S&atilde;o Mateus foram transportadas para Salermo, na It&aacute;lia, onde, at&eacute; hoje, &eacute; festejado como padroeiro da cidade. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o: <\/strong>S&atilde;o Mateus escreveu um dos evangelhos considerados inspirados pela Igreja. Todo o seu evangelho &eacute; destinado a prover uma verdadeiro reconhecimento de que Cristo era o Messias. S&atilde;o Mateus &eacute; representado no arte lit&uacute;rgica por um anjo segurando uma lan&ccedil;a, uma moeda e uma pena. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o: <\/strong>S&atilde;o Mateus que deixastes a riqueza para seguir com entusiasmo o chamado do Mestre, fazendo da pobreza um hino de louvor a Jesus, intercedei por mim, que me encontro em afli&ccedil;&atilde;o. Ensinai-me por fim, a ajuntar tesouros no c&eacute;u e a servir a Deus e n&atilde;o ao dinheiro. Am&eacute;m.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo a tradi&ccedil;&atilde;o evang&eacute;lica Mateus (ou Levi) era um cobrador de impostos e por isso n&atilde;o era bem visto pela sociedade, sendo considerado um pecador. Um dia, depois de falar a povo, Jesus&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2766,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2758"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2758"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2758\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9940,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2758\/revisions\/9940"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2766"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2758"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2758"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2758"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}