{"id":2753,"date":"2024-09-23T00:00:00","date_gmt":"2024-09-23T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2753"},"modified":"2024-01-22T11:24:00","modified_gmt":"2024-01-22T11:24:00","slug":"sao-pio-de-pietrelcina","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-pio-de-pietrelcina\/","title":{"rendered":"S\u00c3O PIO DE PIETRELCINA"},"content":{"rendered":"<p>Francisco nasceu no dia 25 de maio de 1887, em Pietrelcina, It&aacute;lia. Aos dezesseis anos, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, onde vestiu o h&aacute;bito dos franciscanos e tomou o nome de Frei Pio. <\/p>\n<p>Depois da ordena&ccedil;&atilde;o sacerdotal, em 1910, no Convento de Benevento, Padre Pio, como era chamado, ficou doente, tendo que voltar a conviver com sua fam&iacute;lia para tratar sua enfermidade, e l&aacute; permaneceu at&eacute; o ano de 1916. Quando voltou, nesse ano, foi mandado para o Convento de S&atilde;o Jo&atilde;o Rotondo, lugar onde viveu at&eacute; sua morte. <\/p>\n<p>No dia 20 de setembro de 1918, recebe os estigmas de Nosso Senhor Jesus Cristo em sus m&atilde;os, p&eacute;s e no costado esquerdo, convertendo-se no primeiro sacerdote estigmatizado. <\/p>\n<p>Padre Pio passou toda sua vida contribuindo para a reden&ccedil;&atilde;o do homem, cumprindo a miss&atilde;o de guiar espiritualmente os fi&eacute;is e celebrando a Eucaristia. Para ele, sua atividade mais importante era, sem d&uacute;vida, a celebra&ccedil;&atilde;o da Santa Missa. <\/p>\n<p>Era solicitado no confession&aacute;rio, na sacristia, no convento, e em todos os lugares onde pudesse estar, todos iam buscar seu conforto, e o ombro amigo, que ele nunca lhes negava seu apoio e amizade. A todos tratou com justi&ccedil;a, lealdade e grande respeito. <\/p>\n<p>Durante muitos anos, experimentou os sofrimentos da alma, em raz&atilde;o de sua enfermidade e ao longo de v&aacute;rios anos, suportou com serenidade as dores das suas chagas. Padre Pio faleceu no dia 23 de setembro de 1968, aos oitenta e um anos de idade. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o: <\/strong>Padre Pio passava o dia e grande parte da noite conversando com Deus. Ele dizia: &#8220;Nos livros, procuramos Deus; na ora&ccedil;&atilde;o, encontramo-Lo. A ora&ccedil;&atilde;o &eacute; a chave que abre o cora&ccedil;&atilde;o de Deus&#8221;. Tamb&eacute;m aceitava a vontade misteriosa de Deus em nome de sua infind&aacute;vel f&eacute;. Sua m&aacute;xima preocupa&ccedil;&atilde;o era crescer e fazer crescer na caridade. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o: <\/strong>Amado S&atilde;o Pio de Pietrelcina, voc&ecirc; carregou em seu corpo os sinais da Paix&atilde;o de Nosso Senhor Jesus Cristo, reze a Deus por n&oacute;s, assim poderemos aceitar as pequenas e as grandes Cruzes da vida, e todo o mundo poder&aacute; transformar o sofrimento individual em v&iacute;nculo seguro que nos liga &agrave; Vida Eterna. Am&eacute;m.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco nasceu no dia 25 de maio de 1887, em Pietrelcina, It&aacute;lia. Aos dezesseis anos, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, onde vestiu o h&aacute;bito dos franciscanos e tomou o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2755,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2753"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2753"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2753\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9929,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2753\/revisions\/9929"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2755"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2753"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2753"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2753"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}