{"id":2709,"date":"2024-10-14T00:00:00","date_gmt":"2024-10-14T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/?p=2709"},"modified":"2024-01-22T11:22:50","modified_gmt":"2024-01-22T11:22:50","slug":"sao-calisto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/sao-calisto\/","title":{"rendered":"S\u00c3O CALISTO"},"content":{"rendered":"<p>Calisto nasceu em Roma do s&eacute;culo II, ele nasceu num bairro pobre e foi escravo. Trabalhando para um comerciante, fracassou nos neg&oacute;cios e foi obrigado a indenizar o patr&atilde;o, mas decidiu fugir. Encontrado, foi deportado para a ilha da Sardenha e punido com trabalhos for&ccedil;ados. Por&eacute;m, foi nesta pris&atilde;o que sua vida se iluminou. <\/p>\n<p>Nas minas da Sardenha, ele tinha contato direto com os crist&atilde;os que tamb&eacute;m cumpriam penas por causa da sua religi&atilde;o. Ao v&ecirc;-los suportando o desterro, a humilha&ccedil;&atilde;o e as torturas sem nunca perder a f&eacute; e a esperan&ccedil;a, em Cristo, Calisto se converteu. <\/p>\n<p>Depois de alguns anos, Calisto reconquistou sua liberdade e estabeleceu-se na cidade de Anzio, tornando-se di&aacute;cono. Quando o Papa Zeferino, assumiu o governo chamou o di&aacute;cono para trabalhar com ele e o nomeou respons&aacute;vel pelos cemit&eacute;rios da Igreja. <\/p>\n<p>Chamados de catacumbas, estes cemit&eacute;rios subterr&acirc;neos da Via &Aacute;pia, em Roma, tiveram import&acirc;ncia vital para os crist&atilde;os. Al&eacute;m de ali enterrarem seus mortos, as catacumbas serviam tamb&eacute;m para cerim&ocirc;nias e cultos, principalmente durante os per&iacute;odos de persegui&ccedil;&atilde;o. <\/p>\n<p>Com a morte do Papa Zeferino morreu, o clero e o povo elegeram Calisto para substitu&iacute;-lo. Ele era misericordioso com os pecadores e dizia: &#8220;Todo pecado pode ser perdoado pela Igreja, cumpridas as devidas penit&ecirc;ncias&#8221;. O Papa Calisto governou por seis anos. Em 222 ele se tornou v&iacute;tima da persegui&ccedil;&atilde;o, foi espancado e assassinado durante um confronto entre crist&atilde;os e pag&atilde;os. <\/p>\n<p><strong>Reflex&atilde;o: <\/strong><br \/>As catacumbas de S&atilde;o Calisto est&atilde;o entre as maiores e mais imponentes de Roma. Surgiram pela metade do s&eacute;culo segundo e fazem parte de um complexo cemiterial que ocupa uma &aacute;rea de 15 hectares de terreno, com uma rede de galerias longa quase 20 quil&ocirc;metros, em diversos planos, e atingem uma profundidade superior a 20 metros. Nelas encontraram sepultura dezenas de m&aacute;rtires, pont&iacute;fices e muit&iacute;ssimos crist&atilde;os. <\/p>\n<p><strong>Ora&ccedil;&atilde;o: <\/strong><br \/>Senhor, nosso Deus e Pai dos M&aacute;rtires, que o sangue derramado pelos m&aacute;rtires da miss&atilde;o, sobretudo nos dias de hoje, seja fonte de vida para o mundo e de liberta&ccedil;&atilde;o para os mais pobres. S&atilde;o Calisto, papa e m&aacute;rtir, rogai por n&oacute;s.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Calisto nasceu em Roma do s&eacute;culo II, ele nasceu num bairro pobre e foi escravo. Trabalhando para um comerciante, fracassou nos neg&oacute;cios e foi obrigado a indenizar o patr&atilde;o, mas decidiu fugir. Encontrado,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2713,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[6],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2709"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2709"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2709\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9954,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2709\/revisions\/9954"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2713"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2709"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2709"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.salvatorianas.org.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2709"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}