{"id":2731,"date":"2024-10-04T00:00:00","date_gmt":"2024-10-04T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2731"},"modified":"2024-01-22T11:23:23","modified_gmt":"2024-01-22T11:23:23","slug":"sao-francisco-de-assis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-francisco-de-assis\/","title":{"rendered":"S\u00c3O FRANCISCO DE ASSIS"},"content":{"rendered":"<p>Francisco Bernardone nasceu numa rica fam&iacute;lia na cidade de Assis em 1182. Alegre, jovial, simp&aacute;tico, era mais chegado &agrave;s festas, ostentando um ar de pr&iacute;ncipe que encantava. Mas, mesmo dado &agrave;s frivolidades dos eventos sociais, manteve em toda a juventude profunda solidariedade com os pobres.<\/p>\n<p>Francisco logo percebeu n&atilde;o ser aquela a vida que almejava. Chegou a lutar numa guerra, mas o cora&ccedil;&atilde;o o chamava &agrave; religi&atilde;o. Um dia, despojou-se de todos os bens, at&eacute; das roupas que usava no momento, entregando-as ao pai revoltado. Passou a dedicar-se aos doentes e aos pobres. Tinha vinte e cinco anos e seu gesto marcou o cristianismo. <\/p>\n<p>A partir da&iacute; viveu na mais completa mis&eacute;ria. Fundou em 1209 a Primeira Ordem dos frades franciscanos, fixando resid&ecirc;ncia com seus jovens companheiros numa casa pobre e abandonada. Pregava a humildade total e absoluta e o amor aos p&aacute;ssaros e &agrave; natureza. Foi a imagem do Cristo no segundo s&eacute;culo da igreja. <\/p>\n<p>Hoje, seu exemplo muito frutificou. Fundador de diversas Ordens, seus seguidores ainda s&atilde;o respeitados e imitados. Franciscanos, capuchinhos, conventuais, terceiros e outros s&atilde;o sempre recebidos com carinho e afeto pelo povo de qualquer parte do mundo. <\/p>\n<p>Morreu 04 de outubro de 1226, com quarenta e quatro anos. <br \/>De todos os santos da Igreja, Francisco &eacute; certamente um dos mais amados e conhecidos. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o de S&atilde;o Francisco&nbsp;<\/strong><br \/>Senhor, Fazei-me instrumento de vossa paz. <br \/>Onde houver &oacute;dio, que eu leve o amor; <br \/>Onde houver ofensa, que eu leve o perd&atilde;o; <br \/>Onde houver disc&oacute;rdia, que eu leve a uni&atilde;o; <br \/>Onde houver d&uacute;vida, que eu leve a f&eacute;; <br \/>Onde houver erro, que eu leve a verdade; <br \/>Onde houver desespero, que eu leve a esperan&ccedil;a; <br \/>Onde houver tristeza, que eu leve a alegria; <br \/>Onde houver trevas, que eu leve a luz. <br \/>&Oacute; Mestre, fazei que eu procure mais consolar, que ser consolado; <br \/>compreender que ser compreendido; amar, que ser amado. <br \/>Pois &eacute; dando que se recebe, &eacute; perdoando que se &eacute; perdoado, <br \/>e &eacute; morrendo que se vive para a vida eterna. Am&eacute;m.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco Bernardone nasceu numa rica fam&iacute;lia na cidade de Assis em 1182. Alegre, jovial, simp&aacute;tico, era mais chegado &agrave;s festas, ostentando um ar de pr&iacute;ncipe que encantava. Mas, mesmo dado &agrave;s frivolidades dos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2741,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2731"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2731"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2731\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9979,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2731\/revisions\/9979"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2741"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2731"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2731"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2731"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}