{"id":2724,"date":"2024-10-08T00:00:00","date_gmt":"2024-10-08T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2724"},"modified":"2024-01-22T11:23:12","modified_gmt":"2024-01-22T11:23:12","slug":"santa-pelagia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/santa-pelagia\/","title":{"rendered":"SANTA PEL\u00c1GIA"},"content":{"rendered":"<p>Pel&aacute;gia era uma bailarina bel&iacute;ssima, escandalosa, muito divertida, festiva e pag&atilde;. Costumava encantar e seduzir os homens com sua dan&ccedil;a, alegria, roupas, j&oacute;ias e outros ornamentos luxuosos. Tornou-se uma das figuras mais conhecidas da vida mundana e social de Antioquia e adquiriu grande riqueza. <\/p>\n<p>De acordo com a est&oacute;ria, durante uma prociss&atilde;o, o Bispo Nono percebeu a presen&ccedil;a de Pel&aacute;gia entre o povo, numa atitude desinteressada e debochada. Iluminado por Deus o s&aacute;bio bispo disse a multid&atilde;o que se uma simples mulher era capaz de enfeitar-se tanto para os homens, quanto mais dever&iacute;amos n&oacute;s enfeitarmos nosso interior para o encontro com Deus. Aquela observa&ccedil;&atilde;o tocou o cora&ccedil;&atilde;o da bailarina pag&atilde;. <\/p>\n<p>Ela foi para casa refletindo sobre as palavras do serm&atilde;o e ali chorou de arrependimento a noite toda. No dia seguinte procurou o Bispo, que a enviou &agrave; uma senhora crist&atilde;, para ser preparada para o Batismo. Trocou as roupas e adere&ccedil;os de seda e ouro por uma t&uacute;nica branca para ser batizada. Depois disso retirou-se para Jerusal&eacute;m, viver como eremita, numa gruta, no Monte das Oliveiras. <\/p>\n<p>Viveu afastada de todos e conservou sua identidade sob segredo, vivendo o resto da vida disfar&ccedil;ada de homem. Somente quando morreu, os ermit&atilde;os descobriram que era uma mulher. Foi ent&atilde;o que reconheceram tratar-se da bailariana da Antioquia, agora uma simples penitente arrependida, que se anulara do mundo, no seguimento do Cristo. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o: <\/strong><br \/>Figuras crist&atilde;s como Santa Pel&aacute;gia, recordam profeticamente a Igreja da verdadeira ordem dos valores obscurecidos frequentemente pelos crescentes compromissos temporais. Ainda hoje necessitamos pedir ao bom Deus que envie pessoas animadas e corajosas para a condu&ccedil;&atilde;o de sua Igreja. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o: <\/strong><br \/>Deus, nosso Pai, sede nossa luz e nossa dire&ccedil;&atilde;o neste dia. Velai por nossa sa&uacute;de e por nossa paz interior. Ajudai-nos, pela intercess&atilde;o de Santa Pel&aacute;gia, a sermos mais n&oacute;s mesmos e assim encontraremos a alegria e a paz interior. Ajudai-nos a viver intensamente cada momento e nossa vida, sabendo que tudo caminha rumo &agrave; unidade perfeita. Por Cristo nosso Senhor. Am&eacute;m.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pel&aacute;gia era uma bailarina bel&iacute;ssima, escandalosa, muito divertida, festiva e pag&atilde;. Costumava encantar e seduzir os homens com sua dan&ccedil;a, alegria, roupas, j&oacute;ias e outros ornamentos luxuosos. Tornou-se uma das figuras mais conhecidas&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2726,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2724"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2724"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2724\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9975,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2724\/revisions\/9975"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2726"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2724"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2724"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2724"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}