{"id":2734,"date":"2024-10-01T00:00:00","date_gmt":"2024-10-01T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2734"},"modified":"2024-01-22T11:23:33","modified_gmt":"2024-01-22T11:23:33","slug":"santa-teresinha-do-menino-jesus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-teresinha-do-menino-jesus\/","title":{"rendered":"SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS"},"content":{"rendered":"<p>A vida da Santa Teresinha do Menino Jesus marca na Hist&oacute;ria da Igreja uma nova forma de entregar-se &agrave; religiosidade. No lugar do medo do &#8220;Deus duro e vingador&#8221;, ela coloca o amor puro e total a Jesus, amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros &#8220;Inf&acirc;ncia Espiritual&#8221; e &#8220;Hist&oacute;ria de uma alma&#8221;. <\/p>\n<p>Teresinha na Fran&ccedil;a, em 02 de janeiro de 1873. Foi batizada com o nome de Maria Francisca. Nasceu numa fam&iacute;lia muito religiosa. Aos quinze anos conseguiu permiss&atilde;o para entrar no o Carmelo, em Lisieux, concedida especial e pessoalmente pelo Papa Le&atilde;o XIII. <\/p>\n<p>Sua obra n&atilde;o frutificou pela a&ccedil;&atilde;o evangelizadora ou atividade caritativa, mas sim em ora&ccedil;&atilde;o, sacrif&iacute;cios, prova&ccedil;&otilde;es, penit&ecirc;ncias e imola&ccedil;&otilde;es, santificando o seu cotidiano enquanto carmelita. <\/p>\n<p>Teresinha teve seus &uacute;ltimos anos consumidos pela terr&iacute;vel tuberculose que, no entanto, n&atilde;o venceu sua paci&ecirc;ncia com os des&iacute;gnios do Supremo. Morreu em primeiro de outubro de 1897 com vinte e quatro anos, depois de prometer uma chuva de rosas sobre a Terra quando expirasse. Essa chuva ainda cai sobre n&oacute;s, em forma de uma quantidade incalcul&aacute;vel de gra&ccedil;as e milagres alcan&ccedil;ados atrav&eacute;s de sua interven&ccedil;&atilde;o em favor de seus devotos. <\/p>\n<p>O papa Pio XI a chamou de &#8220;Padroeira especial de todos os mission&aacute;rios, homens e mulheres, e das miss&otilde;es existentes em todo o universo&rdquo;. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o: <\/strong><br \/>A vida de Santa Terezinha do Menino Jesus expressa, de um lado, uma meiguice, uma candidez, um respeito &agrave; natureza e &agrave;s pessoas que a cercavam, mas, por outro lado, fica expl&iacute;cito que a mesma tinha uma t&ecirc;mpera, uma for&ccedil;a interior. Santa Terezinha do Menino Jesus veio para demonstrar que o lugar comum: ponto de &ocirc;nibus, a queixa de um parente, os desencontros no ambiente profissional, tudo isto podem ser transformados em momentos alegres para Deus. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o: <\/strong><br \/>Santa Teresinha, a v&oacute;s recorremos em nossas trevas. Alcan&ccedil;ai para n&oacute;s, para a nossa p&aacute;tria, as luzes do Divino Esp&iacute;rito Santo, para que todo o nosso &iacute;ntimo seja luz e claridade, para que recebamos sempre os raios ben&eacute;ficos e espl&ecirc;ndidos de quem se apresentava ao mundo como a Luz celeste. Am&eacute;m.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A vida da Santa Teresinha do Menino Jesus marca na Hist&oacute;ria da Igreja uma nova forma de entregar-se &agrave; religiosidade. No lugar do medo do &#8220;Deus duro e vingador&#8221;, ela coloca o amor&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2738,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2734"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2734"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2734\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9982,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2734\/revisions\/9982"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2738"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2734"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2734"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2734"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}